[Open Music!] Santiago Louvet - Night Club
Mulheres no Linux
Machtelt Garrels: Machtelt Garrels é uma veterana e consultora/professora freelancer do mundo Linux. Ela também é um membro dp Linux Documentation Project, onde ela inicialmente encontrou um fértil solo para ter seus trabalhos lidos por todo o mundo. Ela foi convidada no ano passado para se juntar ao fórum BSD Certification Group Advisory Board e compartilhar seu conhecimento sobre organização de certificações, que ela aprendeu como Coordenadora de Tradução para o Linux Professional Institute. Em cooperação com um grupo de alunos holandeses, ela fundou no ano passado a OpenDoc Society, uma organização sem fins lucrativos que promove o uso de padrões abertos e do Open Document Standard (ODF) em particular. (Fonte)
Pia Waugh: Pia Waugh é uma militante australiana do software livre. Atualmente é presidente da organização que promove o Software Freedom Day e é ex-presidente e vice-presidente da Linux Australia. (Fonte)
Hanna Wallach: É desenvolvedora do GNOME e Debian que ajudou a GNOME Foundation a decolar com o programa Woman's Summer Outreach. (Fonte) (Fazendo um discurso)
Amaya Rodrigo Sastre: Desenvolvedora Debian e co-fundadora do Debian Women. (Blog dela)
Celeste Lyn Paul: Ela é uma designer de interação, pesquisadora e contribuidora open source. Ela também lidera o KDE Usability Project, é uma mentora para o OpenUsability Season do Usability, e está envolvida com o Kubuntu Linux. (Fonte)
Eva Brucherseifer: Eva é uma engenheira elétrica da Alemanha e uma das forças por trás dos projetos KDE-Women e KDE-Edu e da lista de email KDE-Solaris. (Fonte)
Anne Nicolas: Diretora de engenharia na Mandriva. (Fonte)
Pauline Middelink: Hacker do kernel holandesa. Contribui com o identd, Mascaramento de IP e Automount/Autofs. (Fonte)
Kristen Carlon Accardi: Kristen Carlon Accardi é um desenvolvedora do kernel Linux que trabalha para a Intel. Ele é desenvolvedora de drivers de dispositivos dede os anos 90 e começou a se concentrar no Linux em 2005. Ela mantém o subsistema de hot-plug PCI no kernel Linux. Ao menos até 2007, ela era a única mulher que era a mantenedora de um subsistema para o Linux. Ela liderou a organização da Linux Plumber's Conference. (Fonte)
Val Henson: Valerie "Val" Henson é uma hacker do kernel Linux especializada no desenvolvimento de sistemas de arquivo. Desde agosoto ela trabalha para a Red Hat. (Fonte) (Site)
Stormy Peters: Stormy Peters é a diretora executiva (gerente) da GNOME Foundation. Ela está envolvida na comunidade GNOME desde 1999. (Blog dela)
Claro, existem muitas mais que merecem estar nessa lista, que não estou ciente. Se você conhece mais algúem, sinta-se livre para mencioná-las nos comentários, com a fonte se possível.
Há também alguns sites de mulheres que usam Linux e organizações que talvez você tenha interesse:
Debian Women
Fedora Women
GNOME Women
KDE Women
Ubuntu Women
LinuxChix
E por último, mas não menos importante, um bom guia para criar o interesse das mulheres pelo Linux: How-to - Incentive as mulheres no Linux.
Fonte: LinuxHaxor
Ubuntu ultrapassa 8 milhões de usuários
Medir a base instalada ativa pode ser complicado, já que uma única cópia do sistema operacional pode ser instalado livremente várias vezes em vários sistemas. E na metade de 2007, durante a conferência Ubuntu Live, o fundador da Canonical/Ubuntu, Mark Shuttleworth, estimou a base instalada do sistema operacional entre 6 milhões e 12 milhões.
Mas, aparentemente, a Canonical reduziu esse valor. Um panfleto de marketing da empresa, focado na formação, afirma que:
"O Ubuntu é usado por mais de 8 milhões de pessoas em todo o mundo."
Até aqui tudo bem. E esse valor com certeza crescerá à medida que o Ubuntu é pré-instalado em um número crescente de netbook e mobiles internet devices (MID's).
Mas a Canonical não pode descansar sobre os louros conquistados. Afinal, a Novell está criando relações para aterrissar em mais servidores - incluindo um acordo que está por vir com a Lenovo, que será anunciado em setembro. E a Red Hat parece estar querendo roubar a cena.
Ainda assim, há uma lista crescente de pequenas, médias e grande organizações que estão rodando o Ubuntu. (Dê uma olhada no site Works With U 1000, uma lista que está crescendo rapidamente de organizações que estão usando o Ubuntu.)
As coisas certamente estão ficando interessantes no mercado Linux.
Fonte: TheVARGuy
Shuttleworth investe para melhorar interface Linux
A Canonical, empresa por trás do Ubuntu Linux, está contratando um time de designers e desenvolvedores para tornar o desktop em software livre mais fácil e mais apelativo ao uso.
O cabeça da Canonical e fundador do Ubuntu, Mark Shuttleworth, disse ontem num post de seu blog que a empresa planeja contratar um time de designers e especialistas em interface de usuário para contribuir não somente na usuabilidade do Ubuntu, mas também nas principais aplicações de software livre.
Shuttleworth disse que a Canonical agora está em posição de conduzir "uma verdadeira mudança no software que é parte do Ubuntu".
Mas, disse Shuttleworth, "se nós simplesmente aparecer com figuras e protótipos e perguntar às pessoas para moldarem seus projetos diferentemente, não consigo imaginar que seja bem recebido!"
Em vez disso, a Canonical está contratando designers que irão "trabalhar no X, OpenGL, GTK, Qt, GNOME e KDE, com um objetivo de fazer algumas das pesadas mudanças necessárias para tornar realidade tais idéias de experiência com desktop".
Estes desenvolvedores contribuirão com as melhorias na interface para os principais projetos conforme eles forem incluídos nos lançamentos futuros do Ubuntu, disse Shuttleworth.
Foi em julho que Shuttleworth levantou o desafio de melhorar a aparência e usuabilidade do Linux. Na OScon, em Oregon, ele disse que os desenvolvedores Linux precisavam melhorar a interface para que ele pudesse "ultrapassar a Apple".
E no início dessa semana, anunciando o Jaunty Jackalope, Shuttleworth disse que o Ubuntu 9.04 deve ser comparável ao tradicionais grandes OS's - Microsoft e Apple.
Fonte: Tectonic
[Open Music!] Slim - Beautiful Stranger
Large Hadron Collider - powered by... KDE
Admin de Tracker BitTorrent será preso por 18 meses
Vale à pena ver de novo: Mojave Experiment
É isso aí. Assistam o filme, está/esteve nos cinemas por esses dias. Se não estiver... paciência.
[Open Music!] Haroldo Torrecilha - Dorme Mariana
Netbooks, Chrome e o futuro da computação
Combine netbooks, como o Asus Eee PC 900, com o Google Chrome.
Eles mudaram a computação de modo fundamental.
Nos acostumamos a pensar sobre computação com um cliente (desktop ou laptop) conectado a um servidor (Intranet ou Internet) através de um interface (um navegador) que traduz códigos HTML no servidor para uma mente por trás da tela.
Agora, testemunhe o futuro.
Existem dois clientes, um computador "doméstico", que ainda seja utilizado em casa ou no escritório, e um computador "remoto" (seja um Asus seja algo como um iPhone), para uso móvel.
O cliente acessa aplicações web, não páginas. A diferença é crucial. Uma aplicação web é um software, não um conteúdo. É hospedado numa empresa ou nuvem de serviço, não num local definido.
Ambos clientes estão sincronizados com a nuvem. Você tem arquivos, a nuvem tem arquivos. O que é primário e o backup está disponível para você.
Isto se torna claro assim que você aprende a usar a barra de endereços do Chrome. É uma barra de busca, um link direto para a ferramenta de busca do Google. Ele é, na verdade, uma aplicação web.
O sistema operacional, nos casos do navegador e do netbook, se torna desprezível.
Estou certo que o Google terá versões do Chrome para Linux e Mac (a versão atual é a 0.2.149.29) no momento que ele sair da versão de testes beta.
O software é projetado para ser uma interface de aplicação web, não uma interface de página web, com cada aba como uma instância separada do software, tendo total acesso ao seu poder de processamento e memória.
O Asus vem com Windows XP, se você desejar, mas porque você desejaria? Todas as suas aplicações comuns estão embutidos. O projeto de estado sólido torna o disco rígido supérfluo. Você poderia plugar 80GB por uma porta USB, mas se você pode conseguir um pendrive de 8GB por US$50, qual é a problema?
Mas há limites.
Assim como não há disco rígido, também não há um driver DVD. É o que é, não o que você quer que seja.
Um coisa que não observei antes é a localização das entradas dos fones-de-ouvido e do microfone. Eles estão na lateral, perto da parte frontal.
Isso faz do Asus um Skype box, pronto para ligações via Internet, equipado com teclado e vídeo. (Não mencionei a webcam de 1.3 pixels em cima da tela, apontando para a sua cabeça?)
O Asus pesa menos de 1Kg, com a bateria plugada. Assim, é leve o suficiente para usar nos bancos de trás de um carro, pequeno o suficiente para a bandeja de encosto na sua frente.
Há uma fusão se aproximando entre o netbook e clientes de Internet com o iPhone, que cabe no seu bolso. Esse é o ponto.
A fusão acontecerá na nuvem.
Arquivos de backup e de configuração ficarão online, sincronizados com qualquer dispositivo que você estiver conectado. Serviços online se tornaram serviços reais, fornecendo o software livre como um modelo superior.
Mais um ponto importante.
Nos casos do Chrome e netbooks como o Asus, ainda estamos sequer na versão 1.0. O Microsoft Windows não se tornou um vencedor até ele chegar na versão 3.0. Então, ainda há uma evolução para acontecer.
Mas eu consigo ver o futuro, e ele é diferente. Talvez eu finalmente tenha achado o que estava procurando.
Fonte: Dana Blankenhorn@ZDNet
Large Hadron Collider - powered by Linux
O mais poderoso projeto físico na história de conhecimento do universo - O Large Hadron Collider (LHC) custando US$10bi - deu seus primeiros feixes na velocidade da luz nessa manhã (ontem) em torno de seu circuito de 27Km. Além dos 20 anos que ele levou para ser construído e metade de todos os astrofísicos do mundo, também tem outro componente chave para fazer o LHC funcionar - Linux.
O CERN, organização que comanda o projeto LHC, está usando algo chamado de CernVM, uma distribuição Linux customizada. De acordo com o VMware, o CernVM roda dentro de máquinas virtuais VMware que inclui PC e Macs através de uma cadeia que abrange o poder de aproximadamente 40.000 processadores e algo entre 15 petabytes de dados por ano.
O próprio CERN não é estranho para o Linux, e é um dos contribuidores da distribuição Scientific Linux, uma versão recompilada do Red Hat Enterprise Linux.
Um comentário de algum funcionário do CERN: ".. a configuração primária para as máquinas dentro da cadeia de computadores do LHC é baseada na distribuição Scientific Linux, rodando diretamente sobre o hardware. A cadeia é usada para receber e distribuir 15PB de dados através de 100.000 CPU's por todo o mundo."
Considerando que o LHC, de acordo com alguns, poderia ser poderoso o suficiente para destruir a Terra, criando um buraco negro ou criar um buraco no próprio espaço. Ao menos reassegura que pelo menos o software chave por trás dele não está em risco de uma tela azul da morte.
Fonte: Sean Michael Kerner@internetnews.com
[Open Music!] AL-FAMI - Rest in peace
PCLinuxOS Magazine de Setembro está disponível para Download
A PCLinuxOS Magazine de setembro (número 25) está disponível para donwload. Você pode encontrá-la no site da PCLinuxOS Magazine. Se você quiser ser informado imediatamente sobre os lançamentos, por favor assine a lista de email Magazine-Announce.
Como sempre, a versão HTML está sendo publicada simultaneamente para usuário de internet lenta. O site HTML está em padrões W3C para uma fácil navegação.
- 1. Tocadores de Midia para Linux;
- 2. Guia do usuário GNOME;
- 3. Conecte um XBOX e o PCLinuxOS
- 4. Capítulo 6 - Guia do usuário KDE;
- 5. E muito mais...
Versão PDF de Agosto 2008 (número 24)
Versão HTML de Setembro 2008 (número 25)
Fonte: LXer
Planos do Ubuntu para o Jaunty Jackalope
O fundador do Ubuntu e presidente da Canonical, Mark Shuttleworth, ontem anunciou seus plano para o Ubuntu 9.04, agora chamado de "Jaunty Jackalope".
Num email para os desenvolvedores na noite passada, Shuttleworth disse: "Conforme nos aproximamos do lançamento do 8.10, é hora de criar espaço para planos futuros, então estou lhes apresentando o Jaunty Jackalope."
Shuttleworth disse que o desafio para o Ubuntu 9.04 está num nível muito alto. "Entramos num ano onde certamente podemos esperar o Ubuntu distribuido em muitos milhões de dispositivos, a consumidores que certamente esperam que a experiência de software seja comparavel àqueles grandes e tradicionais OS's - Microsoft e Apple."
Na semana, a DELL anunciou o novo netbook Inspirion Mini 9 que é distribuído com o Ubuntu pré-instalado. Obviamente, Shuttleworth certamente está contando com mais desses tipos de acordos no ano vindouro.
"É uma oportunidade única para brilhar, e queremos ter certeza que o melhor do melhor de todo o ecossistema open source está refletido no Ubuntu, porque muitas pessoas julgarão o software livre como um todo pelo o que fazemos."
Planos
Shuttleworth disse que uma das prioridades para o Jaunty é reduzir a quantidade de tempo que ele leva para iniciar o sistema. "Queremos que o Ubuntu inicie o mais rápido possível - tanto em casos padrões, e especialmente quando ele for projetado para um dispositivo específico." Tempos melhores de boot também foram objetivos para os lançamentos do Hardy e do Intrepid. Se isso ainda é uma prioridade, sugere que o Intrepid ainda não corresponde às expectativas em relação ao tempo de boot quando for lançado em Outubro.
Shuttleworth também enfatiza a necessidade do Jaunty atenuar a linha entre serviços web e aplicações desktop.
"Já estabelecemos algumas bases para aplicações web nas discussões de serviços online que tiveram lugar em Praga, mas já que contamos com estes serviços para distribuição no 9.04, a discussão será muito mais intensa em Mountain View [Ubuntu Developer Summit].
O Jaunty também marcará a primeira vez que todos os programas do Ubuntu serão gerenciados pelo Bazaar, sistema de controle de revisão do Ubuntu.
O Ubuntu 8.10, Intrepid Ibex, é esperado para lançamento em Outubro desse ano. O Ubuntu 9.04 será lançado em Abril do próximo ano.
Fonte: Alastair@tectonic
Um comentário breve: Uhh bixo feio!!!
[Open Music!] Josh Woodward - Flypaper
Enfim.. a liberdade.
Depois de pensar muito, e dar uma pesquisada, decidi migrar para o Blogspot. Serviços de hospedagem de imagens há de sobra, não vejo como a lberdade de interferir no código do blog me impossibilite de adicionar algo que teria com o Wordpress. Foi bom enquanto durou, mas as amarras...