Curso Vim/Vi

Quem usa Linux e não sabe usar o Vi/Vim, nem que seja o básico, não é um Linuxers que se preze. Se você é um desses, os seus problemas acabaram!! O LinuxConfig.org tem uma série de tutoriais em vídeo explicando passo a passo cada comando, cada função, do básico ao avançado. É uma empreitada que merece um pouco de atenção pois não se sabe quando teremos que encarar uma tela preta com um tracinho piscando e uma das poucas coisas disponíveis é o venho e bom vi/vim. Recomendo fortemente que você, que não conhece o vi/vim ou tem pouca prática nele, pelo menos dê um pouco de atenção a essa página. Para ver o curso Vi/Vim clique aqui.

Maestro

KDE 4.2 no Ubuntu

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Basicamente é seguinte:

1. Adicione o repositório:

http://ppa.launchpad.net/project-neon/ubuntu intrepid main

2. Deixe como na imagens abaixo:

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3. Rode o comando:

sudo aptitude install kde-nightly

4. Faça logout e logue de novo selecionando o KDE Nightly como gerenciador.

Para mais detalhes clique aqui.

Benchmark OpenSolaris: 2008.05 vs 2008.11

Os caras do Phoronix - sempre eles - fizeram um benchmark bem amplo para ver as diferenças de desempenho entre as versões 2008.05 e 2008.11 (recém lançada). Para quem espera uma grande diferença de desempenho, o resultado pode ser desanimador, porém avanço não é só desempenho. Para ver os resultados clique aqui.

Novo Endereço

O blog está de endereço novo www.syph0s.net. Quem assina o RSS não precisa mudar nada, afinal os feeds estão atrelados ao FeedBurner, quem colocou nos favoritos precisa mudar o endereço para não ter que ficar confirmando o redirecionamento.

Professor Wikipédia

Revelado o primeiro telefone australiano com Android

A importadora australiana Kogan revelou o primeiro telefone baseado no Android que será distribuído na Austrália - e apenas o segundo que será distribuído no mundo.

Ele é chamado de "Agora" e existe dois modelos que serão vendidos abertamente, sem contrato para qualquer rede. O Agora custará A$299 e o Agora Pro A$399. Os dois modelos têm HSDPA 3G, Bluetooth 2.0+ EDR, teclado QWERTY, tela sensível ao toque de 2.5" e slot microSD. A versão Pro acrescenta WiFi, GPS e câmera de 2.0 meapixels às especificações do modelo básico.

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O fundador da Kogan Technologies, Ruslan Kogan, disse que o Agora é a prova de que a sua empresa está atingindo o seu objetivo em oferecer as últimas tecnologias pelos melhores preços.

"A equipe da Kogan está trabalhando bastante para trazer os novos telefones com o sistema operacional Android do Google na proporção certa de preço e especificações", disse Kogan.

"Estamos escutando os usuários através de nosso blog e adicionamos o máximo de recursos que poderíamos adicionar. O resultado final é o melhor preço, um telefone cheio de recursos no mercado australiano".

"Nós trabalhamos juntamente com os fabricantes para desenvolver drivers, software e melhorias para fazer do Agora uma experiência intuitiva e excitante para todos".

"O design e recursos do Kogan Agora torna o telefone apelativo tanto para usuários comuns quanto para usuários corporativos".

"Com sistema operacional Android significa que o aparelho pode capturar e tocar música, fotos e vídeo, navegar pela internet, jogar jogos e organizar a sua vida com aplicações extremamente poderosas"

A nota de imprensa da Kogan observa que ela tem sido uma apoiadora de longa data do open source e que o Android fornece uma real alternativa para o "sistema operacional da Apple para o iPhone".

"O Google é um player chave no desenvolvimento eficiente e inovador de soluções online para usuários ao redor do mundo. A natureza open source do Android significa que o sistema será melhorado continuamente ao longo do tempo", disse Kogan.

As aplicações pré-instaladas no Kogan Agora incluem Gmail, Google Search, Google Calendar, Google Maps, Google Talk e YouTube.

Para ver mais especificações do telefone clique aqui.

Fonte: Dan Warne@APC
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[Open Music!] Mindthings - Sounds From The Past


Artista: mindthings
Música: Sounds From The Past

Album:
Life's Path
Página no Jamendo: AQUI

Usando o DropBox em qualquer distribuição

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Se você normalmente trabalha em muitas máquinas (por exemplo, um desktop em casa e um notebook na estrada), a ferramenta DropBox pode ajudar você a manter os seus arquivos e documentos sincronizados com o mínimo de esforço. Por exemplo, eu uso o DropBox para manter documentos no Linutop em sincronia com o meu EeePC. Tudo é muito simples e elegante, mas se você visitar a página de download do projeto, você descobrirá que a versão empacotada do DropBox está disponível somente para algumas distribuições. Você pode compilar o DropBox no seu sistema usando o código-fonte fornecido, porém há uma forma mais simples para fazer o software funcionar com a sua distro em particular. Primeiro, vá até o fórum do DropBox, baixe a última versão (0.6.427) e descompacte na sua pasta home. O resultado deve ser uma pasta oculta com o nome de .dropbox-dist. Agora abra o terminal e rode o seguinte comando.

~/.dropbox-dist/dropboxd

Isso abre o DropBox e inicia o processo de registro. Siga as instruções para ligar a máquina à sua conta no DropBox, e estará tudo pronto. Enquanto a técnica descrita lhe permite instalar o DropBox em praticamente qualquer distribuição sem passar por nenhum processo de compilação, ela tem uma limitação: não adiciona o ícone de status aos arquivos e diretórios. Mas esse é um preço baixo a pagar pela grande conveniência do método de instalação descrito.

Ex-Desenvolvedor da Microsoft: O Futuro é o Open Source

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O veterano da Microsoft, Keith Curtis afirmou em seu novo livre que o futuro pertence ao open source.

Curtis trabalhou como desenvolvedor na Microsoft de 1993 a 2004 e se envolveu na produção de banco de dados e no desenvolvimento do Windows, Office e MSN. Em seu recente livro publicado, "After the Software Wars", ele dá uma visão de programador para o futuro do desenvolvimento de software, de inteligência artificial a viagem ao espaço.

A versão online do The New York Times resenhou o livro e comentou sobre a mudança de atitude do ex-empregado de Redmon. "Para o Sr. Curtis, a força do software open source, e por que ele é o futuro, é uma questão de alavancar a nossa inteligência coletiva.". A chave para o avanço tecnológico é o software livre, acrescenta Curtis. "A diferença entre software livre, não-livre e proprietário é similar à diferença entre ciência e alquimia. Antes da ciência, havia a alquimia,quando as pessoas protegiam suas idéias porque elas queriam monopolizar os mecanismos usados para converter chumbo em ouro.".

Durante a época dele na Microsoft, dificilmente se falava sobre open source, disse Curtis, e ele tinha a opinião que o software proprietário sempre deveriam ficar com a guarda alta perante a tecnologia livre alternativa. Curtis deixou a Microsoft por puro tédio, diz ele ao Times, e foi então que ele começou a desenvolver um interesse sobre Linux e software livre.

Fiel às novas convicções, Curtis publicou por si mesmo seu livro no Lulu.com onde pode ser baixado por cerca de 5 dólares. A versão impressa custa US$19,97. O fundador da plataforma Lulu é Bob Young, um veterano no mundo open source e co-fundador da distribuição Linux Red Hat.

Fonte: Britta Wuelfing@LinuxProMagazine

O que acontece quando tiramos o cooler?

Isso:



Bom mesmo eram os antigos sem proteção de aquecimento, tipo esse:



Aproveite.

Muy Amigo

OpenSolaris 2008.11 está pronto

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Os desenvolvedores do projeto OpenSolaris liberaram a versão final 2008.11, 4 semanas depois do release candidate e coerente com o ciclo de lançamento de seis meses. Além do Firefox 3, Gnome 2.24 e OpenOffice 3, que são destinados principalmente para uso no desktop, o sistema operacional também oferece um completo conjunto para web, incluindo um servidor Apache e uma versão 64-bits do banco de dados MySQL. Para manipular backups dentro do sistema de arquivos padrão, o ZFS, os desenvolvedores integraram não só um serviço para gerar snapshots automáticos como também uma ferramenta gráfica. Com essa ferramenta, os usuários podem navegar convenientemente através das várias versões dos arquivos arquivados.

A página oficial contém os requisitos para o sistema um tanto espartanos: 512MB de RAM e 2.6GB de espaço no disco rígido é o mínimo e 8GB é o recomendado. A página que detalha as limitações é um pouco mais longa e explica que a versão 2008.11 roda atualmente em sistemas 32-bits e 64-bits. Não é possível fazer um upgrade pela versão anterior e as informações na partição Solaris usadas para a instalação não podem ser mantidas. Com as partições adequadas no lugar, o OpenSolaris pode ser instalado num sistema multi-boot junto ao Linux, MacOS X ou Windows.

Fonte: DJ Walker-Morgan@Heise-Online

E para os usuários brasileiros do OpenSolaris, em breve novidades.

Mudanças do KDE 4.2 Beta 1

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Um bom artigo de Ryan Paul, do Arstechnica, mostra boa parte das mudanças visível do KDE 4.2 Beta 1. É bom ver os avanços do kDE. Mais opção para os usuários, contudo, não largo o GNOME. Para ver screens e ler o ótimo artigo, clique aqui.

[Open Music!] Last Sunday - A Part of me


Artista: Last Sunday
Música: A Part of me

Album:
Hate vs. Love (EP)
Página no Jamendo: AQUI

Entrevista com Rod Johnson, CEO da SpringSource

Rod Johnson

Uma pesquisa lançada nessa semana pela Evans Data mostrou que 73% do mercado atualmente usa ou planeja adotar o framework para Java da Spring dentro dos próximos dois anos. O mais notável é que 83% das empresas com 500 ou mais desenvolvedores usam o Spring, de acordo com o estudo. Então pensei que seria bom falar com Rod Johnson, CEO e fundador da SpringSource, e autor do framework livre que, na opinião da maioria da comunidade Java, é uma alternativa tão boa quando o EJB.

EddieC: Por que você acha que a adoção do Spring se ampliou tanto?

Rod Johnson: O relatório da Evans mostra a percentagem de pessoas motivadas pela produtividade. O crescimento do uso do Spring tem sido constante com o passar do tempo. Ele foi lançado como software livre em fevereiro de 2003 e hoje já ultrapassou 5 milhões de downloads. Você sempre quer saber... claro, as pessoas estão baixando mas elas estão usando na produção? Esse uso também é extremamente alto.

EC: Como você tem certeza que está sendo usado na produção? Em que essa afirmação é baseada?

RJ: Os requisitos para as habilidades no Spring estão superando os requisitos para as habilidades no EJB, verificado por ferramentas de busca e sites de empregos. Nós também usamos o Indeed.com, que tem um rastreador de tendências de empregos em ferramentas de busca para empregos e abrange uma grande amostra de espaço. As tendências têm sido bem claras, os requisitos para empregos com o Spring estão crescendo muito rapidamente. E um grande número de pessoas procurando por esse conjunto de habilidades mostra que eles estão fazendo algo com o Spring na produção, não apenas o avaliando. Nós estamos bem cientes que quanto mais rápidos são os downloads, maior é o amplo uso na produção.

EC: Por que as pessoas estão tão interessadas no Spring? Qual é a principal vantagem?

RJ: A principal vantagem do uso do Spring é a produtividade. As pessoas acham que elas podem desenvolver aplicativos mais rapidamente e que elas podem mantê-los mais facilmente, uma vez que elas estão na fase de produção. 83% das atividades de desenvolvimento de aplicações são em torno da manutenção. E os desenvolvedores que saíram do EJB para o Spring disseram que eles tiveram um crescimento na produtividade.

EC: Quais são os outros benefícios do framework?

RJ: Outro motivo é que o Spring tende a fazer os aplicativos mais portáveis. No tradicional ambiente Java EE, o código requer um framework in-house e está intimamente ligado ao servidor de aplicativos. Há um número de problemas nisso. As questões sobre testes são significantes. Além disso, o que acontece quando há uma revisão com o servidor de aplicação adjacente? Essa mudança impactará no seu código? E se eu quiser sair do WebSphere e rodar num Tomcat? Você não poderia fazer isso se você estivesse ligado a um servidor Java EE.

EC: Mas poderia se fosse escrito com o Spring. Por quê?

RJ: Porque o Spring fornece um substituto ao conteiner EJB que é mais portável. Com o Spring, você pode rodar método empresarial em um conteiner web, um servidor completo ou como um aplicativo que não tem nenhum conteiner. Servidores de aplicativos dividem os aplicativos em 2 níveis. No nível principal, ele gerencia os seus objetos de negócio, e controla como eles são configurados e funcionam no momento da execução. O segundo é o modelo de implantação, que fornece serviços empresariais, como serviços de mensagem e habilidade de transações. Fundamentalmente, os servidores de aplicativos fazem um bom trabalho na primeira parte, mas não fazem na segunda.

EC: Existem outros produtos com o Spring, e como eles se comparam?

RJ: Não há nada, realmente, como o Spring. Se você observar o nicho de aplicativos de framework, há outros projetos que tentam abranger a mesma área mas nenhum deles consegue. A SpringSource também tem o servidor de aplicativos dm Server, e é o fornecedor líder nos serviços de suporte para o Tomcat. Somos também o maior contribuidor do projeto Apache Tomcat.

EC: No começo desse mês, a SpringSource adquiriu a G2One, que desenvolveu as tecnologias de linguagem dinâmica Groovy e Grails. Onde a G2One se encaixa na estratégia da SpringSource?

RJ: Tem havido um crescimento significante nas linguagens dinâmicas. Nós trabalhamos no Java estático. Com a aquisição, adicionamos o Grails, uma interpretação JVM do mesmo tipo de key drivers que você vê por trás do Ruby On Rails. O Ruby On Rails é simples para problemas simples. Mas quando você tem problemas mais complexos, você dá com a cara na parede. Achamos que o Grails é superior para as pessoas que querem uma linguagem superior.

EC: Superior? Quanto?

RJ: Por exemplo, imagine que você é uma organização que está pensando em mover o seu aplicativo web para uma linguagem dinâmica ou escrever uma nova. Você ouvir falar de seus benefícios de produtividade e quer dar uma olhada nelas. Você pode escolher entre o Rails e o Grails. Se você usar o Rails, você não tem acesso a qualquer infra-estrutura (ferramentas de gerenciamento, etc) que você tinha no mundo Java e você não tem acesso ao código escrito em Java existente. Se você usar o Grails, você mantém a sua infra-estrutura e você não precisa abrir mão de coisas que são muito boas. Com o Grails, você tem os benefícios de produtividade de trabalhar com um linguagem dinâmica e você não tem que abrir mão de tudo que você já investiu. Com o Grails, você tiver um problema muito grande, você pode pular para o Spring.

EC: Como isso pode acontecer? O Java e o Grails (antigamente chamado de Groovy on Rails) não são linguagens completamente diferentes?

RJ: O Grails usa o Groovy, que é muito mais parecido com o Java, mas mapeia as classificações Java de uma maneira que nenhuma outra linguagem faz. O Grails está embutido no Spring, que fica no topo da pilha runtime. Quando você tem um aplicativo Spring rodando, o Spring assume as responsabilidades do servidor de aplicativos para gerenciar o método empresarial, etc. No caso do Grails, você tem uma outra camada no topo dessas capacidades, e todos os componentes do Grails gera um objeto que pode ser gerenciado pelo Spring. Isso é importante de uma perspectiva de suporte porque, no runtime, o Grails está alavancando uma tecnologia muito madura, em vez de inventar o seu próprio modelo de componente. Se você é um desenvolvedor em Grails e necessita acessar funções avançadas, você não pode acessar diretamente no Groovy, você pode configurar qualquer um dos objetos gerenciados pelo Spring e você terá os seus planos poderes a seu dispor.

Fonte: EddieC@DaniWeb

Qual era o sistema?


Uma dica: não era Linux.

[Open Music!] Roger Subirana - Pyraminx


Artista: Roger Subirana
Música: Pyraminx

Album:
Point of no return
Página no Jamendo: AQUI

Um bilhão de downloads


O time de add-ons da Mozilla anunciou na semana passada que foi alcançado o bilionésino download desde que começaram a contar em 2005.

Esse número inclui somente downloads do addons.mozilla.org, então o número pode, de fato, ser muito maior já que os add-ons também são distribuídos por outros canais.

Os add-ons do Firefox sempre foram uma força-chave do navegar open-source e como os navegadores estão prontos para a próxima grande batalha - a móvel-, as extensões podem ser o fator determinante. Algumas semana atrás, o time de add-ons adicionou o suporte para extensões ao Fennec - o navegar móvel da Mozilla - e a primeira extensão portada.

Embora o Fennec tenha entrado no jogo a pouco, ele tem um enorme repositório de extensões só esperando a serem portadas para a pequena plataforma. E quando isso acontecer, os competidores terão uma vida difícil na competição.

Fonte: Alastair@Tectonic

RPG Pornô?



Foi nisso que você pensou?? Então você é um pervertido....
 
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