Compartilhamento de Arquivos não é Pirataria - Um Guia de Mão
Mulheres no Linux
Machtelt Garrels: Machtelt Garrels é uma veterana e consultora/professora freelancer do mundo Linux. Ela também é um membro dp Linux Documentation Project, onde ela inicialmente encontrou um fértil solo para ter seus trabalhos lidos por todo o mundo. Ela foi convidada no ano passado para se juntar ao fórum BSD Certification Group Advisory Board e compartilhar seu conhecimento sobre organização de certificações, que ela aprendeu como Coordenadora de Tradução para o Linux Professional Institute. Em cooperação com um grupo de alunos holandeses, ela fundou no ano passado a OpenDoc Society, uma organização sem fins lucrativos que promove o uso de padrões abertos e do Open Document Standard (ODF) em particular. (Fonte)
Pia Waugh: Pia Waugh é uma militante australiana do software livre. Atualmente é presidente da organização que promove o Software Freedom Day e é ex-presidente e vice-presidente da Linux Australia. (Fonte)
Hanna Wallach: É desenvolvedora do GNOME e Debian que ajudou a GNOME Foundation a decolar com o programa Woman's Summer Outreach. (Fonte) (Fazendo um discurso)
Amaya Rodrigo Sastre: Desenvolvedora Debian e co-fundadora do Debian Women. (Blog dela)
Celeste Lyn Paul: Ela é uma designer de interação, pesquisadora e contribuidora open source. Ela também lidera o KDE Usability Project, é uma mentora para o OpenUsability Season do Usability, e está envolvida com o Kubuntu Linux. (Fonte)
Eva Brucherseifer: Eva é uma engenheira elétrica da Alemanha e uma das forças por trás dos projetos KDE-Women e KDE-Edu e da lista de email KDE-Solaris. (Fonte)
Anne Nicolas: Diretora de engenharia na Mandriva. (Fonte)
Pauline Middelink: Hacker do kernel holandesa. Contribui com o identd, Mascaramento de IP e Automount/Autofs. (Fonte)
Kristen Carlon Accardi: Kristen Carlon Accardi é um desenvolvedora do kernel Linux que trabalha para a Intel. Ele é desenvolvedora de drivers de dispositivos dede os anos 90 e começou a se concentrar no Linux em 2005. Ela mantém o subsistema de hot-plug PCI no kernel Linux. Ao menos até 2007, ela era a única mulher que era a mantenedora de um subsistema para o Linux. Ela liderou a organização da Linux Plumber's Conference. (Fonte)
Val Henson: Valerie "Val" Henson é uma hacker do kernel Linux especializada no desenvolvimento de sistemas de arquivo. Desde agosoto ela trabalha para a Red Hat. (Fonte) (Site)
Stormy Peters: Stormy Peters é a diretora executiva (gerente) da GNOME Foundation. Ela está envolvida na comunidade GNOME desde 1999. (Blog dela)
Claro, existem muitas mais que merecem estar nessa lista, que não estou ciente. Se você conhece mais algúem, sinta-se livre para mencioná-las nos comentários, com a fonte se possível.
Há também alguns sites de mulheres que usam Linux e organizações que talvez você tenha interesse:
Debian Women
Fedora Women
GNOME Women
KDE Women
Ubuntu Women
LinuxChix
E por último, mas não menos importante, um bom guia para criar o interesse das mulheres pelo Linux: How-to - Incentive as mulheres no Linux.
Fonte: LinuxHaxor
Ubuntu ultrapassa 8 milhões de usuários
Medir a base instalada ativa pode ser complicado, já que uma única cópia do sistema operacional pode ser instalado livremente várias vezes em vários sistemas. E na metade de 2007, durante a conferência Ubuntu Live, o fundador da Canonical/Ubuntu, Mark Shuttleworth, estimou a base instalada do sistema operacional entre 6 milhões e 12 milhões.
Mas, aparentemente, a Canonical reduziu esse valor. Um panfleto de marketing da empresa, focado na formação, afirma que:
"O Ubuntu é usado por mais de 8 milhões de pessoas em todo o mundo."
Até aqui tudo bem. E esse valor com certeza crescerá à medida que o Ubuntu é pré-instalado em um número crescente de netbook e mobiles internet devices (MID's).
Mas a Canonical não pode descansar sobre os louros conquistados. Afinal, a Novell está criando relações para aterrissar em mais servidores - incluindo um acordo que está por vir com a Lenovo, que será anunciado em setembro. E a Red Hat parece estar querendo roubar a cena.
Ainda assim, há uma lista crescente de pequenas, médias e grande organizações que estão rodando o Ubuntu. (Dê uma olhada no site Works With U 1000, uma lista que está crescendo rapidamente de organizações que estão usando o Ubuntu.)
As coisas certamente estão ficando interessantes no mercado Linux.
Fonte: TheVARGuy
Shuttleworth investe para melhorar interface Linux
A Canonical, empresa por trás do Ubuntu Linux, está contratando um time de designers e desenvolvedores para tornar o desktop em software livre mais fácil e mais apelativo ao uso.
O cabeça da Canonical e fundador do Ubuntu, Mark Shuttleworth, disse ontem num post de seu blog que a empresa planeja contratar um time de designers e especialistas em interface de usuário para contribuir não somente na usuabilidade do Ubuntu, mas também nas principais aplicações de software livre.
Shuttleworth disse que a Canonical agora está em posição de conduzir "uma verdadeira mudança no software que é parte do Ubuntu".
Mas, disse Shuttleworth, "se nós simplesmente aparecer com figuras e protótipos e perguntar às pessoas para moldarem seus projetos diferentemente, não consigo imaginar que seja bem recebido!"
Em vez disso, a Canonical está contratando designers que irão "trabalhar no X, OpenGL, GTK, Qt, GNOME e KDE, com um objetivo de fazer algumas das pesadas mudanças necessárias para tornar realidade tais idéias de experiência com desktop".
Estes desenvolvedores contribuirão com as melhorias na interface para os principais projetos conforme eles forem incluídos nos lançamentos futuros do Ubuntu, disse Shuttleworth.
Foi em julho que Shuttleworth levantou o desafio de melhorar a aparência e usuabilidade do Linux. Na OScon, em Oregon, ele disse que os desenvolvedores Linux precisavam melhorar a interface para que ele pudesse "ultrapassar a Apple".
E no início dessa semana, anunciando o Jaunty Jackalope, Shuttleworth disse que o Ubuntu 9.04 deve ser comparável ao tradicionais grandes OS's - Microsoft e Apple.
Fonte: Tectonic
[Open Music!] Slim - Beautiful Stranger
Large Hadron Collider - powered by... KDE
Admin de Tracker BitTorrent será preso por 18 meses
Vale à pena ver de novo: Mojave Experiment
É isso aí. Assistam o filme, está/esteve nos cinemas por esses dias. Se não estiver... paciência.
[Open Music!] Haroldo Torrecilha - Dorme Mariana
Netbooks, Chrome e o futuro da computação
Combine netbooks, como o Asus Eee PC 900, com o Google Chrome.
Eles mudaram a computação de modo fundamental.
Nos acostumamos a pensar sobre computação com um cliente (desktop ou laptop) conectado a um servidor (Intranet ou Internet) através de um interface (um navegador) que traduz códigos HTML no servidor para uma mente por trás da tela.
Agora, testemunhe o futuro.
Existem dois clientes, um computador "doméstico", que ainda seja utilizado em casa ou no escritório, e um computador "remoto" (seja um Asus seja algo como um iPhone), para uso móvel.
O cliente acessa aplicações web, não páginas. A diferença é crucial. Uma aplicação web é um software, não um conteúdo. É hospedado numa empresa ou nuvem de serviço, não num local definido.
Ambos clientes estão sincronizados com a nuvem. Você tem arquivos, a nuvem tem arquivos. O que é primário e o backup está disponível para você.
Isto se torna claro assim que você aprende a usar a barra de endereços do Chrome. É uma barra de busca, um link direto para a ferramenta de busca do Google. Ele é, na verdade, uma aplicação web.
O sistema operacional, nos casos do navegador e do netbook, se torna desprezível.
Estou certo que o Google terá versões do Chrome para Linux e Mac (a versão atual é a 0.2.149.29) no momento que ele sair da versão de testes beta.
O software é projetado para ser uma interface de aplicação web, não uma interface de página web, com cada aba como uma instância separada do software, tendo total acesso ao seu poder de processamento e memória.
O Asus vem com Windows XP, se você desejar, mas porque você desejaria? Todas as suas aplicações comuns estão embutidos. O projeto de estado sólido torna o disco rígido supérfluo. Você poderia plugar 80GB por uma porta USB, mas se você pode conseguir um pendrive de 8GB por US$50, qual é a problema?
Mas há limites.
Assim como não há disco rígido, também não há um driver DVD. É o que é, não o que você quer que seja.
Um coisa que não observei antes é a localização das entradas dos fones-de-ouvido e do microfone. Eles estão na lateral, perto da parte frontal.
Isso faz do Asus um Skype box, pronto para ligações via Internet, equipado com teclado e vídeo. (Não mencionei a webcam de 1.3 pixels em cima da tela, apontando para a sua cabeça?)
O Asus pesa menos de 1Kg, com a bateria plugada. Assim, é leve o suficiente para usar nos bancos de trás de um carro, pequeno o suficiente para a bandeja de encosto na sua frente.
Há uma fusão se aproximando entre o netbook e clientes de Internet com o iPhone, que cabe no seu bolso. Esse é o ponto.
A fusão acontecerá na nuvem.
Arquivos de backup e de configuração ficarão online, sincronizados com qualquer dispositivo que você estiver conectado. Serviços online se tornaram serviços reais, fornecendo o software livre como um modelo superior.
Mais um ponto importante.
Nos casos do Chrome e netbooks como o Asus, ainda estamos sequer na versão 1.0. O Microsoft Windows não se tornou um vencedor até ele chegar na versão 3.0. Então, ainda há uma evolução para acontecer.
Mas eu consigo ver o futuro, e ele é diferente. Talvez eu finalmente tenha achado o que estava procurando.
Fonte: Dana Blankenhorn@ZDNet
Large Hadron Collider - powered by Linux
O mais poderoso projeto físico na história de conhecimento do universo - O Large Hadron Collider (LHC) custando US$10bi - deu seus primeiros feixes na velocidade da luz nessa manhã (ontem) em torno de seu circuito de 27Km. Além dos 20 anos que ele levou para ser construído e metade de todos os astrofísicos do mundo, também tem outro componente chave para fazer o LHC funcionar - Linux.
O CERN, organização que comanda o projeto LHC, está usando algo chamado de CernVM, uma distribuição Linux customizada. De acordo com o VMware, o CernVM roda dentro de máquinas virtuais VMware que inclui PC e Macs através de uma cadeia que abrange o poder de aproximadamente 40.000 processadores e algo entre 15 petabytes de dados por ano.
O próprio CERN não é estranho para o Linux, e é um dos contribuidores da distribuição Scientific Linux, uma versão recompilada do Red Hat Enterprise Linux.
Um comentário de algum funcionário do CERN: ".. a configuração primária para as máquinas dentro da cadeia de computadores do LHC é baseada na distribuição Scientific Linux, rodando diretamente sobre o hardware. A cadeia é usada para receber e distribuir 15PB de dados através de 100.000 CPU's por todo o mundo."
Considerando que o LHC, de acordo com alguns, poderia ser poderoso o suficiente para destruir a Terra, criando um buraco negro ou criar um buraco no próprio espaço. Ao menos reassegura que pelo menos o software chave por trás dele não está em risco de uma tela azul da morte.
Fonte: Sean Michael Kerner@internetnews.com
[Open Music!] AL-FAMI - Rest in peace
PCLinuxOS Magazine de Setembro está disponível para Download
A PCLinuxOS Magazine de setembro (número 25) está disponível para donwload. Você pode encontrá-la no site da PCLinuxOS Magazine. Se você quiser ser informado imediatamente sobre os lançamentos, por favor assine a lista de email Magazine-Announce.
Como sempre, a versão HTML está sendo publicada simultaneamente para usuário de internet lenta. O site HTML está em padrões W3C para uma fácil navegação.
- 1. Tocadores de Midia para Linux;
- 2. Guia do usuário GNOME;
- 3. Conecte um XBOX e o PCLinuxOS
- 4. Capítulo 6 - Guia do usuário KDE;
- 5. E muito mais...
Versão PDF de Agosto 2008 (número 24)
Versão HTML de Setembro 2008 (número 25)
Fonte: LXer
Planos do Ubuntu para o Jaunty Jackalope
O fundador do Ubuntu e presidente da Canonical, Mark Shuttleworth, ontem anunciou seus plano para o Ubuntu 9.04, agora chamado de "Jaunty Jackalope".
Num email para os desenvolvedores na noite passada, Shuttleworth disse: "Conforme nos aproximamos do lançamento do 8.10, é hora de criar espaço para planos futuros, então estou lhes apresentando o Jaunty Jackalope."
Shuttleworth disse que o desafio para o Ubuntu 9.04 está num nível muito alto. "Entramos num ano onde certamente podemos esperar o Ubuntu distribuido em muitos milhões de dispositivos, a consumidores que certamente esperam que a experiência de software seja comparavel àqueles grandes e tradicionais OS's - Microsoft e Apple."
Na semana, a DELL anunciou o novo netbook Inspirion Mini 9 que é distribuído com o Ubuntu pré-instalado. Obviamente, Shuttleworth certamente está contando com mais desses tipos de acordos no ano vindouro.
"É uma oportunidade única para brilhar, e queremos ter certeza que o melhor do melhor de todo o ecossistema open source está refletido no Ubuntu, porque muitas pessoas julgarão o software livre como um todo pelo o que fazemos."
Planos
Shuttleworth disse que uma das prioridades para o Jaunty é reduzir a quantidade de tempo que ele leva para iniciar o sistema. "Queremos que o Ubuntu inicie o mais rápido possível - tanto em casos padrões, e especialmente quando ele for projetado para um dispositivo específico." Tempos melhores de boot também foram objetivos para os lançamentos do Hardy e do Intrepid. Se isso ainda é uma prioridade, sugere que o Intrepid ainda não corresponde às expectativas em relação ao tempo de boot quando for lançado em Outubro.
Shuttleworth também enfatiza a necessidade do Jaunty atenuar a linha entre serviços web e aplicações desktop.
"Já estabelecemos algumas bases para aplicações web nas discussões de serviços online que tiveram lugar em Praga, mas já que contamos com estes serviços para distribuição no 9.04, a discussão será muito mais intensa em Mountain View [Ubuntu Developer Summit].
O Jaunty também marcará a primeira vez que todos os programas do Ubuntu serão gerenciados pelo Bazaar, sistema de controle de revisão do Ubuntu.
O Ubuntu 8.10, Intrepid Ibex, é esperado para lançamento em Outubro desse ano. O Ubuntu 9.04 será lançado em Abril do próximo ano.
Fonte: Alastair@tectonic
Um comentário breve: Uhh bixo feio!!!
[Open Music!] Josh Woodward - Flypaper
Enfim.. a liberdade.
Depois de pensar muito, e dar uma pesquisada, decidi migrar para o Blogspot. Serviços de hospedagem de imagens há de sobra, não vejo como a lberdade de interferir no código do blog me impossibilite de adicionar algo que teria com o Wordpress. Foi bom enquanto durou, mas as amarras...
OpenVPN contra a censura Chinesa
Jornalistas nos Jogos Olímpicos de Beijing em 2008 não terão acesso ilimitado à Internet. Entretanto, o software GPL OpenVPN pode ser usado para contornar facilmente tal censura.
O Presidente do COI, Jacques Rogge, recentemente foi forçado a recuar sob uma barreira de críticas quando se tornou claro que as garantias que a imprensa teria acesso "irrestrito" a Internet não eram mais do que promessas vazias. No entanto, a tecnologia por trás do"Golden Shield Protect", que aparentemente é um meio de proteger os chineses de conteúdo criminoso e ganhou o apelido de "O Grande Firewall da China", é relativamente simples. Os jornalistas na Vila Olímpica, assim como empresas ocidentais e até pessoas comuns, têm uma gama de ferramentas a seu dispor para garantir o acesso completo e não monitorado a Internet. Entretanto, muitas dessas ferramentas são baseadas em serviços anônimos - como gateways, proxys ou serviços web - que maquiam o conteúdo, o escondendo do nariz do censor. No passado, as autoridades chinesas bloqueavam regularmente web sites que ofereciam tal serviço. Além disso, serviços de privacidade populares - como gateways - têm uma má reputação, uma vez que ele fornecem um ambiente seguro para usuários que desejam realizar outras ações, relações potencialmente ilegais ou criminosas. Cortes na Europa já revelaram o lado negro desses serviços.
Há, embora, uma solução que está disponível àqueles que usam sistemas Windows, Linux ou Mac, que pode ser implementado em várias maneiras diferentes e que autoridades chinesas tem um real problema em neutralizar - o OpenVPN. Já que esse software GPL livre (como na cerveja e no discurso) utiliza tecnologias que são vitais para muitas companhias chinesas, impedir esse solução não é uma real opção para o governo chinês. Os usuários podem trabalhar nos próprios servidores, sem precisar falar com nenhum outro usuário sobre eles, em completa segurança.
Ao mesmo tempo, o OpenVPN ajuda o usuário a navegar na Internet, mandar e receber e-mails e utilizar todos os serviços normais da Internet a todo momento, rapidamente e com total acesso a Internet, longe dos olhos dos bisbilhoteiros. Uma vez que tudo isso é feito sob total proteção, criptografia de tipo militar, grampos indesejáveis como do aparato do Estado chinês - serviços de segurança, hackers ou administradores de redes restritivas locais - devem permanecer afastados, relativamente impotentes. Na maioria das vezes eles nem mesmo sabem que existe um túnel OpenVPN na rede deles.
Como "O Grande Firewall" funciona
Uma investigação feita pela Universidade de Cambridge descobriu que a censura na Internet da China é baseada em 5 mecanismos principais:
- Bloqueio por IP previne acesso a endereços IP proibidos;
- Filtros DNS previnem a resolução de nomes de domínios para serviços indesejáveis;
- Filtros de URL interceptam pedidos enviados a web por palavras-chave específicas, impedido respostas indesejáveis;
- Filtros de pacotes destacam o foco sobre todo o tráfego da Internet, eliminado as conexões que estão enviando conteúdo indesejável;
- Reinício de conexão: O Grande Firewall pode finalizar conexões que se adequam em uma das categorias acima mandando pacotes TCP de reinício.
Métodos de contornar O Grande Firewall incluem:
- Usar servidores proxy de fora da China;
- Serviços de roteamento, como o Tor;
- Sites que convertem códigos HTML em imagens, com o Picidae.
Entretanto, a desvantagem de todas essas opções é que o governo chinês pode neutraliza-las facilmente, e o fazem regularmente. É normal não ter mais acesso a servidores de proxy conhecidos ou serviços especiais com o Picidae, que converte conteúdo banido em imagens, já que endereços IP relevantes têm sido incluídos na lista de servidores bloqueados.
De acordo com opiniões de muitos especialistas, conexões criptografadas HTTPS não são afetadas pela censura. Pesquisa feita no "Golden Shield" avisa, por isso, que conexões HTTPS podem fornecer acesso livre e irrestrito a Internet.
OpenVPN - Uma Solução
Normalmente, Redes Privadas Virtuais (VPNs) fornecem um campo a trabalhadores e telecomutadores com acesso seguro a redes corporativas, ou usar a Internet para conectar vários ramos da mesma empresa. Os computadores conectados à VPN formam então parte de uma única rede virtual, na qual os funcionários possam trabalhar como se estivessem sentados no escritório na sede da empresa. Os exemplos clássicos de VPN são as muitas variantes dos protocolos IPSEC ou PPTP que são usados freqüentemente pela Microsoft. Entretanto, uma vez que essas soluções sejam inseguras (PPTC) ou complexas (IPSEC), elas nem sempre atingem as expectativas. James Yonan, o homem por trás do OpenVPN, experimentou isso em primeira mão conforme ele viajava pelos países da antiga União Soviética, tentando manter contato com seus empregados conforme ele prosseguia.
Necessitado, ele iniciou o OpenVPN, uma solução de software que tinha que ser flexível e simples, e ainda alcançar as demandas finais em termos de segurança. O projeto ganhou impulso rapidamente, e hoje o OpenVPN é a melhor solução VPN que existe - e representa a terceira geração do sistema VPN. Graças aos numerosos métodos de criptografia que ele suporta e a abrangência das opções do programa, os usuários podem aproveitar de conexões rápida, seguras, com criptografia de nível militar em praticamente qualquer lugar.
Uma vez que a ferramenta usa o mesmo mecanismo comum usados por conexões HTTPS, o acesso a redes privadas é disponível de qualquer lugar em que o usuários tenha acesso irrestrito à URLs que iniciem com o prefixo https://. O amplo uso das bibliotecas SSL/TLS em muitos nichos diferentes garante que erros de programação, exploits e bugs sejam encontrados e consertados imediatamente por aqueles que operam os numerosos home banking e portais de e-comércio que também usam a tecnologia.
OpenVPN - Tão fácil quanto 1-2-3
O modo com o OpenVPN funciona pe extremamente simples: O software cria a própria interface de rede virtual no sistema do usuário, e estabelece um conexão criptografada com o servidor. Todos os pacote de rede que são enviados pela interface virtual (da qual usa dispositivos TUN/TAP padronizados) são enviados pelo software de forma criptografada ao servidor do OpenVPN. Se a opção "rediredt-gateway" está habilitada, então o cliente direciona todo o tráfego por esse túnel, em vez de apenas mandar os pacotes que são destinados à rede local.
Um firewall local no dispositivo do cliente (como um notebook) e um firewall central, corporativo no servidor fornece proteção quase perfeita aos empregados remotos. Acesso total à Internet pode ser concedido e criptografada através do túnel VPN. Grampos maliciosos na rede local e em todos os pontos pelo caminho verão apenas pacotes criptografados, enquanto os firewalls previnem conexões indesejáveis. Em situações ideais, o firewall central também só aceitará que o notebook remoto acesse a Internet atravś do túnel, o melhor uso da técnica de mascaramento de IP.
O OpenVPN também tem se mostrado muito flexível, especialmente em comparação com outras soluções VPN. Ele requer apenas uma porta e um protocolo (seja UDP seja TCP) para estabelecer uma conexão - ambas são totalmente definíveis. Os usuários que se encontram em redes que as conexões são severamente restritas devem usar a porta 21 (FTP) ou 443 (HTTPS), por exemplo. Se os administradores querem usar UDP ou TCP é de menor importância. UDP fornece uma performance significativamente maior, mas também suporta menor opções que a TCP.
Quando se trata de reuisitos mais exigentes, o OpenVPN pode até mesmo oferecer uma solução de cluster simples. A configuração do cliente contém muitos servidores que o software aborda. Qualquer lista negra de endereços IP imposta por operadores de redes suspeitas podem ser neutralizados facilmente, mas se até isso não for o bastante, que tal o compartilhamento de portas? Desde a versão 2.1 o OpenVPN suporta a opão de compartilhar uma porta com outro software, por exemplo um servidor Apache. Usuários ou invasores que acessarem a porta com pacotes não-OpenVPN simplesmente verão o webserver, enquanto usuários autenticados acabarão na VPN. Qualquer bisbilhoteiro desse tráfego apenas poderia adivinhar quais sites estão sendo visitados na base da quantidade de informação que está sendo enviada e pelo perfil da informação.
Requisitos Mínimos
Para que essa solução funcione, o software do cliente exige acesso direto à porta de um servidor específico (por exemplo, porta 443). No caso da China, isso obviamente pe permitido, então qualquer jornalista esportivo que pode acessar o sistema de gerenciador de conteúdo (CMS) de seu jornal via HTTPS de Beijing também pode obter acesso total e irrestrito à Internet através de um túnel do OpenVPN.
Já que o OpenvPN usa dispositivos TUN/TAP padronizados, o servidor VPM e o cliente funcionam no Linux, Windows e também em sistemas Mac. As conexões são estáveis, muito tolerantes a erros e graças à compressão adaptada e tamanhos de chaves de criptografia totalmente definíveis, ambas rápidas e seguras. O autor tem usado o software em eu laptop por quase cinco anos para navegar secretamente, sem problemas e independente da banda disponível, usando conexões tão diversas quanto GPRS, UMTS, redes Wireless, discadas ou Ethernet.
Ocasionalmente é necessário fornecer o OpenVPN com um endereço IP de um servidor proxy, por exemplo usando a opção "http-proxy" no arquivo de configuração. O software então está habilitado a se disfarçar, e aparecer à proxy como um navegador web, como o Internet Explorer ou Mozilla, de qualquer geração que você escolher. Proxies de autenticação que usam NTLM, por exemplo, também são suportadas. Enquanto a proxy permirtir conexão direta a páginas HTTPS - com é requerido pelos operadores de portais de home banking, lojas online ou intranets -, a conexão OpenVPN pode ser estabelecida e a navegação irrestrita é possível.
Disponível em qualquer lugar
Um número grande de ferramentas gráficas está disponível para o OpenVPN. O programa vem em versões para Windows, Mac e Linux, e vem sendo um componente padrão da maioria das distribuições Linux por anos. Usuários do Debian, Ubuntu, Red Hat e OpenSUSE podem instalar o software confortavelmente usando o sistema de gerenciamento de pacotes das suas distribuições, enquanto cada vez mais aparelhos também estão integrando o OpenVPN. Ao longo do curso de seu desenvolvimento, o software VPN tem ganhado cada vez mais fãs, graças à sua completa funcionabilidade e alto grau de flexibilidade. Fácil configuração, ótima performance e segurança significa que ele é uma ferramenta prática que pode resolver um ampla gama de problemas de rede com facilidade. Com o OpenVPN é capaz até de acelerar consideravelmente configurações típicas, o software também é muito popular entre aqueles que gostam de jogar online. Talvez eles em breve se juntarão com os jornalistas na febre pela solução.
Veja um artigo (em inglês) de como configurar o OpenVPN aqui.