Large Hadron Collider - powered by... KDE

Pois é.. se você leu a notícia abaixo sobre o LHC já sabe que o mesm roda Linux. Muito bem. Mas o centro de controle do brinquedinho roda KDE. Veja a screen abaixo e atente para a decoração de janela. O tema é um dos mais feios, mas é KDE!! Quer melhor propaganda?? Só o iPod no ônibus espacial.

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Admin de Tracker BitTorrent será preso por 18 meses

Daniel Dove, ex-Admin do tracker Elitetorrent, foi condenado a 18 meses de cadeia mais multa de US$20.000. A investigação começou em 2005, Dove se declarou inocente mas o juri aceitou a versão de que Dove recrutava uploader "chave" para o fornecimento de conteúdo. O site tinha mais de 130.000 membros que depois do fechamento do site migraram para outros tracker, a grande maioria hospedada fora dos EUA. Outros Admins e Uploaders também foram condenados, mas como se declararam culpados, saíram mais "cedo" da prisão também pagando uma multa - porém menor - e cumprindo também prisão domiciliar. Todos que estão em liberdade terão que passar por um período de condicional, ficando longe de qualquer crime.

Vale à pena ver de novo: Mojave Experiment

Vendo o filme "A Culpa é de Fidel", me lembrei de uma situação emblemática que acontece em quase todos os momentos de nossas vidas que envolvem opiniões sobre o que for: pensamento independente x pensamento bovino. No filme, os pais de Anna tentam explicar a ela a diferença entre "pensamento solidário" e "pensamento de manada". No filme é visível que ambas situações usadas como exemplos - a passeata exemplificando o "pensamento solidário" e a pergunta na escola exemplificando o "pensamento de manada - são iguais, apenas o que muda é a ideologia, mas ambas são "pensamento manada" - com uma dose de ignorância que diferencia as duas situações, no caso da passeata há uma ignorância intelectual por parte dos pais, e no caso da escola há uma ignorância infantil, comum quando não se tem conhecimento da matéria e simplesmente "chutamos" com a maioria. Well, transportando o "pensamento manada" para a informática temos como resultado o "Mojave Experiment". É simplesmente didático. Assim como acontece com o Windows Vista, nesse caso, também acontece com o Linux. Certos tabus ainda existem, alguns justificados outros não. Fica como lição, mesmo que um pouco antigo.



É isso aí. Assistam o filme, está/esteve nos cinemas por esses dias. Se não estiver... paciência.

[Open Music!] Haroldo Torrecilha - Dorme Mariana


Artista: Haroldo Torrecilha
Música: Dorme Mariana
Album: Muito Prazer
Página no Jamendo: AQUI

Netbooks, Chrome e o futuro da computação

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Combine netbooks, como o Asus Eee PC 900, com o Google Chrome.

Eles mudaram a computação de modo fundamental.

Nos acostumamos a pensar sobre computação com um cliente (desktop ou laptop) conectado a um servidor (Intranet ou Internet) através de um interface (um navegador) que traduz códigos HTML no servidor para uma mente por trás da tela.

Agora, testemunhe o futuro.

Existem dois clientes, um computador "doméstico", que ainda seja utilizado em casa ou no escritório, e um computador "remoto" (seja um Asus seja algo como um iPhone), para uso móvel.

O cliente acessa aplicações web, não páginas. A diferença é crucial. Uma aplicação web é um software, não um conteúdo. É hospedado numa empresa ou nuvem de serviço, não num local definido.

Ambos clientes estão sincronizados com a nuvem. Você tem arquivos, a nuvem tem arquivos. O que é primário e o backup está disponível para você.

Isto se torna claro assim que você aprende a usar a barra de endereços do Chrome. É uma barra de busca, um link direto para a ferramenta de busca do Google. Ele é, na verdade, uma aplicação web.

O sistema operacional, nos casos do navegador e do netbook, se torna desprezível.

Estou certo que o Google terá versões do Chrome para Linux e Mac (a versão atual é a 0.2.149.29) no momento que ele sair da versão de testes beta.

O software é projetado para ser uma interface de aplicação web, não uma interface de página web, com cada aba como uma instância separada do software, tendo total acesso ao seu poder de processamento e memória.

O Asus vem com Windows XP, se você desejar, mas porque você desejaria? Todas as suas aplicações comuns estão embutidos. O projeto de estado sólido torna o disco rígido supérfluo. Você poderia plugar 80GB por uma porta USB, mas se você pode conseguir um pendrive de 8GB por US$50, qual é a problema?

Mas há limites.

Assim como não há disco rígido, também não há um driver DVD. É o que é, não o que você quer que seja.

Um coisa que não observei antes é a localização das entradas dos fones-de-ouvido e do microfone. Eles estão na lateral, perto da parte frontal.

Isso faz do Asus um Skype box, pronto para ligações via Internet, equipado com teclado e vídeo. (Não mencionei a webcam de 1.3 pixels em cima da tela, apontando para a sua cabeça?)

O Asus pesa menos de 1Kg, com a bateria plugada. Assim, é leve o suficiente para usar nos bancos de trás de um carro, pequeno o suficiente para a bandeja de encosto na sua frente.

Há uma fusão se aproximando entre o netbook e clientes de Internet com o iPhone, que cabe no seu bolso. Esse é o ponto.

A fusão acontecerá na nuvem.

Arquivos de backup e de configuração ficarão online, sincronizados com qualquer dispositivo que você estiver conectado. Serviços online se tornaram serviços reais, fornecendo o software livre como um modelo superior.

Mais um ponto importante.

Nos casos do Chrome e netbooks como o Asus, ainda estamos sequer na versão 1.0. O Microsoft Windows não se tornou um vencedor até ele chegar na versão 3.0. Então, ainda há uma evolução para acontecer.

Mas eu consigo ver o futuro, e ele é diferente. Talvez eu finalmente tenha achado o que estava procurando.

Fonte: Dana Blankenhorn@ZDNet

[Humor] O Mundo Sem Emails e MSN - Explosm

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http://www.explosmbr.com/

Large Hadron Collider - powered by Linux

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O mais poderoso projeto físico na história de conhecimento do universo - O Large Hadron Collider (LHC) custando US$10bi - deu seus primeiros feixes na velocidade da luz nessa manhã (ontem) em torno de seu circuito de 27Km. Além dos 20 anos que ele levou para ser construído e metade de todos os astrofísicos do mundo, também tem outro componente chave para fazer o LHC funcionar - Linux.

O CERN, organização que comanda o projeto LHC, está usando algo chamado de CernVM, uma distribuição Linux customizada. De acordo com o VMware, o CernVM roda dentro de máquinas virtuais VMware que inclui PC e Macs através de uma cadeia que abrange o poder de aproximadamente 40.000 processadores e algo entre 15 petabytes de dados por ano.

O próprio CERN não é estranho para o Linux, e é um dos contribuidores da distribuição Scientific Linux, uma versão recompilada do Red Hat Enterprise Linux.

Um comentário de algum funcionário do CERN: ".. a configuração primária para as máquinas dentro da cadeia de computadores do LHC é baseada na distribuição Scientific Linux, rodando diretamente sobre o hardware. A cadeia é usada para receber e distribuir 15PB de dados através de 100.000 CPU's por todo o mundo."

Considerando que o LHC, de acordo com alguns, poderia ser poderoso o suficiente para destruir a Terra, criando um buraco negro ou criar um buraco no próprio espaço. Ao menos reassegura que pelo menos o software chave por trás dele não está em risco de uma tela azul da morte.

Fonte:

[Open Music!] AL-FAMI - Rest in peace


Artista: AL-FAMI
Música: Rest in peace
Album: SELECTION NATURELLE
Página no Jamendo: AQUI

PCLinuxOS Magazine de Setembro está disponível para Download

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A PCLinuxOS Magazine de setembro (número 25) está disponível para donwload. Você pode encontrá-la no site da PCLinuxOS Magazine. Se você quiser ser informado imediatamente sobre os lançamentos, por favor assine a lista de email Magazine-Announce.

Como sempre, a versão HTML está sendo publicada simultaneamente para usuário de internet lenta. O site HTML está em padrões W3C para uma fácil navegação.

Alguns destaques:
  • 1. Tocadores de Midia para Linux;
  • 2. Guia do usuário GNOME;
  • 3. Conecte um XBOX e o PCLinuxOS
  • 4. Capítulo 6 - Guia do usuário KDE;
  • 5. E muito mais...

Versão PDF de Agosto 2008 (número 24)

Versão HTML de Setembro 2008 (número 25)

Fonte: LXer

Planos do Ubuntu para o Jaunty Jackalope

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O fundador do Ubuntu e presidente da Canonical, Mark Shuttleworth, ontem anunciou seus plano para o Ubuntu 9.04, agora chamado de "Jaunty Jackalope".

Num email para os desenvolvedores na noite passada, Shuttleworth disse: "Conforme nos aproximamos do lançamento do 8.10, é hora de criar espaço para planos futuros, então estou lhes apresentando o Jaunty Jackalope."

Shuttleworth disse que o desafio para o Ubuntu 9.04 está num nível muito alto. "Entramos num ano onde certamente podemos esperar o Ubuntu distribuido em muitos milhões de dispositivos, a consumidores que certamente esperam que a experiência de software seja comparavel àqueles grandes e tradicionais OS's - Microsoft e Apple."

Na semana, a DELL anunciou o novo netbook Inspirion Mini 9 que é distribuído com o Ubuntu pré-instalado. Obviamente, Shuttleworth certamente está contando com mais desses tipos de acordos no ano vindouro.

"É uma oportunidade única para brilhar, e queremos ter certeza que o melhor do melhor de todo o ecossistema open source está refletido no Ubuntu, porque muitas pessoas julgarão o software livre como um todo pelo o que fazemos."

Planos

Shuttleworth disse que uma das prioridades para o Jaunty é reduzir a quantidade de tempo que ele leva para iniciar o sistema. "Queremos que o Ubuntu inicie o mais rápido possível - tanto em casos padrões, e especialmente quando ele for projetado para um dispositivo específico." Tempos melhores de boot também foram objetivos para os lançamentos do Hardy e do Intrepid. Se isso ainda é uma prioridade, sugere que o Intrepid ainda não corresponde às expectativas em relação ao tempo de boot quando for lançado em Outubro.

Shuttleworth também enfatiza a necessidade do Jaunty atenuar a linha entre serviços web e aplicações desktop.

"Já estabelecemos algumas bases para aplicações web nas discussões de serviços online que tiveram lugar em Praga, mas já que contamos com estes serviços para distribuição no 9.04, a discussão será muito mais intensa em Mountain View [Ubuntu Developer Summit].

O Jaunty também marcará a primeira vez que todos os programas do Ubuntu serão gerenciados pelo Bazaar, sistema de controle de revisão do Ubuntu.

O Ubuntu 8.10, Intrepid Ibex, é esperado para lançamento em Outubro desse ano. O Ubuntu 9.04 será lançado em Abril do próximo ano.

Fonte: Alastair@tectonic

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Um comentário breve: Uhh bixo feio!!!

[Open Music!] Josh Woodward - Flypaper


Artista: Josh Woodward
Música: Flypaper
Album: The Simple Life
Página no Jamendo: AQUI

Enfim.. a liberdade.

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Depois de mais de meio ano no Wordpress.com, decidi migrar para o blogspot. Não é uma prática costumeira, já que a grande maioria das pessoas reconhece uma certa superioridade nos serviços dos Wordpress.com. Sem dúvidas que há certas opções bem superiores às do Blogspot - mais espaço para imagens, estatísticas de acesso, estabilidade, fácil configuração dos widgets, etc. Mas nem tudo são flores. Talvez o preço que se paga por tal estabilidade é justamente o ponto fraco do Wordpress. Me sentia meio "engessado" no Wordpress, não podia mexer em quase nada no layout, o upload de arquivos é super limitado, apesar de certas facilidades.

Depois de pensar muito, e dar uma pesquisada, decidi migrar para o Blogspot. Serviços de hospedagem de imagens há de sobra, não vejo como a lberdade de interferir no código do blog me impossibilite de adicionar algo que teria com o Wordpress. Foi bom enquanto durou, mas as amarras...

OpenVPN contra a censura Chinesa

Jornalistas nos Jogos Olímpicos de Beijing em 2008 não terão acesso ilimitado à Internet. Entretanto, o software GPL OpenVPN pode ser usado para contornar facilmente tal censura.

O Presidente do COI, Jacques Rogge, recentemente foi forçado a recuar sob uma barreira de críticas quando se tornou claro que as garantias que a imprensa teria acesso "irrestrito" a Internet não eram mais do que promessas vazias. No entanto, a tecnologia por trás do"Golden Shield Protect", que aparentemente é um meio de proteger os chineses de conteúdo criminoso e ganhou o apelido de "O Grande Firewall da China", é relativamente simples. Os jornalistas na Vila Olímpica, assim como empresas ocidentais e até pessoas comuns, têm uma gama de ferramentas a seu dispor para garantir o acesso completo e não monitorado a Internet. Entretanto, muitas dessas ferramentas são baseadas em serviços anônimos - como gateways, proxys ou serviços web - que maquiam o conteúdo, o escondendo do nariz do censor. No passado, as autoridades chinesas bloqueavam regularmente web sites que ofereciam tal serviço. Além disso, serviços de privacidade populares - como gateways - têm uma má reputação, uma vez que ele fornecem um ambiente seguro para usuários que desejam realizar outras ações, relações potencialmente ilegais ou criminosas. Cortes na Europa já revelaram o lado negro desses serviços.

Há, embora, uma solução que está disponível àqueles que usam sistemas Windows, Linux ou Mac, que pode ser implementado em várias maneiras diferentes e que autoridades chinesas tem um real problema em neutralizar - o OpenVPN. Já que esse software GPL livre (como na cerveja e no discurso) utiliza tecnologias que são vitais para muitas companhias chinesas, impedir esse solução não é uma real opção para o governo chinês. Os usuários podem trabalhar nos próprios servidores, sem precisar falar com nenhum outro usuário sobre eles, em completa segurança.

Ao mesmo tempo, o OpenVPN ajuda o usuário a navegar na Internet, mandar e receber e-mails e utilizar todos os serviços normais da Internet a todo momento, rapidamente e com total acesso a Internet, longe dos olhos dos bisbilhoteiros. Uma vez que tudo isso é feito sob total proteção, criptografia de tipo militar, grampos indesejáveis como do aparato do Estado chinês - serviços de segurança, hackers ou administradores de redes restritivas locais - devem permanecer afastados, relativamente impotentes. Na maioria das vezes eles nem mesmo sabem que existe um túnel OpenVPN na rede deles.

Como "O Grande Firewall" funciona

Uma investigação feita pela Universidade de Cambridge descobriu que a censura na Internet da China é baseada em 5 mecanismos principais:

  • Bloqueio por IP previne acesso a endereços IP proibidos;
  • Filtros DNS previnem a resolução de nomes de domínios para serviços indesejáveis;
  • Filtros de URL interceptam pedidos enviados a web por palavras-chave específicas, impedido respostas indesejáveis;
  • Filtros de pacotes destacam o foco sobre todo o tráfego da Internet, eliminado as conexões que estão enviando conteúdo indesejável;
  • Reinício de conexão: O Grande Firewall pode finalizar conexões que se adequam em uma das categorias acima mandando pacotes TCP de reinício.

Métodos de contornar O Grande Firewall incluem:

  • Usar servidores proxy de fora da China;
  • Serviços de roteamento, como o Tor;
  • Sites que convertem códigos HTML em imagens, com o Picidae.

Entretanto, a desvantagem de todas essas opções é que o governo chinês pode neutraliza-las facilmente, e o fazem regularmente. É normal não ter mais acesso a servidores de proxy conhecidos ou serviços especiais com o Picidae, que converte conteúdo banido em imagens, já que endereços IP relevantes têm sido incluídos na lista de servidores bloqueados.

De acordo com opiniões de muitos especialistas, conexões criptografadas HTTPS não são afetadas pela censura. Pesquisa feita no "Golden Shield" avisa, por isso, que conexões HTTPS podem fornecer acesso livre e irrestrito a Internet.

OpenVPN - Uma Solução

Normalmente, Redes Privadas Virtuais (VPNs) fornecem um campo a trabalhadores e telecomutadores com acesso seguro a redes corporativas, ou usar a Internet para conectar vários ramos da mesma empresa. Os computadores conectados à VPN formam então parte de uma única rede virtual, na qual os funcionários possam trabalhar como se estivessem sentados no escritório na sede da empresa. Os exemplos clássicos de VPN são as muitas variantes dos protocolos IPSEC ou PPTP que são usados freqüentemente pela Microsoft. Entretanto, uma vez que essas soluções sejam inseguras (PPTC) ou complexas (IPSEC), elas nem sempre atingem as expectativas. James Yonan, o homem por trás do OpenVPN, experimentou isso em primeira mão conforme ele viajava pelos países da antiga União Soviética, tentando manter contato com seus empregados conforme ele prosseguia.

Necessitado, ele iniciou o OpenVPN, uma solução de software que tinha que ser flexível e simples, e ainda alcançar as demandas finais em termos de segurança. O projeto ganhou impulso rapidamente, e hoje o OpenVPN é a melhor solução VPN que existe - e representa a terceira geração do sistema VPN. Graças aos numerosos métodos de criptografia que ele suporta e a abrangência das opções do programa, os usuários podem aproveitar de conexões rápida, seguras, com criptografia de nível militar em praticamente qualquer lugar.

Uma vez que a ferramenta usa o mesmo mecanismo comum usados por conexões HTTPS, o acesso a redes privadas é disponível de qualquer lugar em que o usuários tenha acesso irrestrito à URLs que iniciem com o prefixo https://. O amplo uso das bibliotecas SSL/TLS em muitos nichos diferentes garante que erros de programação, exploits e bugs sejam encontrados e consertados imediatamente por aqueles que operam os numerosos home banking e portais de e-comércio que também usam a tecnologia.

OpenVPN - Tão fácil quanto 1-2-3

O modo com o OpenVPN funciona pe extremamente simples: O software cria a própria interface de rede virtual no sistema do usuário, e estabelece um conexão criptografada com o servidor. Todos os pacote de rede que são enviados pela interface virtual (da qual usa dispositivos TUN/TAP padronizados) são enviados pelo software de forma criptografada ao servidor do OpenVPN. Se a opção "rediredt-gateway" está habilitada, então o cliente direciona todo o tráfego por esse túnel, em vez de apenas mandar os pacotes que são destinados à rede local.

Um firewall local no dispositivo do cliente (como um notebook) e um firewall central, corporativo no servidor fornece proteção quase perfeita aos empregados remotos. Acesso total à Internet pode ser concedido e criptografada através do túnel VPN. Grampos maliciosos na rede local e em todos os pontos pelo caminho verão apenas pacotes criptografados, enquanto os firewalls previnem conexões indesejáveis. Em situações ideais, o firewall central também só aceitará que o notebook remoto acesse a Internet atravś do túnel, o melhor uso da técnica de mascaramento de IP.

O OpenVPN também tem se mostrado muito flexível, especialmente em comparação com outras soluções VPN. Ele requer apenas uma porta e um protocolo (seja UDP seja TCP) para estabelecer uma conexão - ambas são totalmente definíveis. Os usuários que se encontram em redes que as conexões são severamente restritas devem usar a porta 21 (FTP) ou 443 (HTTPS), por exemplo. Se os administradores querem usar UDP ou TCP é de menor importância. UDP fornece uma performance significativamente maior, mas também suporta menor opções que a TCP.

Quando se trata de reuisitos mais exigentes, o OpenVPN pode até mesmo oferecer uma solução de cluster simples. A configuração do cliente contém muitos servidores que o software aborda. Qualquer lista negra de endereços IP imposta por operadores de redes suspeitas podem ser neutralizados facilmente, mas se até isso não for o bastante, que tal o compartilhamento de portas? Desde a versão 2.1 o OpenVPN suporta a opão de compartilhar uma porta com outro software, por exemplo um servidor Apache. Usuários ou invasores que acessarem a porta com pacotes não-OpenVPN simplesmente verão o webserver, enquanto usuários autenticados acabarão na VPN. Qualquer bisbilhoteiro desse tráfego apenas poderia adivinhar quais sites estão sendo visitados na base da quantidade de informação que está sendo enviada e pelo perfil da informação.

Requisitos Mínimos

Para que essa solução funcione, o software do cliente exige acesso direto à porta de um servidor específico (por exemplo, porta 443). No caso da China, isso obviamente pe permitido, então qualquer jornalista esportivo que pode acessar o sistema de gerenciador de conteúdo (CMS) de seu jornal via HTTPS de Beijing também pode obter acesso total e irrestrito à Internet através de um túnel do OpenVPN.

Já que o OpenvPN usa dispositivos TUN/TAP padronizados, o servidor VPM e o cliente funcionam no Linux, Windows e também em sistemas Mac. As conexões são estáveis, muito tolerantes a erros e graças à compressão adaptada e tamanhos de chaves de criptografia totalmente definíveis, ambas rápidas e seguras. O autor tem usado o software em eu laptop por quase cinco anos para navegar secretamente, sem problemas e independente da banda disponível, usando conexões tão diversas quanto GPRS, UMTS, redes Wireless, discadas ou Ethernet.

Ocasionalmente é necessário fornecer o OpenVPN com um endereço IP de um servidor proxy, por exemplo usando a opção "http-proxy" no arquivo de configuração. O software então está habilitado a se disfarçar, e aparecer à proxy como um navegador web, como o Internet Explorer ou Mozilla, de qualquer geração que você escolher. Proxies de autenticação que usam NTLM, por exemplo, também são suportadas. Enquanto a proxy permirtir conexão direta a páginas HTTPS - com é requerido pelos operadores de portais de home banking, lojas online ou intranets -, a conexão OpenVPN pode ser estabelecida e a navegação irrestrita é possível.

Disponível em qualquer lugar

Um número grande de ferramentas gráficas está disponível para o OpenVPN. O programa vem em versões para Windows, Mac e Linux, e vem sendo um componente padrão da maioria das distribuições Linux por anos. Usuários do Debian, Ubuntu, Red Hat e OpenSUSE podem instalar o software confortavelmente usando o sistema de gerenciamento de pacotes das suas distribuições, enquanto cada vez mais aparelhos também estão integrando o OpenVPN. Ao longo do curso de seu desenvolvimento, o software VPN tem ganhado cada vez mais fãs, graças à sua completa funcionabilidade e alto grau de flexibilidade. Fácil configuração, ótima performance e segurança significa que ele é uma ferramenta prática que pode resolver um ampla gama de problemas de rede com facilidade. Com o OpenVPN é capaz até de acelerar consideravelmente configurações típicas, o software também é muito popular entre aqueles que gostam de jogar online. Talvez eles em breve se juntarão com os jornalistas na febre pela solução.

Veja um artigo (em inglês) de como configurar o OpenVPN aqui.

Fonte: Markus Feilner@LinuxProMagazine

Logos Ubuntu Sexy [+18]

Pois é.. Google.

Software Proprietário vs Software Livre no Desktop Linux

Quando muitas pessoas da área de TI pensam sobre Linux, elas imaginam um kernel do sistema operacional de código-fonte aberto, juntamente com outros software, se juntando para criar o sistema operacional de servidores e desktosp baseado em Software Livre. Essa imagem é precisa - e não há dúvidas que seu código-fonte aberto (e cooperação da comunidade) ajudou a torna-lo a potência que é hoje.

Mas em que momento nós vamos aceitar que - gostemos ou não - aplicações de código-fonte fechado terão de ser inseridas nesse outro mundo "livre"? Afinal, isso já acontece por anos, apesar dos Linuxistas puritanos batendo o pé o tempo todo.

Na realidade, software proprietário é usado todos os dias dentro do mundo Linux. E o que é engraçado: a maioria de nós nunca pensa duas vezes sobre isso.

Código-fonte fechado com Linux - não é um conceito novo

Enquanto o núcleo do sistema operacional Linux (independente da distribuição) é provido por código-fonte aberto, muitas vezes ele é usado por todos os cantos com códigos que recebem menos atenção - na verdade, muitos Linuxistas puritanos parecem se esquecer: Software e drivers com código-fonte fechado são usados com desktop Linux todos os dias por milhares de pessoas.

De firmware específicos adicionados por distribuições específicas para assegurar compatibilidade wireless até softwares de código-fonte aberto conhecidos como o WINE, que permite que usuários rodem aplicações Windows de código-fechado, os códigos proprietários têm espaço no desktop Linux.

Além disso, como a maioria dos notebooks inicialmente feitos para Windows teriam conexão wireless sem o NDISWrapper usando drivers proprietários projetados pra Windows? Software com código-fonte fechado era, é - e pode muito bem sempre ser - a principal parte na utilização do Linux no desktop.

Um acontecimento recente que, de novo, criou hostilidade entre usuários de código-fonte aberto e fechado foi o fracasso da NVIDIA em fornecer um código-fonte de seus drivers gráficos para Linux. Mas, ao contrários da ATI, nunca tive nenhum problemas usando os drivers fechados da NVIDIA. Todas questões que surgiram foram tratados rapidamente pela própria NVIDIA.

Então por que há um problema, de novo?

No passado, desenvolvedores do Linux manifestaram preocupação em ter "trabalho em torno" desses drivers fornecidos pela NVIDIA. Basicamente pensando no futuro, na forma como as coisas acabariam se um usuários optasse por instalar esses "binários bolhas", como os desenvolvedores gostavam de se referir a eles.

Apesar da preocupação deles, gostaria de observar que a NVIDIA tem um histórico bastante decente com controle de bugs e, misteriosamente, os desenvolvedores do Linux têm sido capazes de fazer as coisas funcionarem no final, apesar dessas questões com o licenciamento por trás do atual driver fechado da NVIDIA.

Independente da frustração de qualquer desenvolvedor sobre o licenciamento do driver da NVIDIA, o que importa é que o fornecimento de drivers fechados tem funcionado muito bem para todos os envolvidos - por muitos anos.

Não me entenda mal, adoraria ver a NVIDIA abrir os drivers tão quanto esses caras. Entretanto, vendo os puritanos pedir por boicotes contra um fabricante que está na verdade apoiando a plataforma Linux é simplesmente implorar por repercussões que ainda surgirão.

Sentimentos negativos expressados acima eventualmente apresentarão grandes problemas para qualquer empresa de código-fechado que queira dar um mergulho nas águas do desenvolvimento do Linux. Já que a maioria das empresas de software usam software proprietário e muitas empresas de hardware fazem o mesmo, a reação à decisão da NVIDIA vai marcar fortemente como os fabricantes de hardware, que buscam compatibilidade com Linux, optem seguir em frente.

O patético é que muitos deles irão resistir o máximo de tempo possível, já que os desenvolvedores do Linux são amplamente considerados uma dor de cabeça pelo mundo do software proprietário.

Coerência da aplicação, não política de código-fonte

Independente do como as pessoas se sentem sobre as escolhas de licenciamento de empresas com a NVIDIA, na verdade existem muitos software proprietários utilizados com Linux hoje que, por alguns motivos misteriosos, ninguém parece reclamar, apesar do fato do software ser um pouco restritivo na disponibilidade de seu código. O Skype me vem na cabeça como um exemplo primordial.

O Skype fornece um excelente cliente VoIP para usuários Linux, entre outras plataformas populares. Esse software VoIP faz de tudo, de chamada telefónica a transmissão de vídeo ao vivo. Então, apesar do acesso imediato a outras alternativas de código-aberto comparáveis como o Ekiga (disponível tanto para Linux quanto para Windows), a maioria das pessoas que usam um cliente VoIP em suas casas no Linux estão fielmente agarrados com o Skype.

Ainda que uma alternativa de código-aberto comparável, curiosamente chamada de "Ekiga", esteja instalada por padrão em distribuições Linux como Ubuntu, a maioria dos usuários que querem um cliente VoIP escolherão pelo Skype todas as vezes. Vários desses indivíduos não ligam como o Skype é licenciado. Tudo o que sabem é que isso é o que todos já estão usando em outras plataformas.

Além disso, o Skype pode rodarem praticamente qualquer plataforma que você imaginar. O Ekiga, por outro lado, foi primeiro criado para Linux e depois para Windows. Usuários OSX foram deixados de fora.

Entender que o Skype fornece a seus usuários com um senso de coerência é o fator chave. Dominando isso é a melhor forma de entender porque mais pessoas não irão se preocupar em procurar alternativas de código-fonte aberto, como o Ekiga. A opção do Ekiga talvez fornece mais "escolhas" do que a maioria das pessoas estejam procurando. O Ekiga suporta o SIP, dentre outros protocolos, considerando que o Skype suporta seu próprio protocolo - o period. Baseado no número de usuários, possivelmente devido ao marketing, os usuários do Skype realmente não se importam sobre o tipo de protocolo VoIP que está sendo usado para sua comunicação.

Mantendo o "caminho aberto"

É importante perceber como você lê esse artigo, ele não é um ataque ao Linux ou ao software livre de jeito nenhum. Em vez disso, considere esse artigo mais como uma sacudida no que diz respeito a utilização e disponibilidade de software.

Adoraria ver cada desafio apresentado a plataforma Linux ser alcançado por um software livre sempre que possível. Entretanto, quando você vive num mundo de MP3's patenteadas, DVD criptografados, módulos de drivers de aceleração 3D e adaptadores para drivers wireless proprietários para Windows, você logo percebe que software proprietário é bem presente - independente de qual plataforma você decida usar cada dia.

E há a barreira. Se existe valor na aplicação proprietária em determinada plataforma, os usuários pagarão por ele alegremente.

Talvez um dos mais fantásticos exemplos de usuários comprando software proprietário para Linux teria que ser uma aplicação específica de edição de vídeo. Uma aplicação atualmente descontinuada, conhecida como MainActor, fornece um benefício significante para os usuários Linux cansados de estarem limitados às alternativas de código-fonte meia-boca como o KDENLive.

Para o usuário normal, esse foi o caminho mais fácil. Isso permitiu que usuários de todos os níveis de habilidades editem vídeos de forma sensata e amigável. Então, mesmo existindo alternativas livres nesse segmento, elas não eram intuitivas o bastante para satisfazer as necessidades da massa Linux, e além disso, eram vistas como sendo simplesmente muito instáveis para o uso a sério.

O software proprietário é uma ameaça às distribuições Linux de hoje?

Quando envolver seus pensamentos em torno da questão de software proprietário no desktop Linux, uma coisa para se ter em mente é que o kernel Linux se manterá puro e, ao contrário do que se pensa, não está sob ataque.

Isso significa que nenhum código proprietário vai aparecer de repente nos altos níveis do desenvolvimento do kernel, violando assim o Linux como o conhecemos. Nunca será uma ameaça real ao Linux como o conhecemos.

O pedaço mais importante do código que compõe o sistema operacional tem garantias para assegurar que ele nunca cruzará com códigos que não sejam licenciados com licença open source. Não quer dizer que algumas distribuições não liguem para o kernel vanilla e adicionem aquilo que eles bem entenderem. Mas isso não tem nenhum efeito naqueles que escolhem não usar essas distribuições.

No final das contas, o código proprietário está ai para ficar. Como usuários Linux, para muitos de nós, ele é parte do nosso dia-a-dia em muitas tarefas básicas. E sim, ele certamente é parte significante do universo existente do desktop Linux - essa fato é difícil de negar. Como reagimos a esse fato, porém, é algo que cada usuário terá de lidar consigo mesmo.

Fonte: Matt Hartley@EarthWeb

O que Linus Torvalds pensa sobre os BSDs?

O que Linus Torvalds pensa sobre os BSDs? Não é muito agradável.

Linus Torvalds - o criados do Linus e seu atual mantenedor - é tido por todos como um brilhante ser humano. Ele também pode ser grosso e rude. O caso em questão é um post que ele fez ontem na lista de emails Linux Kernel, onde dá sua opinião sobre pesquisa de segurança e especificamente do sistema operacional OpenBSD (que é focado na segurança).

É tão rude que chega a ser "engraçado" - isso se você não for um desenvolvedor do OpenBSD ou tiver uma afeição particular por macacos.

Torvalds escreveu:

O pessoal da segurança quase sempre são pessoas do tipo preto-e-branco que eu não suporto. Acho que o pessoal do OpenBSD é um bando de macacos punheteiros, já que acham grande coisa se focar na segurança ao ponto admitirem que nada mais importa para eles.

A origem do argumento de Torvalds é que há mais bugs interessantes que somente bugs de segurança. Nesse ponto concordo totalmente com o Deus do Linux. Enquanto também sou um contribuitor para propaganda de bugs de segurança, focando em histórias que escrevo sobre essa questão, como um usuário sei muito bem que frequentemente os bugs "regulares" são os pontos que na verdade mais me afetam.

Fonte:

GPLv3: Um ano depois

Há um ano atrás, depois de 18 meses de ampla consulta à comunidade e interesses empresariais, as terceiras versões das licenças GNU General Public Licence (GPL) e GNU Lesser General Public Licence (LGPL) foram lançadas, em 29 de Junho de 2007. Em Novembro, elas se juntaram à GNU Affero General Public Licence (AGPL). Vendo essas licenças hoje, observadores do software livre e grátis (FOSS) as julgaram como um modesto sucesso, e as creditaram com a continuação de educar as pessoas sobre o software livre.

Os números da adoção da família GPL variam um pouco, dependendo com quem você fala. De acordo com Doug Levin, presidente em CEO da Black Duck Software, uma empresa que analisa o software livre, 2.476 projetos agora estão usando a terceira versão da GPL, 358 estão usando a LGPL e 72 a AGPL. Theresa Bui, vice-presidente de marketing da Palamida, uma firma com missão similar, apresenta números similares; 2.271 são GPL, 261 são LGPL e 100 AGPL. A diferença nos números é provavelmente explicada pelo fato que os números da Black Duck incluem transições planejadas para as licenças, enquanto os números da Palamida não. Os altos números da Palamida para a AGPL são provavelmente devidos ao recente interese da Palamida na licença, como evidenciado por esse blog.

Além do mais, a Palamida analisa números de projetos que usam a versão da GPL que contém uma cláusula que permite que contribuidores usem a versão 2.1 ou mais nova da licença (que inclui, logicamente, a verão 3.0). Esse números são: 6.467 para a GPL e 372 para a LGPL. Já que a AGPL não estava em uso amplo até a terceira versão, ela não está incluída nesses números.

Apesar da diferença nos números, ambas, Black Duck e Palamida, concordam com as tendências em geral. Ambas concordam que, tendo todas versões e variantes da GPL como única unidade, eles representam cerca de 70% de todas as licenças livres em uso. Além disso, ambas concordam que a taxa de adoção da terceira versão da GPL e LGPL permanece estável em cerca de 220 por mês, e que esse crescimento não parece ter chegado na expansão das segundas versões. Ambas esperam que essas tendências continuem com pequenas mudanças para o resto de 2008. Nem que as terceiras versões tomem o lugar das segundas versões tão cedo.

A principal diferença na taxa de adoção vem com a AGPL. Levin é cauteloso em dizer sobre as tendências da AGPL, observando que ela foi lançada a apenas seis meses. Ele apenas diz que "tem havido algumas escolhas na adoção da AGPL". Em contraste, Bui diz que a adoção da AGPL "está começando a decolar". Ela prevê outros 50 projetos estarão usando a licença em Agosto, e descreve esta estimativa como "incrivelmente conservadora". Ela vai além dizendo que a AGPL está de longe causando mais excitação que as últimas versões da GPL e LGPL, provavelmente porque receberam menos atenção no processo de consulta que produziu as terceiras versões, e, por isso, veio mais como uma surpresa.

Em contraste, Bui disse que a lenta porém estável taxa de adoção da GPL e LGPL era previsível. Em vez de se precipitar em mudar para novas licenças, els diz, "projetos de software têm apenas mantendo ao longo do antigo ciclo de vida e, quando nova versões forem lançadas, eles convertem para GPLv3".

Uma tendência notável na adoção das terceiras versões é que projetos e empresas que se opuseram ou eram neutras durante o processo de consulta não parecem que mudaram de opinião. "Parece que as pessoas que tinham dúvidas significativas sobre sobre ela [a licença GPLv3] uma ano atrás não as eliminaram", disse Bui. Como resultado, enquanto algumas empresas proeminentes e projetos foram movidos para as terceiras versões, incluindo o SugarCRM, Sun Microsystems e OpenOffice.org, outros, igualmente influente, não mudaram, incluindo o kernel Linux e o MySQL.

A resistência direta dos desenvolvedores do kernel Linux que era tão destacada durante o processo de consulta pode estar atrasando a taxa de adoção. "O fato que o kernel não tenha adotado a GPLv3 é uma parte significante de algumas decisões de grupos não adotarem", disse Bui.

Ainda assim, Bui e Levin vêem a terceira geração da família GPL como sendo estável, se bem-sucedida. "Não vemos nenhum sinal das tendências crescerem ou decrescerem pelo resto do ano", disse Bui. Como para a segunda geração, ele prevê que " ela não perderá, nos próximos dois anos, sua posição como a licença número um".

Similarmente, diz Levin, "Acredito que a GPL terá um crescimento normal de cerca de 10% por mês no próximo ano. Isso significa que haverá em torno de 6.000 projetos usando as licenças a partir de agora. Continuará crescendo que continuará a ser um fator na mescla das licenças, mas as outras licenças continuarão a ser usadas".

Outra medida de sucesso

Entretanto, estatísticas são apenas uma forma para medir o sucesso das licenças, como Peter Brown, diretor executivo da Free Software Foundation, enfatiza. Embora Brown diga que está "feliz com a taxa de adoção", sugestiona que a mais importante prova do sucesso das licenças é a sua habilidade de educar usuários de software livre e "prevenir que softwares livres se tornem proprietários. Nesse sentido, estamos felizes".

Brown também não está indevidamente preocupado que as segundas versões continuam dominantes, mesmo que elas ofereçam menos proteção que as versões recentes. "Não é como se tivessem saído da GPL", ele observa. "É a mesmo GPL, por um lado".

Em vez disso, Brown sugestiona que o processo de consulta e as próprias terceiras versões "ajudaram o diálogo sobre o progresso do software livre". O fato que grandes seções da comunidade FOSS foram consultadas sobre a escrita de novas licenças ajudou ambas a educar as pessoas sobre as questões em torno dele, e dar-lhes um papel relevante no processo.

Além disso, a Free Software Foundation fez consideráveis esforços para educar os usuários sobre as licenças, como sua página sobre as vantagens da terceira versão.

Essas sugestões são apoiadas pelas observações da Bui em sites de clientes de pessoas usando seus conhecimentos das licenças GPL para ajudar o planejamento do ciclo de vida do produto. "Isto é devido ao bom trabalho da FSF", disse ela. "Eles têm feito um ótimo trabalho educando as pessoas sobre a GPL e abrindo suas mentes".

Brown também opina que a falta de contestações legais das terceiras versões podem ser a medida de seus sucessos, embora admita que elas podem estar muito novas para serem contestadas, e que as segundas versões não receberam muitas contestações, ainda. Mas ele credita ao processo de consulta com melhorias da linguagem jurídica das licenças, assim como tornar claro a partir do número de pessoas envolvidas na consulta o tamanho de uma comunidade de possíveis violadores seria formada.

Ainda sim outro fator pode ser que os campos de tecnologia foram pegos com a licenças. Quando as licenças estavam sendo elaboradas em 2006-2007, tecnologias fechadas (DRM) estavam apenas começam a surgir, então a linguagem para preveni-las foram vistas como radicalmente desnecessárias. Agora, com exemplos como o iPhone, muitas adições estão começando a parecer longe de vista.

"O ponto principal é: estamos satisfeitos que as mudanças que fizemos parecem ter feito seu trabalho", disse Brown.

Futuras medidas de sucesso

Um ano após as terceiras versões começarem a ser lançadas, um julgamento absoluto de seus sucessos ainda é impossível. Nenhum comparação pode ser feita com o sucesso da segunda versão depois de seu lançamento em 1991, por que a comunidade do software livre e a pressão sobre ela mudou uma drasticamente desde então.

Por outro lado, as licenças continuam a ser uma obra em andamento. Uma das mudanças na terceira versão é uma maior aceitação para exceções - cláusulas especiais que fazem pequenas modificações à licença GPL básica. Brett Smith, engenheiro da FSF, ainda está trabalhando com a comunidade para modernizar e melhorar as exceções para a terceira geração. "A GPLv3 saiu na sexta-feira, e eu cheguei na segunda-feira e comecei a trabalhar nas exceções", disse Smith. Um ano depois, elas continuam ocupando muito do tempo dele, mas a eficiência será o principal fator em como avaliar as funções da própria licença.

Levará muitos anos para ver exatamente o bom trabalho que terceira versão faz da "futura proteção do software livre", como Brown denomina. Ele suspeita que o teste cabal será a habilidade da AGPL criar e proteger as aplicações livre de rede. Também não se exclui a possibilidade de uma eventual quarta geração das licenças em resposta a descobertas de novos pontos cegos.

Por enquanto, a única medida do sucesso é que a terceira geração da família GPL parece ser sólida. Ela não substituía segunda geração, como muitos admitiram que seria quando o processo de criação começou em 2006. Ainda sim, se contar separadamente da segunda geração, em um ano ela se tornou a sétima licença livre mais popular, de acordo com as estatísticas da Black Duck.

Como Brown observa, "a GPLv3 é provavelmente a licença mais adotada no último ano. E parece que alcançou seus objetivos por enquanto". Para qualquer outra licença, sua performance seria um sucesso disparado. Somente se comparar com a dominância da segunda versão da licença GPL que o sucesso da terceira versão pode parecer desapontador.

Mas o êxito final da terceira versão da GPL, e a questão de saber ela substituirá a segunda geração ou continuará coexistindo com ela, permanece quase tão incerto como era um ano atrás.

Fonte: Bruce Byfield@Linux.com

Entrevista com Jean-Philippe Guillemin, criador do Zenwalk

O Zenwalk é uma das mais promissoras distribuições Linux. Baseada no Slackware, a dstro é leve, simples e estável.

Decidimos fazer algumas perguntas à Jean-Philippe Guillemin, criador do Zenwalk, a respeito de planos e desenvolvimentos futuros desse "Sistema Operacional GNU/Linux".

Primeiramente, você poderia nos dizer algo sobre você, para uma breve introdução?

Tenho 36 anos, casado e trabalho como Engenheiro de Segurança para a Telindus Corporation. Quando iniciei o projeto Zenwalk costumava mexer com tudo, desde empacotamente, espelhamento, codificação e administração Web. Agora a maioria das tarefas são manejadas pelo time Zenwalk (incluindo projeto de gerenciamento regular). Meu trabalho no Zenwalk está reduzido ao desenvolvimento de ferramentas de administração, configuração do kernel, design do desktop e decisões envolvendo estratégia. Essa organização me permite gastar a maior parte do meu tempo livre em meu hobby principal: guitarra (sou membro dois trios de Jazz), assim como algumas leituras e cuidar da minha família.

Por que você decidiu desenvolver o projeto Zenwalk? O que há de errado com o Slackware?

Comecei o projeto Zenwalk (antigamente Minislack) como um modo de aprender as entranhas do GNU/Linux. Construir um sistema operacional é um ótimo modo para entender isso profundamente porque você fica por conta própria para resolver os problemas quando as coisas não funcionando como esperado.

Na minha opinião, o Slackware é a melhor "Distribuição" no mundo (uma "Distribuição" é uma coleção de aplicativos e ferramentas GNU, compilados em cima do kernek Linux e do Glibc). O Slackware é rápido, confiável, seguro, atualizado e construído com respeito ao espírio Unix. Agradeço ao Patrick Volkerding, o fundador e quem mantém o Slackware, pelo seu trabalho duro.

O Zenwalk realmente não é projetado para ser uma "Distribuição GNU/Linux", nem um "Sistema Operacional GNU/Linux". Quando você instala o Zenwalk, imediatamente você tem um aplicativo para cada tarefa, otimizada e pronta para uso, juntamente com uma ótima aparência. Os pacotes pré-selecionados são escolhidos cuidadosamente pelos desenvolvedores do Zenwalk para fornecer ao usuário somente os melhores e mais utilizados aplicativos.

Quais são, em sua opinião, as características mais importantes do Zenwalk?

Sensatez e performance! O Zenwalk é projetado para ser um sistema sensato fornecendo somente um aplicativo para a tarefa necessária. Os aplicativos que fornecem a maneira mais fácil e rápida para realizar a tarefa são escolhidas. Isso também tem um lado positivo na instalação: o Zenwalk pode ser instalado em rápidos 5 minutos em sistemas modernos. Desenvolvedores podem começar imediatamente um projeto já que o Zenwalk vem com editores e as bibliotecas mais comumente usadas. Usuários normais podem usar-lo eficientemente para processar textos (Gnome Office) ou tocar arquivos multimídia (todos os codecs do Mplayer estão incluídos) sem adicionar nada. Se quiserem adicionar, por exemplo, o OpenOffice ou Inkscape (uma ótima ferramenta de criação SVG), facilmente são instalados com o netpkg em poucos minutos se tiver uma conexão ADSL razoável.

A meta de performance é alcançada através do projeto do sistema global. ao contrário das grandes distribuições Linux, onde todos pacotes são fornecios com muitas bibliotecas gráficas, de kernel ultra-genéricos, o Zenwalk é projetado para performance da configuração do kernel (CPU e agendadores I/O, seleção de drivers, sistema de arquivos, etc) até o ajuste do ambiente gráfico. É por isso, na maioria das situções, que o Zenwalk é comumente citado como mais rápido que outros moderos sistemas Linux.

Você poderia nos dizer algo sobre os objetivo futuros do desenvolvimento do netpkg?

O netpkg foi reprojetado no Zenwalk 5.2. A nova inferface gráfica fornece uma nova maneira de gerenciamento de pacotes com somente um grande botão para pressionar para realizar praticamente qualquer manpulação. Acredito que esse layout stá perto de ser o melhor, então haverá muitas melhorias na interface gráfica. Duas novas características principais serão desenvolvidas: o "limpador do sistema" (resoluções de dependências órfãs para remover pacotes não utilizados) será adicionado e migração completa do GUI GTK para o ncurses como um modo opicional de operação.

E sobre o desenvolvimento futuro do Zenpanel?

O Zenpanel é mais como um shell para administrar applet com o Xnetconf, e se não tiver mais bugs reportados, ele parece ser estável então não irá evoluir tão tarde. Pr outro lado, os applets irão evoluir. A principal evolução técnica será um reprojetamente completa em gtk-perl. Do ponte de vista funcional: o principal desafio para o Zenpanel será a fusão entre o Xnetconf (GUI de configuração de rede Ethernet) e o Wicd (GUI de configuração de perfis de redes WiFi/Ethernet).

Você está planejando incluir o KDE 4 como um ambiente desktop alternativo para o Zenwalk?

Claro. Nosso mantenedor KDE já está trabalhand nisso. Assim que os pacotes KDE4 se mostrarem estáveis, a comunidade Zenwalk os colocarão no netpkg.

O que poderemos esperar depois do Zenwalk 5.2?

Férias de verão?

Fonte: Matteo Campofiorito@OneOpenSource

The Guardian: Entrevista com Mark Shuttleworth

"Linux é uma plataforma para todos, não somente para especialistas."



Mark Shuttleworth, Chefe Executivo da Canonical


Em 1999, o sul-africano Mark Shuttleworth vendeu sua empresa de internet, a Thawte, que fornecia certificados digitais para websites, por mais de US$500mi. Depois de gastar US$20mi numa viagem pelo espaço, ele iniciou o projeto Ubuntu - nomeado depois de uma palavra africana significar "Hummanidade para os outro", ou "Sou o que sou pelo que nós somos" - que se tornou a mais popular distribuição GNU/Linux.

Technology Guardian: Quanto a sua viagem ao espaço inspirou o Ubuntu?


Mark Shuttleworth: Ir ao espaço e ver a Terra à distância deixou muito claro quão independente nós somos. Então quis fazer algo que fosse realmente global; software livre é um fenômeno que é realmente global.


TG: Quais são as implicações de escolher esse nome?


MS: Essa é uma plataforma para o povo. O Linux veio de uma tradição de ser uma plataforma para especialistas. Deixamos muito claro o desafio em nosso nome: "Vamos fazer disso algo que possamos dar orgulhosamente às pessoas que não são apaixonadas por tecnologia."


TG: Como a sua empresa, a Canonical, se encaixa nisso?


MS: [O Ubuntu] tem seu próprio ciclo de lançamento. Ele tem a sua própria estrutura de direção. A Canonical tem um papel significante nisso, e nós somos o maior parceiro em todo trabalho que é feito. Damos certeza que o lançamento será na data prevista; que estará disponível mundialmente; que satisfaça as expectativas; que funcione atrevés de uma certa quantidade de hardware que terceiros nos pedem para certificar. Mas não levamos crédito por todas as idéias inteligentes que aparecem no Ubuntu. Na verdade, em quase todos os lançamentos houve alguma idéia que veio de um voluntário e que se transformou num recurso profundamente importante nesse lançamento.


TG: Percebi que você tem uma forma pouco comum para escolher as pessoas que você empregou originalmente na Canonical.


MS: Simplesmente li um grande número de correspondências entre os desenvovedores de um dos projetos que é fundamental para o modo como fazemos o Ubuntu, o projeto Debian. É impressionante a diversidade de como as pessoas pensam, a profundidade de suas experiências. Portanto, o software livre não é somente um modo maravilhoso para desenvolver seu próprio talento e habilidade, mas também é uma ótima maneira de conseguir um trabalho e um ótimo jeito de conhecer pessoas.


TG: Qual é o modelo de negócios da Canonical?


MS: Nosso modelo de negócios é totalmente baseado em serviços em torno do nosso software. Como a Canonical faz um papel fundamental no Ubuntu, mesmo não monopolizando o acesso a ele, somos um parceiro preferencial do Ubuntu. Seja no suporte técnico, achamos que as pessoas são mais propensas a comprar de nós do que qualquer outra empresa, seja em sua engenharia, customização ou habilitação de plataforma em um hardware em particular. A Canonical tem uma posição privilegiada.


TG: Você está mesmo perto de falir?


MS: Não perto. Precisará de tempo e investimento. Nos posicionamos pelo o que vemos como o futuro do software - sem licenciamento de software, pessoas tendo acesso ao software que quiserem na hora que desejarem. O ecosistema de serviço em torno do software irá financiá-lo. E se somos a empresa que melhor tem se antecipado a esse futuro, então estaremos melhor posicionados para se beneficiar dele.


TG: Como aconteceu o acordo para colocar o Ubuntu nos PC's da DELL?


MS: Descobrimos sobre ele depois de ser um fato consumado. [A DELL] é uma empresa com muitas entregas. Eles perguntaram a seus usuários o que eles queriam. Eles tinham muitas informações e essas informações apontaram para nós. Foi um pouco inquietante porque não tinhamos qualquer relação. Mas foi um significante passo à frente em nosso perfil corporativo. Será muito interessante ver o que somos capazes de fazer com empresas como a DELL, que são aclamadas por uma grande audiência. Esse é o meu desafio número um: Como fazer do Linux algo que você queira manter em seu computador.


TG: Você lançará uma versão adaptada do Ubuntu para o setor de ultra-portáteis?


MS: Estamos anunciando ela na primeira semana de Junho. É chamada de Netbook Remix. Estamos trabalhando com a Intel, que produz chips customizados para esse setor.


TG: Você acha que o GNU/Linux se tornará algum dia uma força importante em desktops?


MS: Acho que isso depende de como as pessoas definem desktop. Se as pessoas continuam definindo um desktop com a coisa em que elas rodam o Microsoft Word, então o Windows manterá sua posição. Minha impressão, contudo, é que as pessoas estão cada vez mais definindo o desktop como uma coisa que elas tem acesso à internet. Nesse caso, há uma possibilidade real que somos capazes de mudar as pessoas para plataformas diferentes. Creio que é o crescimento da internet como a assassina de aplicações desktop, o que descreve o que você quer de um computador, que abrirá as portas para nós.


TG: Recentemente você publicou uma crítica à ISO pela maneira como ela lidou com a votação sobre o OOXML da Microsoft; Quanto você acha que a credibilidade da ISO foi danificada nesse episódio?


MS: Muito seriamente para qualquer pessoa que é apaixonada pelos padrões abertos. O processo da ISO vem tradicionalmente funcionando muito bem; quase um processo acadêmico, mas ela realmente não foi projetada para lidar com um lobby corporativo muito, muito vigoroso e uma enorme quantidade de dinheiro sendo gasta para tentar conseguir um resultado particular. E relembrando, houve uma quantidade de falhas muito sérias no processo.


TG: Com o Ubuntu ganhando importância, você não sente uma grande responsabilidade falando dessa maneira?


MS: Acho que todos nós temos a responsabilidade de contribuir com o debate público. Tenho um nível de independência econômica, que talvez seja uma coisa boa e ruim, mas pelo menos minha opinião não pode ser comprada facilmente.


Fonte: Glyn Moody@The Guardian

Negócios Linux da Novell crescem 31%

Sim, a Novell tem um longo caminho até chegar na Red Hat, mas com outro forte quadrimestre fical fica evidente que o mercado de Linux empresarial é, de novo, uma corrida com dois competidores. E é importante salientar, a Novell está competido muito mais fortemente sem a proteção da Microsoft.

A Novell viu seu mercado Linux de US$29 milhões, no segundo quadrimestre fiscal de 2008 (totalizando US$30 milhões em receita de solução de plataforma aberta), crescer 31% sobre o mesmo período do ano passado, com outras unidades de negócios também tendo um crescimento sustentável. Somente a unidade de Workgroup continua a cair, caindo 1% no periodo que terminou em 30 de abril.

O mais importante (para mim): Perguntei a Justin Steinman, diretor de Marketing para Linux e Plataformas Aberta da Novell, quanto disso é ligado à parceria da Novell com a Microsoft. Afinal a Novell está começando a realmente crescer com o próprio negócio com Linux, embora ela ainda olhe a Microsoft como uma forte parceira para interoperabilidade:

O núcleo de negócios Linux da Novell está crescendo. "Núcleo", pois são os nossos negócios Linux não relacionados com a Microsoft que estão crescendo. São os pedidos do Suse Linux Enterprise vendidos diretamente pela equipe de vendas da Novell ou pelo nosso canal de parceiros, sem qualquer certificação Microsost ou vendores da Microsft envovidos.

Entretando, o importante é que o total de nossas receitas do Suse Linux Enterprise está crescendo, assim como nossos clientes cada vez mais não fazem distinção. Como falamos anteriormente, a Microsoft oferece uma via alternativa para pedidos de comprar, mas estamos focados no crescimento de toda uma categoria.

Estas são notícias muito, muito boas, mesmo se Novell recusar a total conexão com seu tio de Redmond. Crescer independentemente da Microsft é bom para a Novell no longo prazo e é bom para a verdadeira competição no mercado Linux. Significa que a Novell pode competir por méritos próprios, não apenas no Linux.

O Gerenciamento de Segunrança e Identidade cresceu para US$31 milhões no segundo quadrimestre, 13% mais que o mesmo período do ano passado. O Gerenciamento de Sistemas e Recursos atingiu US$41 milhões, 15% acima que o mesmo período do ano anterior. O Workgroup continua sendo a maior unidade de negócios, porém a mais fraca, caiu 1% para US$92 milhões.

A Novell pode gostar da receita do Workgroup, mas é pouco provável transformar magicamente em inovação e em um segmento rentável tão cedo. Isso é ruim, afinal a Novell é realmente uma liderança inovadora em partes de seu negócios Linux (retail, desktop, virtualização) e no gerenciamento de marca. Curativos como o Sitescape não vão salvar os negócios do Workgroup, ainda. É hora de descartá-lo ou investir nele.

Mas isso é um ponto a ignorar em um forte quadrimestre, dos quais a Novell deve se orgulhar. Venho sendo um crítico da Novell por muitos anos, mas ela está começando a ganhar meu respeito. Não que ela estivesse esperando para ganha-lo. Ela fez por onde.

Fonte: Matt Asay@CNETNews.com

 
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