O Linux deveria ser padronizado numa única distro?

Quando demonstro programas para o Linux Journal, costumo usar o Ubuntu como meu sistema operacional. O motivo é simples, afinal o Ubuntu é extremamente popular, mas isto origina a questão: o Linux deveria ser padronizado numa única distribuição? Vamos analisar alguns dos prós e contras:

Vantagens de uma única distribuição Linux:

  • O suporte Linux seria simplificado, assim a pergunta "qual distribuição" não seria relevante.
  • Os produtores de software poderiam lançar um único pcote que instalaria em todos desktops Linux.
  • A guerra entre apt/rpm/yum/up2date/synaptic acabaria.
  • A certificação Linux seria mais fácil de se definir.
  • O Tux seria o logo de todo mundo :)

Tenho certeza que chegaria a muitas outras vantagens que a idéia "Uma Distro para Arrasar com Todas as Outras" proporcionaria. O problema é que as desvantagens são muito profundas, penso que elas negam qualquer validade à primeira lista. Apenas algumas:

Desvantagens da distribuição Linux padronizada:

  • Um seleto grupo de indivíduos controlaria a direção presente e futura do Linux.
  • Não haveria competição interna na comunidade Linux. Quanto isto seria triste se tivéssemos somente o Windows e OSX para serem comparados conosco?
  • Perdemos a capacidade de escolher, que é a parte fundamental de tudo que o Linux defende.
  • Nós tornamos um sistema operacional monolítico, pesado, de mente fechada, improdutivo, sem esperança de renovação e sem motivação de pensar diferente.

Ok, admito, o último ponto chega a ser evangelizador. É importante perceber que é da nossa diversidade que tiramos nossa força. É a comunidade que nos dá poder. É a liberdade de escolha que nos permite achar soluções que melhor se encaixam às nossas necessidades, em vez de pegar qualquer solução fornecida por produtores.

Então, sim, eu tendo a usar Ubuntu. Para meu propósito, ele faz mais sentido. Felizmente, você tem o direito de escolher o que quiser. E é assim que deve ser. Obrigado Linux.

Fonte: Shawn Powers@LinuxJournal.com

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Não concordo muito com o fim do artigo por um motivo. Pode ser contado e forma de piada.

Era uma vez um administrador de rede, que perguntado pelo chefe "Por que você não coloca Linux em nosso servidores?" ele responde: "- Não posso deixar minha rede nas mãos de um fórum."

[Open Music!] Sleeping Sky - I Will Always Love You


Artista: Sleeping Sky
Música: I Will Always Love You
Album: Home Recordings 2001 - 2006
Página no Jamendo: AQUI


O progresso do X.org 7.4

Se tudo ocorrer como planejado, o X.org 7.4 será finalmente lançado este mês. Essa versão não é tão elaborada quanto o X.org 7.3, cuja versão introduziu a entrada hot-pluggin (reconhecimento imediato de adição/remoção de hardware), aprimoramentos EXA e RandR 1.2 só para citar alguns recursos, mas o X.org 7.4 é outro update melhorando esse servidor X. Nesse artigo, estamos apresentando uma visão geral dos resursos que serão encontrados no X.org 7.4, que está atrasado, e como este lançamento está sendo criticado duramente.

O X Server 1.5.0 / X.org 7.4 estava originalmente agendado para lançamento em março de 2008, mas a data chegou e passou. Não era assim até fim de fevereiro quando Adam Jackson, da Red Hat, reforçou a equipe como gerente de lançamento e começou o planejamento do lançamento do X.org 7.4 devido à Red Hat querer distribuir o X.org 7.4 no Fedora 9. O Fedora não será distribuido com a versão final do X.org 7.4 / X Server 1.5, mas, em vez disso, uma versão pre-release em desenvolvimento. Poe enquanto o driver Intel é o único que suporta esta característica a tempo para o X.org 7.4 e o Fedora é a primeira distribuição distribuída com suporte mode-setting no kernel.

A última versão do X Server no momento é a 1.4.99.901, cuja contém mais de 100 mudanças desde o X Server 1.4.0. Entretanto, este lançamento apareceu em março e está atrasado sem nenhum release candidate ou development freeze a ser alcançado. Como observação: o X Server 1.4.1, que estava planejado para lançamento em novembro de 2007, ainda não foi lançado!

O X.org 7.4 está atrasado e está rodando com muito menos recursos do que estava planejado. O plano original era ter suporte Multi-Pointer (MPX), mas isto foi adiado assim como XGE (X Generic Events), RandR 1.3, e também foi tirado deste lançamento o que Daniel Stone descreveu como "input hotness", ou XKB 2 e Xi 2. O que também parece que foi mandado para o espaço é o Glucose. O Glucose não tem sido muito comentado ultimamente comparado ao Gallium3D ou ao TTM, mas ele é uma arquitetura de aceleração OpenGL que está para ser acoplado no servidor X e acelera renderizações primitivas comuns num estilo parecido ao do XGL. Esperamos que estes itens estajam na agenda para o X.org 7.5, que deve chegar como um lançamento atrasado de 2008 - permitindo o fim do X.org 7.4 no primeiro semestre de 2008.

O que é novo, entretanto, no X.org 7.4 é, sobretudo, a soluçãodo problema (de longa data) do PCI rework com mais drivers que usam libpciaccess, atualizações para Mac OS X, testes de compositing para x11perf, rápida inicialização/desligamento do X e suporte para um socket namespace abstrado sob Linux com o xtrans. Também adicionado é o suporte DRI2 de renderização direta, mas como o suporte mode-setting do kernel, ele está limitado atualmente ao driver Intel. As atualizações do Mac OS X no X.org 7.4 incluem reparos no Xquartz, suporte launchd e outros recursos. O x11perf 1.5 adiciona testes de compositing (pelos argumentos compwinwin* e comppixwin*) para merdir a performance de compositing de vários tamanhos de janelas, de janela a janela e de pixmap a janela.

Talvez o que é mais importante no X.org 7.4 do que somente o X Server 1.5 são alguns dos drivers encontrados como parte deste lançamento, o X.org 7.4 terá o xf86-video-ati-6.8.0 (o driver open-source "radeon"), que adiciona suporte para as GPUs ATI R500/600 através do AtomBIOS, suporte de aceleração Render inicial para R300/400, melhorou a interação Driver/BIOS e um monte de outras melhorias. Sentado ao lado do xf86-video-ati está o driver xf86-video-radeonhd, que para o X.org 7.4 será a marca RadeonHD 1.2. Este é o primeiro lançamento do X.org desde que o driver RadeonHD tem sido abrilhantado com o suporte para R500/600 assim como aceleração inicial de 2D EXA/XAA e suporte RandR 1.2.

No lado dos gráficos Intel está o xf86-video-intel 2.3.0, que possui suporte XvMC, muitos bugs consertados e um novo suporte ao produto desde que o último lançamento do X.org. Finalmente, no lado da NVIDIA está o lançamento do xf86-video-nv 2.1.8 que entrega um suporte 2D open-source para a GeForce 9600GET. Para aqueles que usam o VMware, o driver xf86-video-vmware ganhou o suporte para extenção X-Video na versão 10.16.0 e foi migrado para usar o libpciaccess. Por último mas não menos importante, o X.org 7.4 incluirá um driver beta para o driver open source XGI XP10 desenvolvido por Ian Romanick. Esse driver tem suporte mode-setting nativo e funções RandR 1.2, mas atualmente é limitado à saída VGA analógica.

À cerca da atividade em torno do X.org 7.4. No momento, existem mais de 40 bugs bloqueam este quarto lançamento. Nenhuma palavra oficial apareceu ainda, mas não fique surpreso se este lançamento para maio se transformar em junho ou julho. No ano passado, Alan Coopersmith, da Sun, manifestou preocupação sobre a degradação da qualidade dos lançamentos do X.org e, infelizmente, quase nada mudou desde então, entretano, Adam Jackson tem feito um verdadeiro trabalho com o X.org 7.4.

Fonte: Michael Larabel@phoronix.com

Clientes Twitter para Linux

O Twitter é uma popular rede social que está ganhado popularidade como uma ferramenta de micro-blog. Usuários registrados podem postar mensagens - também chamadas de Tweets - via interface Web, mas muitos preferem usar aplicações desktop que oferecem funcionalidades adicionais e tiram o Twitter totalmente do navegador.

O Qt Twitter Linux é um cliente leve para KDE desenvolvido em QT e C++. Desde que ele foi construído usando API's do Twitter, mensagens enviadas através dessa ferramenta aparecem instataneamente na página do Twitter como se elas fossem enviadas diretamente da interface Web (todos os Tweets mostram qual aplicação o remetente usa como padrão). Enquanto o Qt Twitter Linux não vem com características úteis, como busca e arquivo, ele é ótimo para rápido envio de mensagens.

Screen do QT Twitter Linux

O Twitux é um cliente Twitter especialmente projetado para o desktop GNOME. Ele tem várias características básicas, incluindo envio direto de mensagens, notificação de updates dos amigos, auto-update do timeline e um ícone na barra de notificação.

Screen do Twitux

O gTwitter é uma aplicação GTK+ que lhe permite ler timelines públicas e de seus amigos, e claro, postar no Twitter. Você pode ajustar a taxa de atualização, salvas imagens dos outros e escolher como você quer que os Tweets serão mostrado. Planos futuros para esta aplicação incluem a capacidade de salvar seu histórico, receber notificações de novos Tweets e escrever mensagens para seus amigos.

Screen do gTwitter

O Spaz é um excepcional cliente cross-plataform que usa o Adobe Air. Ele suporta múltiplos temas, eventos sonoros e CSS sobrepostos definidos pelo usuário. Com o Spaz, você pode deletar os Tweets que você enviou, favoritar os Tweets de suas amigos, enviar mensagens diretas ou responder para qualquer usuário do Twitter. O Spaz mantém o registro de quem você acompanha, como também de quem acompanha você, atualizações automáticas para manter você a par de todas as mensagens que chegam diretamente ou pelo timeline. O Spaz ganhou um prêmio no outono passado no AIR Developer Derby, e com boas razões. Ele limpo, fácil de usar e é maravilhoso.

Screen do Spaz

Se você não quer deixar o seu editor de texto favorito só para "Twittar" seus amigos, confira os plugins do Twitter para o Vim e Emacs. Ambos permitem somente as funções mais básicas, como atualizar seu status e ler os Tweets de seus amigos, mas eles são perfeitos para enviar um Tweet rápido sem abrir uma nova aplicação.

Se está longe de seu desktop, você pode tentar o jibjib, um cliente Twitter J2ME de código aberto para telefones celulares com Java. A aplicação tem um tamanho pequeno, cerca de 30KB, e é projetado para o uso com uma das mãos, como também para telefones com rodas de rolagem ou botões. Ele tem vários atalhos, incluindo recurso de resposta rápida e multileitura para uma leitura de Tweets mais facilitada.

Se nenhuma dessas aplicações para Linux faz exatamente o que você quer, existe vários outros projetos que você pode experimentar no SourceForge.net, incluindo o cliente baseado em Java, jTwitt; o twitterl que envolve com Java a API do Twitter; e o Pwytter, um cliente cross-plataform escrito em Python.

Fonte: Linux.com

[Open Music!] The Heaven - If You're Lost For Somewhere Else To Be


Artista: The Heaven
Música: If You're Lost For Somewhere Else To Be
Album: The Heaven
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Usando o GnomeVFS para manipular arquivos

Enquanto os usuários KDE têm o KIO slaves para fácil acesso ao sistema e recurso de rede, os humildes usuários GNOME podem realizar feitos similares com o seu sistema virtual de arquivos, denominado GnomeVFS, que é uma extenção do sistema de arquivos físico de um disco. Usando o GnomeVFS, os usuários podem trabalhar com dados remotamente que podem vir de diferentes lugares, como de dentro de arquivos comprimidos em gzip.

O GnomeVFS é parte integrante do GNOME. Ele é composto de vários módulos que trabalham em segundo-plano e dão ao GnomeVFS sua funcionabilidade. Em distribuições Fedora e Ubuntu esses módulos estão listados sob o diretório /usr/lib/gnome-vfs-2.0/modules/. Alguns dos módulos comumente incluídos estão http:, ftp:, tar:, ssh:, fonts: e burn:. Você pode adicionar mais módulos via gerenciador de pacotes das distros. Por enquanto, no Ubuntu, o pacote libgnomevfs2-extra adiciona os módulos bzip2: e smb:.

Você pode usar o GnomeVFS dentro do gerenciados de arquivo Nautilus ou via linha de comando. Os módulos GnomeVFS usados mais comumente são http: e https:, que acessam dados armazenados em um servidor Web. Você também pode usar o ftp:// para acessar dados de um servidor FTP e o smb:// para acessar dados de um compartilhamento Samba.

Um módulo interessante do GnomeVFS é o burn://. Você pode usa-lo dentro de uma janela do Nautilus e arrastar e soltar arquivos para a janela para grava-los em um CD ou DVD, dependendo da mídia na sua máquina.

Mas a verdadeira graça do GnomeVFS vem do seu uso via linha de comando. O comando eog file:///tmp/stuff.tar#tar:bookmarks.png abrirá o arquivo bookmarks.png no visualizador de imagens do GNOME. O comando usa dois módulos do GnomeVFS. O módulos file:// especifica o local do arquivo (/tmp/stuff.tar). A parte do comando "#tar:bookmarks.png" diz ao GNOME que qualquer coisa antes disso é um arquivo tar, e ele deve fazer o que for preciso para mostrar o arquivo bookmarks.png sob ele. Você não tem que se preocupar em desempacotar o arquivo e limpar depois.

Da mesma forma que você pode ler arquivos de um arquivo comprimido sem descomprimi-lo antes. Se você tem um arquivo .tar.gz, você terá que combinar dois módulos do GnomeVFS para extrai-lo. Por exemplo, eog file:///tmp/stuff.tar.gz#gzip:#tar:forum.png irá tratar primeiramente do arquivo (/tmp/stuff.tar.gz) como um arquivo comprimido e descomprimi-lo, e então tratará do arquivo resultante (stuff.tar) como um arquivo tar e descomprimi-lo para exibir a imagem (forum.png).

O GnomeVFS também pode manipular arquivos bzip2 e também ler os arquivos sob diretórios. Em gedit file:///tmp/old-docs.tar.bz2#bzip2:#tar:020207/writeup.txt nós pedimos ao GNOME para exibir um arquivos de texto de um sub-diretório depois de extrai-lo de um arquivo bzip2.

Também existem algumas ferramentas do GnomeVFS projetadas especificamente para o uso em linha de comando, como gnomevfs-cat, gnomevfs-copy, gnomevfs-ls, gnomevfs-mkdir e gnomevfs-info. Essas ferramentas são versões "GnomeVFSadas" de ferramentas em linha de comando comuns e são semelhantes em funções, com uma vantagem: a habilidades de trabalhar em arquivos remotos.

Por exemplo, gnomevfs-cat http://www.example.net.net > /tmp/index.html realiza a mesma função de cópia que o comando cat faria, mas em uma arquivo localizado remotamente. Do mesmo modo, gnomevfs-ls smb://192.168.2.2/D/ exibe o conteúdo de um diretório Windows remoto na sua rede.

Usando o GnomeVFS, você também pode ver arquivos em Websites via FTP. O comando gnomevfs-ls ftp://username:password@ftp.example.net/public_html lista o conteúdo de um diretório remoto juntamente com o tipo, tamanho, e permissão dos arquivos, neste formato:

.               (Directory, x-directory/normal)        size 4096
.. (Directory, x-directory/normal) size 4096
.htaccess (Regular, application/octet-stream) size 413
.smileys (Directory, x-directory/normal) size 4096
WysiwygPro (Directory, x-directory/normal) size 4096
_private (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_bin (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_cnf (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_inf.html (Regular, text/html) size 1754
_vti_log (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_pvt (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_txt (Directory, x-directory/normal) size 4096
contact.htm (Regular, text/html) size 2390
favicon.ico (Regular, image/x-ico) size 1406
images (Directory, x-directory/normal) size 4096
index.htm (Regular, text/html) size 2977

Você também pode enviar um arquivo para um site remoto via FTP usando o GnomeVFS. O comando gnomevfs-copy /tmp/moi.jpg ftp://username:password@ftp.example.net/public_html/images/ usa o gnmevfs-copy para enviar um arquivo local (/tmp/moi.jpg) para o local especificado (/public_html/images) no site. Você também pode usar ftp://username:password@ftp.example.net dentro do Nautilus e copiar e colar arquivo para o site.

Uma vez que ele foi enviado, você pode checar o aquivo usando o gnomevfs-info. O comando gnomevfs-info ftp://username:password@ftp.example.net/public_html/images/moi.jpg resulta na seguinte saída:

Name              : moi.jpg
Default app : eog.desktop
Size : 4321
Blocks : 9
I/O block size : 32768
Local : NO
SUID : NO
SGID : NO
Sticky : NO
Link count : 1
UID : 1000
GID : 1000
Access time : Tue Mar 8 00:00:00 2008
Modification time : Tue Mar 8 00:00:00 2008
Change time : Tue Mar 8 00:00:00 2008

Usar o GnomeVFS para ver arquivos remotos e arquivos em subpastas compactadas pode ser uma verdadeira economia de tempo.

Fonte: Mayank Sharma@Linux.com

[Open Music!] Kiff'On - Né Funky


Artista: Kiff'On
Música: Né Funky
Album: Nés Funky
Página no Jamendo: AQUI

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A melhor dica de marketing para Linux: Não mencione Linux

nolinux.jpg

O VAR Guy [autor original] não estava procurando por amor, mas ele achou isso durante uma visita a CostCo local na noite passada. Lá, ele viu um EeePC da Asus por US$299. Ele vem com Linux - mas nos materiais promocionais dentro da loja da CostCo para o dispositivo mal mencionava o Linux. Isso pode ser uma jogada esperta. Veja porquê.

Durante a visita a CostCo, o VAR Guy notou vários compradores observando o Eee PC (Os três E's significam Easy to work, Easy to Learn, Easy to play). Nenhum dos compradores - nenhum - que osbservava o Eee PC na noite passada perguntou se ele rodava Windows, Linux ou outra coisa. O fato é: a maioria dos consumidores não sabem sobre Linux ainda.

Os clientes do CostCo têm perguntas mais práticas em suas mentes:

• O pequeno sub-notebook de US$299 tem acesso a internet? (sim)
• Suporte Wireless? (sim)
• Funções de email? (absolutamente)
• Habilidade de compartilhar documentos, planilhas, apresentações? (claro)

Note que a lista acima não menciona "Windows" ou "Microsoft Office". Mais e mais, os consumidores de hoje estão pensando menos em produtos de software pelo nome. A Internet e os padrões suportados amplamente (TCP/IP, HTML, Ethernet, etc.) começaram a nos livrar de pacotes de sotware monolítico.

Hey, o VAR Guy ainda é um usuário do Microsoft Office. De fato, ele acha muito bom. Mas se você está no mercado para um sub-notebook barato que é fácil de usar enquanto está na estrada, o Eee PC está se conectando com milhares de usuários.

Na verdade, o Eee PC com uma tela de 7 polegadas tem sido um sucesso de vendas. Mas o VAR Guy prefere esperar o de tela de 9 polegadas. Ele pode precisar pagar um pouco mais por esse extra. O fato dele rodar Linux é um bônus para o VAR Guy. Mas para a maioria dos consumidores, o Linux ainda nem está em seus radares.

Fonte: TheVARGuy

Guia de Instalação do Office 2007 no Linux com o Wine

ms_office_logo.jpg

Sobre o Office 2007

O Microsoft Office 2007 (chamado oficialmente de 2007 Microsoft Office system) é a mais nova versão da suite de produtividade da Microsoft. Formalmente conhecido como Office "12" no estágio inicial do seu ciclo beta, ele foi lançado para grandes clientes em 30 de novembro de 2006 e ficou disponível para pequenos clientes em 30 de janeiro de 2007. Essas são, respectivamente, as mesmas datas que o Windows Vista foi lançado para pequenos clientes. O Office 2007 contém vários novos recursos, o mais notável é a totalmente nova inferface de usuário chamada de Fluent User Interface (inicialmente referida como Ribbon UI), substituindo os menus e barra de tarefas que têm sido o entrave do Office desde a sua concepção. O Office 2007 requer o Windows XP com o Service Pack 2, Windows Server 2003 com o Service Pack 1 ou Windows Vista.

O Office 2007 também inclui novas aplicações e ferramentas server-side. A principal entre elas é o Groove, uma suite de colaboração e comunicação para pequenas empresas, cujo foi originalmente desenvolvido pela Groove Networks, antes de ser adquirida pela Microsoft em 2005. Também está incluído o Office SharePoint Server 2007, a principal revisão para a plataforma de servidor para as aplicações Office, que suporta o "Excel Services", uma arquitetura de cliente de servidor para suportar trabalhos do Excel que são compartilhados em tempo real entre múltiplas máquinas, e também são visualizadas e editadas através de uma página web.

O Microsoft FrontPage foi removido inteiramente da suite Office. Ele foi substituido pelo Microsoft Office SharePoint Designer, que é destinado para o desenvolvimento de portais SharePoint. Seu design orientado equivalente ao Microsoft Expression Designer é direcionado para o uso geral em desenvolvimento web. Entretanto, nenhuma aplicação está inclusa em nenhuma das suites Office. Além disso, desde que o reconhecimento de voz e o reconhecimento de escrita são parte do Windows Vista, os componentes de voz e escrita foram removidos do Office 2007. Reconhecimento de voz e escrita funcionam com o Office 2007 somente no Windows Vista ou no Windows XP Tablet Edition.

Informações do Produto

O Microsoft Office 2007 é uma completa suite de software de produtividade e software de base de dados que inclue as versões 2007 do Publisher, Excel, Outlook, Outlook com o Gerenciador de Contatosde Negócios, PowerPoint , Access e Word. Os poderosos recursos de gerenciamento de contatos lhe ajuda a reunir todos os clientes e informações potenciais em um único lugar, enquanto menus aperfeiçoados apresentam a ferramenta certa exatamente quando você as necessita. O Office 2007 também permite que você desenvolva material de marketing profissional para impresão, email e web, e produz efetivas campanhas de marketing em casa. Além disso, você pode criar documentos de negócios dinâmicos, planilhas e apresentações, e contruir bases de dados sem qualquer experiência prévia ou equipe técnica.

Seja trabalhando numa planilha financeira, criando uma apresentação importante, seja construindo uma base de dados de um cliente, o Office 2007 o ajuda a achar e usar os recursos que necessita mais rapidamente e mais facilmente. A aparência intuitiva desse software, incluindo os menus e barras de tarefas que são mostradas automaticamente dependendo do resurso que está usando, melhora a sua produtividade. Com o Publisher 2007, você pode criar e publicar uma larga gama de materiais de marketing para impressão, email e internet com a sua própria marca, incluindo logo, cores, fontes e informações de negócios. Ou tire vantagem das centenas de templates profissionalmente desenhados e customizáveis, e mais de 100 tipo de publicações em branco. Este software também permite que você reutilize textos, gráficos e elementos de design e converta o conteúdo de um tipo de publicação para outra. Você também pode combinar e filtrar listas e datas de emails de múltiplas fontes, incluindo as versões 2007 do Excel, Outlook, Outlook com o Gerenciador de Contatos de Negócios e Access, para criar materiais de impressão e email personalizados, e contruir materiais customizados como catálogos e planilhas.

Configuração do Wine

Com um diretório de configuração limpo e rodando em um desktop virtual em 1024x768

Versão do Wine testada: 0.9.58
Versão do Windows emulada: XP
Versão do Office: Microsoft Office 2007

$ winecfg

Assim que o diretório .wine é contruído, a ferramenta de configuração iniciará evocê pode definir um desktop virtual na aba Grafics se deejar.

Instalando o Microsoft Office 2007

Para instalar o Microsoft Office 2007, a primeira coisa que precisará pegar é uma copia do CrossOver Games. CrossOver Games para instalar o Office 2007? Sim!

Depois de uma cópia do CrossOver Games em mãos, a instale, e então vá até ~/cxgames/lib/wine e copie o rpcrt4.dll.so para ~/.wine/drive_c/windows/system32, você precisará renomear o arquivo rpcrt4.dll que está atualmente em ~/.wine/drive_c/windows/system32 para *.bak e então renomeie o rpcrt4.dll.so para rpcrt4.dll.

Já que está em /system32, também renomeie o arquivo msxml3.dll para *.bak, o próximo passo a fazer é rodar o winecfg de novo e definir os arquivos msxml3.dll and rpcrt4.dll como "native windows" (na aba Libraries), selecione, salve e saia.

Agora você precisará instalar o Microsoft XML Parser (MSXML). Depois de baixar vá até a pasta que que salvou e rode:

$ msiexec /i msxml3.msi

Você pode precisar montar o seu CD do Office 2007 com a opção -o unhide. Isto irá evitar problemas com arquivos ocultos durante a instalação.

Monte o CD para o seu disco e inicie a instalação

mount -t iso9660 -o unhide /dev/cdrom /media/cdrom0

tom@tom:~$ cd /media/cdrom0
tom@tom:/media/cdrom0$ wine setup.exe

[youtube http://br.youtube.com/watch?v=yDmc4fG2AJM]

Microsoft Office 2007 Word

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office-2007-word-2.jpg

Microsoft Office 2007 Excel

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office-2007-excel-2.jpg

Microsoft Office 2007 PowerPoint

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office-2007-powerpoint-2.jpg

Microsoft Office 2007 Publisher

office-2007-publisher.jpg

Microsoft Office 2007 OneNote

office-2007-onenote.jpg

[youtube http://br.youtube.com/watch?v=48SjVdUTwdo]

Notas:

• Ainda há um número de bugs não resolvidos, tenha isso em mente.
• Se você já não possui o CrossOver Office ou o CrossOver Games agora é um bom momento para se tornar um cliente e ajudar o futuro desenvolvimento o Wine.

Fonte: Wine Review

[Open Music!] Brad Sucks - Bad Attraction


Artista: Brad Sucks
Música: Bad Attraction
Album: I Don't Know What I'm Doing
Página no Jamendo: AQUI

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Benchmark: Criptografia de Disco no Ubuntu Linux

No Ubuntu 7.10 foi introduzido o suporte a instalação com criptografia usando a instalação Alternate, onde pode-se criptografar totalmente seu disco em um LVM (Logical Volume Manager) usando o dm-crypt. Infelizmente, no instalador Ubiquity do Ubuntu 8.04 continua a falta do suporte LVM e de criptografia, mas usando o Ubuntu 8.04 Alpha 6 nós observamos o desempenho dessa configuração criptografada no Ubuntu Linux. Em vez de olhar diretamente a sobrecarga de leitura/escrita causado pelo processo da criptografia, nós fornecemos alguns benchmarks para ver como a performance no mundo real é impactada nos jogos e em outras tarefas de desktop.

ubuntu_encrypt_1.jpg

Para avaliar a performance da criptografia de disco no Ubuntu Linux, realizamos duas instalações limpas do Ubuntu 8.04 Alpha 6 com kernel Linux 2.6.24 usando o instalador Alternate. Numa instalação, usamos o método "Guided - use entire disk and set up LVM", e na outra usamos o método "Guided - use entire disk and set up encrypted LVM". Todas opções em ambas instalações foram igualmente mantidas e deixadas em seus respectivos valores padrões.

ubuntu_encrypt_2.jpg

Em vez de apenas rodar testes de discos do Linux, nós rodamos vários testes do nosso dia-a-dia. Estes testes incluem: Enemy Territory, Doom 3, Enemy Territory: Quake Wars, encode com o LAME, compressão Gzip e a medição do tempo de cópia de 364 imagens (no total de 1.3GB) de um driver flash USB para o disco rígido. Os testes que fizemos para esse artigo são simples como esses, nós rodamos os testes em LVM padrão e LVM criptografado. O hardware dos testes consiste em um processador AMD Athlon 64 X2 4200+ AM2, memória RAM de 2GB A-DATA DDR2-800, disco rígido Western Digital 160GB SATA, placa-mãe Abit NF-M2 nView e placa de vídeo NVIDIA GeForce 6600GT 128MB usando o driver 169.12.

Enemy Territory v2.60 800x600

01.png

Doom 3 v1.3.1 1280x1204 - High Quality

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ET: Quake Wars v1.4 1280x1204 - High Quality

03.png

Lame Encoding v3.97 (time lame -h song.wav song.mp3 [83MB])

04.png

Gzip Compression (time gzip -c armyops.tar > armops.tar.gz [745MB])

05.png

Flash Drive to HDD (time cp -va images ~ [364 images/1.3GB])

06.png

Nos três testes dos jogos - Enemy Territory, Doom 3, and Enemy Territory: Quake Wars - o LVM criptografado teve um impacto pequeno na performance da taxa de frame. No Doom 3 e ET: Quake Wars a taxa de frame caiu alguns frames quando o dm-crypt estava em uso. A maior queda foi com o ET: Quake Wars, que equacionou 2.9 frames ou uma queda de 10% na performance. No encode de um arquivo WAV para o formato MP3 com o LAME e na compressão usando Gzip em um arquivo de 745MB a queda de performace foi pequena mas perceptível. Em nosso último benchmark, que é o mais intenso para o disco, cujo era copiar 364 imagens JPEG, no total de 1.3GB em espaço de disco, de um drive Corsair Flash Voyager GT para o disco rígido, o custo de performance usando o LVM criptografado foi cerca de 7%.

Dependendo da cituação, o impacto da performance usando o dm-crypt irá variar, mas para usuários móveis com informações delicadas ou apenas pessoais, a criptografia do disco rígido torna-se necessária e seus benefícios se sobrepoem ao pequeno impacto de performance. É uma pena que o suporte a criptografia não tenha chegado a tempo no instalador do LiveCD para o Ubuntu 8.04 LTS, mas esperamos que ele seja adicionado no Ubuntu 8.10. Idealmente para essa criptografia em desktop eles usarão o Cryptsetup com suporte LUKS.

Fonte: Phoronix

Brainstorms Brilhantes

brainstorm.png

Existem muitas tarefas automáticas que as pessoas têm em seus computadores fazendo o tempo todo, como baixar um arquivo grande, fazer backup, instalar updates e outras tarefas parecidas. Mas quando uma tarefa como essa inicia enquanto está trabalhando em alguma coisa, especialmente em computadores antigos, ela pode travar o computador e se torna difícil fazer alguma coisa. Se essa idéia estivesse implementada, esse tipo de tarefa teria lugar enquanto o seu protetor de tela estava rodando, e seu trabalho nunca seria interrompido.


Se você já esteve num fórum de suporte Linux, já viu inúmeros tópicos perguntando "por que o meu não funciona?". Essa idéia faria com o usuário seja avisado antes da instalação se algum do seu hardware não funcionará ou se ele funcionará totalmente, o que é muito melhor do que perder tempo instalando o Linux apenas para descobrir que não funciona. Pelo menos se eles forem avisados previamente que o hardware é incompatível, eles não pensarão que o Liux não funciona em nada.

Apesar dos guias para pessoas interessadas em se envolver em projetos open source existentes, que geralmente não são amigáveis para novatos como deveriam ser e muitas vezes atalhos para multiplos tutoriais longos, deixando o possível voluntário confuso para o que deveriam fazer. Melhorar uma nova expreriência para novos programadores poderia aumentar dramaticamente o número de pessoas dispostas a ajudar o Ubuntu. Isso seria particularmente útil para programadores amadores, como estudantes universitários que fizeram alguns cursos, mas que nunca programaram profissionalmente.

Fonte: Linux Loop

[Open Music!] N'OR - La France sur écoute


Artista: N'OR
Música: La France sur écoute
Album: La France sur écoute
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[Open Music!] Drunk Souls - Give me a Sign


Artista: Drunk Soul
Música: Give me a Sign
Album: On verra plus tard ...
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Ferramenta Linux acelera PCs forences da Polícia

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Estudantes australianos desenvolveram um programa que ajudará no processo dos casos forences. O programa se chama SIMPLE (Simple Image Preview Live Environment), ele permite que os investigadores visualizem e adquiram dados da cena do crime sem comprometer a integridade dos dados como foram coletados. Para mais informações clique aqui.

Linux + Flash + DRM = ???

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De acordo com um artigo no newteevee.com, "a fundação Eletronic Frontier está preocupada sobre os esforços da Adobe para adicionar o gerenciamento de direitos digitais (DRM)" ao formato Flash. Esse é uma tentativa da Adobe se acertar com o "mercado de transmissão via internet de TV suportado por propaganda". O anúncio para ter Flash DRM veio em abril por um produtor independente, a Widevine. Então, o que isso significa para o Linux e o precário suporte do Flash Player? Nós nem sequer se preocuparemos em passar a potencial bagunça que isso vai causar aos usuários em geral; quantas pessoas serão capazes de pegar partes de seus shows e filmes favoritos e transforma-los em homenagens no YouTube? Quanto ao resto, o Linux será capaz de roda esses filmes em DRM Flash? Provavelmente não. Isso não é como outras mídias DRM estarem bem suportadas no Linux, se elas são suportadas em tudo. Portanto, esse é o "longo adeus" do Flash para Linux?

O Flash Player no Linux é terrível, uma aplicação bugada. Ainda não há nem mesmo o suporte 64-bit, então muitos usuários Liux de sistemas 64-bit precisam instalar navegadores 32-bit ou criar plugins para seus plugins do flash player 32-bit. O Flash Player é tão mal suportado que descobri que no próprio site da Adobe, que usa o Flash Player para os menus superiores, nem sequer exibe os corretamente no meu Ubuntu 32-bit usando Firefox com Flash Player. Isso é uma piada? O Flash Player que nos disponibilizam não funciona corretamente nem mesmo no próprio website? Que vergonha para a Adobe por lançar um produto tão horrível. Repare na screenshot abaixo, quando passo o mouse sobre o item "Solutions"; ele é completamente cortado pelo filmes do Flash player diretamente sob ele. E agora, sobre esse plugin bugado e mal-feito, nós temos que encarar a possibilidade do DRM estar em Flash? Creio que teremos que dizer adeus ao Flash.

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Talvez, e odeio dizer isso, nós, usuários Linux, podemos esperar algo melhor com a conversão do Silverlight - da Microsft - pelo projeto Mono para o Linux, conhecido como Moonlight. Não é isso que eu quero, o que quero é que a Adobe pare de nos fazer de idiotas e começe a agir em conjunto. Eles devem começar a portar todas as suas aplicações para o Linux.

Adobe, estamos cheios do Windows; não queremos virtualiza-lo; não queremos usar o Wine para rodar os seus programas; queremos você para cooperar e perceber o quão pequena a nossa fatia de mercado pode parecer no papel, mas realmente existe muitos de nós. E todo dia, nossos produtos open source estão ficando melhores, se aproximando de seus programas (em aluns caso até superando), e antes que você saiba, nós nem lembraremos do seu nome.

Fonte: LinuxHow2

[Open Music!] Alma Livre - Hoje Eu Sei


Artista: Alma Livre
Música: Hoje Eu Sei
Album: Hoje Eu Sei
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Dois novos temas chegam com o Ubuntu 8.04

Não é o completo redesign que foi planejano e cancelado, mas dois novos temas foram adicionados ao Ubuntu 8.04. Os novos temas GTK são o Human-Murrine e Human-Clearlooks. Os ícones Human e o tema do Metacity estão intactos. Atualmente, o Human-Murrine é o padrão no atualizado Ubuntu 8.04.

A característica mais distinta do Human-Murrine é a barra de menu das aplicações sombreada. Os botões são quadrados e extremente brilhosos. Aqui está uma screenshot:

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Como o nome sugere, o Human-Clearlooks é baseado no novo tema Clearlooks do GNOME. Passando o mouse sobre os botões os tornam laranja. Esse tema parece inacabado; como pode ver na screenshot abaixo, a barra de ferramentas tem um fundo completamente vazio.

ubuntu804clearlooks.jpg

Um bom recurso no Human-Clearlooks é o indicador de foco em volta dos botões. O quadrado preto pontilhado foi substituido por algo mais fácil de ver e mais bonito. Nesta screenshot você pode ver um botão com o mouse em cima como também um botão com foco.

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Espero que o padrão seja trocado do Human-Murrine para o Human-Clearlooks. Ambos são legais (e precisam de alguns ajustes, mas prefiro os botões focos em vez dos brilhantes, assim como o lindo indicador de foco.

Fonte: Tombuntu

Ferramentas de conversão de audio para Linux

A maioria dos players de música portáteis podem tocar musica encodada no formato de audio MP3, mas alguns consumidores também têm arquivos em Ogg Vorbis, FLAC, MPC, e até WMA. Como você muda de um formato para outro quem precisa? Aqui estão algumas das melhores ferramentas de conversão disponíveis no Linux.Uma das mais simples e elegantes formas de converter arquivos de audio é usando o script audio-convert. Ele faz uso do Zenity para mostrar mensagens gráficas e janelas, mas o resto do trabalho pela linha de comando.

Quando você digita audio-convertnome-do-arquivo, lhe é apresentada uma mensagem gráfica lhe pedindo para escolher o formato de saída para o arquivo resultante. Você então especifica se pretende passar as tags ID3 existentes para o arquivo recém criado ou as colocará manualmente. Nesse último caso, o script insere o nome da banda e título do álbum para todas as músicas depois de inseri-las uma vez. Você tem quatro opções de qualidade de audio quando se converte para MP3: medium (160Kbps), standard (220Kbps), extreme (264Kbps) e insane (320Kbps).O audio-convert faz uso de várias ferramentas CLI (command-line interface) para faz seu trabalho. Ele precisa do MPlayer para decodificar arquivos WMA, musepack-tools para manipular arquivos de audio MPC, e o flac e outros a fim de converter arquivos entre os formatos OGG, MP3, ACC, WAV, APE e WMA. Se quer manter isso simples, use esse script elegante.

O SoundConverter é outra ferramenta leve que oferece uma simples, porém efetiva, interface gráfica para convertar arquivos de audio. Apenas especifique uma pasta ou um arquivo individual usando o drag-and-drop (arrastar e soltar) ou os botões da interface de usuário e você pode converter para os formatos MP3, OGG, FLAC ou WAV, variando o bitrate de 64Kbps a 256Kbps no caso dos dois primeiros formatos. Opcionalmente, a partir da janela de preferências (Preferences), você pode especificar como os arquivos resultantes srão nomeados e onde eles ficarão. Você pode configurar o programa para criar uma pasta baseada no nome do artista e inserir sub-pastas usando o nome do album que contém o nome real das musicas. Você pode selecionar arquivos em três cliques, e tudo o que vocÊ tem que fazer é esperar o processo acabar.

O SoundKonverter é um front-end (capa) baseado em QT para vários conversores de audio que lhe permite ajustar o arquivo resultante de diversas formas. O SoundKonvertertmbém possui a ferramenta Replay Gain Tool que pode fazer correções de volume em arquivos, de modo que elas tocam em um nível de volume igual.

Arraste e solte os arquivos ou pastas que contenham arquivos de audio até a janela principal, então, da aba Simple selecione o formato de saída: OGG, MP3, MP2, RM, MID, MPC, RA, ou qualquer outro que você tenha um encoder instalado. Próximo à lista de formatos de saída está um botão Info, que explica os benefícios que cada formato fornece. Pela lista de Quality escolha a qualidade do arquivo resultante: de Low (baixa), para Very High (muito alta), até Lossless (sem perda) e definida pelo usuário. Você pode especificar o nome do arquivo e diretórios de saída a ser criado usando as metadatas (tag ID3) existentes ou um diretóio de sua escolha. No caso de especificação manual da metadata, %b representa o Album, %a o Artista, %n o número da Faixa, %t o Título; você pode parar o mouse em cima do campo de texto para um popup útil com mais informações. A aba Detailed permite que você coloque o bitrate ou a qualidade, a taxa de resample e tipo de canal de audio (mono ou stereo). Para converter um album MP3 para arquivos OGG, clique na aba Detailed, escolha OGG na lista Convert, coloque a qualidade que deseja e desmarque Resample e Channels para usar o padrão do arquivo. O SoundKonverter iniciará o decodando três arquivos por vez, usando o oggenc em segundo-plano, então começará a encodar os arquivos assim que um deles for terminado.

O Gnormalize é um aplicativo GTK que pode extrair, normalizar e encodar arquivos de audio com precisão. Apenas selecione o arquivo ou pasta que contém os arquivos de audio e escolha o formato de saída pela janela principal. Se desejar presevar o tipo de encode e bitrate do arquivo, clique em normalize e deixe o software fazer seu trabalho. Se preferir mudar essas propriedades, pela aba config selecione change properties e coloque essas opções manualmente. A aba info fornece um editor de tag ID3 que pode modificar arquivos MP3 e OGG por remessa. A aba rip, além das funções de extração, oferece um pequeno player onde você pode prever o resultado. O Gnormalize pode converter entre os formatos MP3, MP4, MPC, OGG, APE, FLAC e WAV.

Além dessas ferramentas multi-formatos, existe uma ferramenta dedicada à converção da maioria dos principais formatos de audio. A proposta do OggConvert é fornecer uma interface gráfica de fácil manuseio para converter diferentes formatos de arquivos para OGG. Para usa-lo, carrega a pasta de origem, mova a barra de conversão de audio para escolher uma qualidade de audio, especifique os nomes dos arquivos e pastas de destino, então clique em Convert.

E por fim há a forma CLI (via linha de comando); você não precisa de todas essas interfaces gráficas para fazer o encode quando você tem tantas alternativas via linha de comando. Todas essas ferramentas acima são apenas front-ends (capas) que usam lame, oggenc, ffmpeg, mppenc, MPlayer e outros programas que podem ser rodados pelo console. Use "lame arquivo.wav arquivo.mp3" para criar rapidamente um arquivo MP3 vindo de um arquivo WAV. Utilize "lame -b 320 arquivo.wav arquivo.mp3" para definir manualmente o bitrate de 320Kbps. Você pode criar um arquivo MPC com bitrate em 212Kbps usando "mppenc --xtreme arquivo-de-entrada.wav arquivo-de-saida.mpc". Para converter arquivo WAV para MID, utilize o Waon: "waon -i arquivo-de-entrada.wav -o arquivo-de-saida.mid". A ferramenta flac pode converter arquivos WAV ou AIFF em OGG FLAC ou arquivos FLAC puros: "flac -8 arquivo-de-entrada arquivo-de-saida", onde o numero representa o nível de compressão. Pode ir de 0 (mais rápido) a 8 (melhor).

O Linux tem uma ferramenta para quase todo formato de audio que você pode encontrar. Se não achar uma nos repositórios da sua distribuição, pode achar na Internet.

Fonte: Linux.com

[Open Music!] Allison Crowe - Secrets (That Aren't My Own)


Artista: Allison Crowe
Música: Secrets (That Aren't My Own)
Album: Secrets
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