Cloud Computing
Mas afinal, o que é Cloud Computing? - Cezar Taurion@ComputerWorld (Português)
Cloud computing with Linux - M. Tim Jones@IBM (Inglês)
[Open Music!] After The Ice - Thursday Morning Waking
Artista: After The Ice
Música: Thursday Morning Waking
Album: It Happens All the Time
Página no Jamendo: AQUI
A urna eletrônica é segura??
Dizem os burocr... funcionários dos TRE's que a nossa urna eletrônica é infalível, o sistema é inviolável, infraudável. Quem mexe com computação conhece a máxima "Não existe sistema 100% seguros". Bem, é o que o povo do TRE diz, nos resta acreditar.
O Computer Security Group da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara (UCSB) divulgou um pequeno vídeo demonstrando como uma única pessoas pode hackear uma eleição no sistema de voto touch-screen - até mesmo com um sistema chamado "Voter Verifiable Paper Trail" (VVPAT) adicionado a ele - de modo que a manipulação jamais seria detectada pelo público ou funcionários eleitorais.
Eis o vídeo da façanha:
A diferença entre esses sistemas eletrônicos e o sistema que usamos no Brasil é a contraprova. Se der caca na eleição pode-se fazer uma recontagem de votos (como à duas eleições passadas nos EUA) e tudo volta à legalidade. Aqui, se der merda, deu. Não há o que fazer. Se é possível hackear sistemas com contraprova, imagine o sistema que temos. Onde qualquer falha nos servidores dos TE's colocaria tudo a perder. Entre no site votoseguro e veja que o nosso sistema não é essa maravilha que anunciam.
Os Princípios Open Source da Participação
Um dos antigos princípios do open source é o livre e aberto compartilhamento do código-fonte de software. Este código-fonte é produto do tempo, esforço e trabalho de alguém. Portanto, a troca ou compartilhamento de código-fonte é, essencialmente, o compartilhamento do seu trabalho com mais alguém, e em troca você recebe uma porção do trabalho dele. E uma vez que programadores e desenvolvedores são o que faz da tradição open source possível, é fácil compreender como as pessoas podem equiparar a participação num projeto ou comunidade open source conforme é requerido delas a capacidade de programar.
Mas os tempo mudaram, e o open source já não é mais simplesmente software. Certamente ainda é uma grande parte, mas existe muito mais coisas hoje que são chamadas de open source do que existiu no passado, e nem tudo se trata de software. Há muitos projetos open source por aí que não necessita de código-fonte ou software para ser classificado como um projeto open source ou comunitário. Portanto, você não precisa mais ser capaz de programar para participar. Na verdade, habilidades de programação nunca foram exatamente um requisito para participar, mas uma habilidade a mais.
Um exemplo perfeito disso vem de uma recente entrevista que fiz com Michel Shiloh, da OpenMoko. Quem perguntei a ele sobre como as pessoas poderiam participar no projeto dele, ele me deu alguns exemplos muito interessantes de como as pessoas poderiam participar sem precisar saber como programar. O primeiro foi um cara que chegou para os desenvolvedores e disse "Sou músico e adoraria participar, mas eu não sei como programar". Eles lhe disseram imediatamente "Não tem problema. Precisamos de gente para escrever e gravar toques de celular para nós.", o que ele faria facilmente para os desenvolvedores. Outro exemplo veio de um artista que disse mais ou menos a mesmo coisa sobre si mesmo, e os desenvolvedores disseram "Poderíamos usar alguém para criar ícones e artwork para nós."
E estes são dois exemplos pequenos de como as pessoas poderiam participar de um projeto open-source ou de uma comunidade. Outro exemplo saiu de uma entrevista que li sobre onde o desenvolvedor líder de um grande gerenciador CMS estava recrutando a comunidade para procurar pessoas que poderiam escrever how-to's, guias, documentação e outras coisas similares para eles. E se você é é bom de escrita, fazer essas coisas é muito fácil. Falo com experiência nisso.
Outro exemplo de como participar vem do meu próprio site. Existem muitas pessoas em meu site que se ofereceram como editores e revisores para uma variedade de artigos e editoriais ao longo dos últimos anos, oferecendo para mim e para outras pessoas uma segunda opinião enquanto é escrito e editado vários artigos, how-to e outras coisas afim de produzir o melhor produto final. Muitos mais cederam seus esforços para ajudar os outros respondendo perguntas em fórum, screvendo guias, how-to's, fornecendo artwork, comentários, críticas e outras coisas como isso.
Eu mesmo já fui voluntário em vários outros projetos também, fazendo tudo, desde contribuir como programador, até como designer de interface, editor, escritor, professor e muitas outras coisas. Até mesmo escrevi artigos para o Distrowatch (para ajudar enquanto Ladislav Bodnar estava de férias) assim como para vários sites além do meu. Já ajudei por pouco tempo desenvolvendo pequenos arquivos de músicas para alguns projetos. Eu sozinho não consigo escrever músicas e o número de instrumentos que toco é limitado, entretanto, tenho um bom ouvido para tom, ritmo, estrutura, estilo, tempo e muito mais (apesar de ter uma perda auditiva, essas coisas ainda são muito claras e fáceis de identificar), e trabalhe com outros músicos a desenvolver e aperfeiçoar vários arquivos sonoros para diferentes aplicações.
Não estou dizendo isso para me gabar. Só estou mostrando que você não precisa ser um super geek ou programador veterano para participar de uma comunidade ou projeto open source. Há dezenas, se não centenas e milhares de maneiras de você pode participar no mundo open source e ajudar de modos fantásticos na comunidade open-source usando as habilidades que você já possui e as coisas que você já sabe. Até meu pais e um número de amigos atuam como promotores de várias comunidades e projetos, fornecendo suas opiniões de como melhor adaptar diferentes interfaces de software e web para idosos e doentes.
Um último exemplo. Um cara cegou até mim uma vez e disse que ele queria participar de um projeto que estava trabalhando, mas não poderia programar. Se descobriu que ele falava dois idiomas diferentes fluentemente e sabia ler e escrever em ambas, mais inglês (Ele trabalhou como tradutor por um tempo, creio). Tive a brilhante idéia de ele trabalhar traduzindo toda nossa documentação e arquivos de idiomas para esses dois outros idiomas.
Então nunca sinta que só porque você não é programador que você nuca pode participar no mundo open source. E não pense que só porque um projeto não é relacionado com software que as pessoas não precisam de ajuda. Existem muitos exemplos onde um projeto, como o Projeto Guitenberg por exemplo, não necessita de programadores, ou eles fazem um papel secundário no projeto (como manutenção de website) em vez do papel primário. Sites e comunidades Linux e open source do todo o mundo, e até localmente, precisam de pessoas para ajudar.
Aí está outro grande exemplo. Diga que você é bom em marketing. Há uma imensa quantidade de bons projetos Linux e open source por aí que necessitam muito de ajuda com marketing. Você poderia usar o seu conhecimento em marketing e ajudá-los a melhorar o marketing deles. Mas se você só é bom na cozinha? Acredite ou não, você ainda pode ser útil, porque existem muitos modos diferentes em que você poderia participar, mesmo com apenas uma habilidade. E nunca pense que uma habilidade em particular que você possui "não vale à pena mencionar" porque você que é besteira ou insignificante. Você pode se surpreender ao descobrir como ela realmente pode ser significante.
Cada projeto e comunidade tem necessidades diferentes. Só porque uma comunidade não precisa de suas habilidade não quer dizer que alguma outra não precise. O mesmo também se aplica aqui. Só porque somos um site de reviews e tutoriais sobre Linux e open source não significa que você não pode ajudar ou participar. E não estou dizendo isso para nos gabar ou algo parecido, mas já que você está lendo esse artigo, você provavelmente já notou o link "escritores voluntários" no topo do lado esquerdo. Aquilo é uma lista de membros da staff e da comunidade que deram um passo à frente e cederam seu tempo e conhecimento para escrever sobre Linux, fornecendo reviews de distribuições e hardware, editoriais, tutoriais e muito mais. Eles deram um passo à frente e nos ajudaram várias vezes, e por isso sempre serei grato.
Agora, admito que provavelmente estou chutando cachorro morto por tudo disse, mas o ponto é que há tantas pessoas por aí que são mais que capazes para ajudar ao menos um projeto open source, e ainda assim não o fazem. Os princípios centrais do open source são sobre compartilhar e doar. A comunidade open source tem doado tanto a você nas duas décadas passadas, seja você já percebeu ou não. O que você deu em troca? Se a sua resposta é nada, então é hora de mudar isso. Se a resposta é pouco, então é hora de aumentar a sua participação. Mas se a resposta é muito, então lhe agradecemos por tudo que fez e lhe encorajo a continuar doando.
Em um mundo perfeito, não haveria um único projeto como esses que estão mortos ou morrendo por motivos de falta de participação, isso jamais deveria ser um sacrifício para os voluntários. Porém, admito que não vivemos num mundo perfeito, mas nada diz que não podemos tentar transformá-lo num. Tudo que é necessário é que cada pessoa tome a iniciativa e faça a sua parte para ajudar aqueles projetos e comunidades que puder. Porque sem pessoas dispostas a ser voluntárias e ajudar, o open source morrerá, e esse é um futuro que jamais quero ver.
Fonte: Steve Lake@Raiden's Realm
[Open Music!] Santiago Louvet - Night Club
Mulheres no Linux
Machtelt Garrels: Machtelt Garrels é uma veterana e consultora/professora freelancer do mundo Linux. Ela também é um membro dp Linux Documentation Project, onde ela inicialmente encontrou um fértil solo para ter seus trabalhos lidos por todo o mundo. Ela foi convidada no ano passado para se juntar ao fórum BSD Certification Group Advisory Board e compartilhar seu conhecimento sobre organização de certificações, que ela aprendeu como Coordenadora de Tradução para o Linux Professional Institute. Em cooperação com um grupo de alunos holandeses, ela fundou no ano passado a OpenDoc Society, uma organização sem fins lucrativos que promove o uso de padrões abertos e do Open Document Standard (ODF) em particular. (Fonte)
Pia Waugh: Pia Waugh é uma militante australiana do software livre. Atualmente é presidente da organização que promove o Software Freedom Day e é ex-presidente e vice-presidente da Linux Australia. (Fonte)
Hanna Wallach: É desenvolvedora do GNOME e Debian que ajudou a GNOME Foundation a decolar com o programa Woman's Summer Outreach. (Fonte) (Fazendo um discurso)
Amaya Rodrigo Sastre: Desenvolvedora Debian e co-fundadora do Debian Women. (Blog dela)
Celeste Lyn Paul: Ela é uma designer de interação, pesquisadora e contribuidora open source. Ela também lidera o KDE Usability Project, é uma mentora para o OpenUsability Season do Usability, e está envolvida com o Kubuntu Linux. (Fonte)
Eva Brucherseifer: Eva é uma engenheira elétrica da Alemanha e uma das forças por trás dos projetos KDE-Women e KDE-Edu e da lista de email KDE-Solaris. (Fonte)
Anne Nicolas: Diretora de engenharia na Mandriva. (Fonte)
Pauline Middelink: Hacker do kernel holandesa. Contribui com o identd, Mascaramento de IP e Automount/Autofs. (Fonte)
Kristen Carlon Accardi: Kristen Carlon Accardi é um desenvolvedora do kernel Linux que trabalha para a Intel. Ele é desenvolvedora de drivers de dispositivos dede os anos 90 e começou a se concentrar no Linux em 2005. Ela mantém o subsistema de hot-plug PCI no kernel Linux. Ao menos até 2007, ela era a única mulher que era a mantenedora de um subsistema para o Linux. Ela liderou a organização da Linux Plumber's Conference. (Fonte)
Val Henson: Valerie "Val" Henson é uma hacker do kernel Linux especializada no desenvolvimento de sistemas de arquivo. Desde agosoto ela trabalha para a Red Hat. (Fonte) (Site)
Stormy Peters: Stormy Peters é a diretora executiva (gerente) da GNOME Foundation. Ela está envolvida na comunidade GNOME desde 1999. (Blog dela)
Claro, existem muitas mais que merecem estar nessa lista, que não estou ciente. Se você conhece mais algúem, sinta-se livre para mencioná-las nos comentários, com a fonte se possível.
Há também alguns sites de mulheres que usam Linux e organizações que talvez você tenha interesse:
Debian Women
Fedora Women
GNOME Women
KDE Women
Ubuntu Women
LinuxChix
E por último, mas não menos importante, um bom guia para criar o interesse das mulheres pelo Linux: How-to - Incentive as mulheres no Linux.
Fonte: LinuxHaxor
Ubuntu ultrapassa 8 milhões de usuários
Medir a base instalada ativa pode ser complicado, já que uma única cópia do sistema operacional pode ser instalado livremente várias vezes em vários sistemas. E na metade de 2007, durante a conferência Ubuntu Live, o fundador da Canonical/Ubuntu, Mark Shuttleworth, estimou a base instalada do sistema operacional entre 6 milhões e 12 milhões.
Mas, aparentemente, a Canonical reduziu esse valor. Um panfleto de marketing da empresa, focado na formação, afirma que:
"O Ubuntu é usado por mais de 8 milhões de pessoas em todo o mundo."
Até aqui tudo bem. E esse valor com certeza crescerá à medida que o Ubuntu é pré-instalado em um número crescente de netbook e mobiles internet devices (MID's).
Mas a Canonical não pode descansar sobre os louros conquistados. Afinal, a Novell está criando relações para aterrissar em mais servidores - incluindo um acordo que está por vir com a Lenovo, que será anunciado em setembro. E a Red Hat parece estar querendo roubar a cena.
Ainda assim, há uma lista crescente de pequenas, médias e grande organizações que estão rodando o Ubuntu. (Dê uma olhada no site Works With U 1000, uma lista que está crescendo rapidamente de organizações que estão usando o Ubuntu.)
As coisas certamente estão ficando interessantes no mercado Linux.
Fonte: TheVARGuy
Shuttleworth investe para melhorar interface Linux
A Canonical, empresa por trás do Ubuntu Linux, está contratando um time de designers e desenvolvedores para tornar o desktop em software livre mais fácil e mais apelativo ao uso.
O cabeça da Canonical e fundador do Ubuntu, Mark Shuttleworth, disse ontem num post de seu blog que a empresa planeja contratar um time de designers e especialistas em interface de usuário para contribuir não somente na usuabilidade do Ubuntu, mas também nas principais aplicações de software livre.
Shuttleworth disse que a Canonical agora está em posição de conduzir "uma verdadeira mudança no software que é parte do Ubuntu".
Mas, disse Shuttleworth, "se nós simplesmente aparecer com figuras e protótipos e perguntar às pessoas para moldarem seus projetos diferentemente, não consigo imaginar que seja bem recebido!"
Em vez disso, a Canonical está contratando designers que irão "trabalhar no X, OpenGL, GTK, Qt, GNOME e KDE, com um objetivo de fazer algumas das pesadas mudanças necessárias para tornar realidade tais idéias de experiência com desktop".
Estes desenvolvedores contribuirão com as melhorias na interface para os principais projetos conforme eles forem incluídos nos lançamentos futuros do Ubuntu, disse Shuttleworth.
Foi em julho que Shuttleworth levantou o desafio de melhorar a aparência e usuabilidade do Linux. Na OScon, em Oregon, ele disse que os desenvolvedores Linux precisavam melhorar a interface para que ele pudesse "ultrapassar a Apple".
E no início dessa semana, anunciando o Jaunty Jackalope, Shuttleworth disse que o Ubuntu 9.04 deve ser comparável ao tradicionais grandes OS's - Microsoft e Apple.
Fonte: Tectonic
[Open Music!] Slim - Beautiful Stranger
Large Hadron Collider - powered by... KDE
Admin de Tracker BitTorrent será preso por 18 meses
Vale à pena ver de novo: Mojave Experiment
É isso aí. Assistam o filme, está/esteve nos cinemas por esses dias. Se não estiver... paciência.
[Open Music!] Haroldo Torrecilha - Dorme Mariana
Netbooks, Chrome e o futuro da computação
Combine netbooks, como o Asus Eee PC 900, com o Google Chrome.
Eles mudaram a computação de modo fundamental.
Nos acostumamos a pensar sobre computação com um cliente (desktop ou laptop) conectado a um servidor (Intranet ou Internet) através de um interface (um navegador) que traduz códigos HTML no servidor para uma mente por trás da tela.
Agora, testemunhe o futuro.
Existem dois clientes, um computador "doméstico", que ainda seja utilizado em casa ou no escritório, e um computador "remoto" (seja um Asus seja algo como um iPhone), para uso móvel.
O cliente acessa aplicações web, não páginas. A diferença é crucial. Uma aplicação web é um software, não um conteúdo. É hospedado numa empresa ou nuvem de serviço, não num local definido.
Ambos clientes estão sincronizados com a nuvem. Você tem arquivos, a nuvem tem arquivos. O que é primário e o backup está disponível para você.
Isto se torna claro assim que você aprende a usar a barra de endereços do Chrome. É uma barra de busca, um link direto para a ferramenta de busca do Google. Ele é, na verdade, uma aplicação web.
O sistema operacional, nos casos do navegador e do netbook, se torna desprezível.
Estou certo que o Google terá versões do Chrome para Linux e Mac (a versão atual é a 0.2.149.29) no momento que ele sair da versão de testes beta.
O software é projetado para ser uma interface de aplicação web, não uma interface de página web, com cada aba como uma instância separada do software, tendo total acesso ao seu poder de processamento e memória.
O Asus vem com Windows XP, se você desejar, mas porque você desejaria? Todas as suas aplicações comuns estão embutidos. O projeto de estado sólido torna o disco rígido supérfluo. Você poderia plugar 80GB por uma porta USB, mas se você pode conseguir um pendrive de 8GB por US$50, qual é a problema?
Mas há limites.
Assim como não há disco rígido, também não há um driver DVD. É o que é, não o que você quer que seja.
Um coisa que não observei antes é a localização das entradas dos fones-de-ouvido e do microfone. Eles estão na lateral, perto da parte frontal.
Isso faz do Asus um Skype box, pronto para ligações via Internet, equipado com teclado e vídeo. (Não mencionei a webcam de 1.3 pixels em cima da tela, apontando para a sua cabeça?)
O Asus pesa menos de 1Kg, com a bateria plugada. Assim, é leve o suficiente para usar nos bancos de trás de um carro, pequeno o suficiente para a bandeja de encosto na sua frente.
Há uma fusão se aproximando entre o netbook e clientes de Internet com o iPhone, que cabe no seu bolso. Esse é o ponto.
A fusão acontecerá na nuvem.
Arquivos de backup e de configuração ficarão online, sincronizados com qualquer dispositivo que você estiver conectado. Serviços online se tornaram serviços reais, fornecendo o software livre como um modelo superior.
Mais um ponto importante.
Nos casos do Chrome e netbooks como o Asus, ainda estamos sequer na versão 1.0. O Microsoft Windows não se tornou um vencedor até ele chegar na versão 3.0. Então, ainda há uma evolução para acontecer.
Mas eu consigo ver o futuro, e ele é diferente. Talvez eu finalmente tenha achado o que estava procurando.
Fonte: Dana Blankenhorn@ZDNet
Large Hadron Collider - powered by Linux
O mais poderoso projeto físico na história de conhecimento do universo - O Large Hadron Collider (LHC) custando US$10bi - deu seus primeiros feixes na velocidade da luz nessa manhã (ontem) em torno de seu circuito de 27Km. Além dos 20 anos que ele levou para ser construído e metade de todos os astrofísicos do mundo, também tem outro componente chave para fazer o LHC funcionar - Linux.
O CERN, organização que comanda o projeto LHC, está usando algo chamado de CernVM, uma distribuição Linux customizada. De acordo com o VMware, o CernVM roda dentro de máquinas virtuais VMware que inclui PC e Macs através de uma cadeia que abrange o poder de aproximadamente 40.000 processadores e algo entre 15 petabytes de dados por ano.
O próprio CERN não é estranho para o Linux, e é um dos contribuidores da distribuição Scientific Linux, uma versão recompilada do Red Hat Enterprise Linux.
Um comentário de algum funcionário do CERN: ".. a configuração primária para as máquinas dentro da cadeia de computadores do LHC é baseada na distribuição Scientific Linux, rodando diretamente sobre o hardware. A cadeia é usada para receber e distribuir 15PB de dados através de 100.000 CPU's por todo o mundo."
Considerando que o LHC, de acordo com alguns, poderia ser poderoso o suficiente para destruir a Terra, criando um buraco negro ou criar um buraco no próprio espaço. Ao menos reassegura que pelo menos o software chave por trás dele não está em risco de uma tela azul da morte.
Fonte: Sean Michael Kerner@internetnews.com