Google por trás da compatibilidade do Photoshop no Linux

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O Google confirmou recentemente em um post em seu blog que pagou desenvolvedores para ajudar o desenvolvimento do WINE a fim de tornar o Photoshop mais utitizável na sua finalidade, mas ainda é um pacote de software um tanto imprevisível, que visa reproduzir bibliotecas Windows para permitir rodar aplicações populares do Windows em um ambiente Linux.

"O Photoshop é uma dessas aplicações que o usuário desktop do Linux estão constantemente pedindo, e nós estamos felizes em dizer que eles trabalharam muito bem agora.", escreveu o engenheiro do Google e gerente de lançamento do WINE, Dan Kegel. "Cerca de 200 patches foram aplicados no winehq, e como no wine-0.9.54, o Photoshop CS2 é perfeitavemente utilizável.", observou Kegel em um outro post.

O patrocínio também foi mencionado durante a apresentação do Google na Linux.conf.au em Melbourne no mês passado, concentradando no programa de treinamento de estudantes Summer of Code. "Nós pagamos para todo um grupo de melhorias por um monte de coisas." disse o gerente planejamento Leslie Hawthorn. "Realmente não temos falado sobre isso, mas recentemente pagamos desenvolvedores para fazer algum trabalho no WINE para que você possa rodar o Photoshop CS2 e 3."

Fonte: apcmag

2.6.25-rc2, "Um vencedor"

"Ok, este kernel é um vencedor", assim começou o criador do Linux, Linus Torvalds, brincando ao anunciar o kernel 2.6.25-rc2, que ganhou o nome de "Funky Weasel is Jiggy wit it". Ele continuou:

"Só para mostrar o quanto vencedor ele é, foi-lhe atribuido o cobiçado nome de série "weasel", que deve lhe dizer o quão bom ele será. Esse é um nome venerado na história do kernel Linux, e como tal, trás de volta os bons tempos, em que se você achar um bug, é quase certo que você cometeu um simples erro, e provavelmente você só fez algo errado. Mas hey, você pode provar que estou errado. Eu te desafio."

Linus passou a descrever algumas das mudanças usando "git dirstat", "em particular, isso mostra que quase exatamente metade das atualizações são para drivers, com os drivers de rede sendo sozinhos um terço de todo patch. E a metade restante, cerca de metade foram updates na arquitetura, especialmente para o SH." Ele então observou, "Estou otimista que esse ciclo de lançamento não terá nem perto o esforço que o 24 teve, e é por isso que vou tirar um longo fim de semana e ficar na praia."

Fonte: kerneltrap

[Open Music!] Cartel - Certified Hoodstars


Artista: Cartel
Música: Certified Hoodstars
Album: Prepare for Glory
Página no Jamendo: AQUI

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OpenSuse e Fedora lançam Alfas

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Outra semana passou desapercebida com bons lançamentos Linux sendo lançados. Se por acaso você os perdeu aqui estão alguns dos mais interessantes: OpenSuse lançou a segunda versão alfa do próximo OpenSuse 11.0. Algumas das coisas para se atentar nesse lançamento incluem: KDE 4.0.1 substituiu o KDE 3.5.8 como KDE padrão, o GNOME 2.21.90 foi integrado,agora existem LiveCD para GNOME e KDE, e OpenOffice 2.4 foi incluso.

O projeto Fedora também lançou uma versão alfa nessa semana passada, dessa vez para a próxima versão 9 da distribuição comunitária. Algumas coisas para olhar no Fedora 9 alfa incluem: GNOME 2.21, KDE 4.0, Firefox 3 Beta e suporte para redimensionar partições ext2, ext3 e NTFS durante a instalação.

A semana passada também viu o Yellow Dog Linux sendo lançado. O YDL 6.9 roda em máquinas Apple G4 e G5, PS3 da Sony e alguns sistemas IBM. O YDL inclui E17 e GNOME como padrão e o KDE como uma opção.

Outras distros lançadas nessa semana incluem: BlueWhite64 12.0 R1, um port do Slackware para arquiteturas 64 bits, Pionner 3.1, conm seus sete anos de vida, e o NimbleX 2008 Beta, uma distribuição leve baseada no Slackware.

Fonte: tectonic

[Open Music!] Steven Dunston - Better Man


Artista: Steven Dunston
Música: Better Man
Album: To Get Home Before Night Comes
Página no Jamendo: AQUI

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[Open Music!] Drunk Soul - Pain of Life


Artista: Drunk Soul
Música: Pain of Life
Album: On verra plus tard ...
Página no Jamendo: AQUI

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As sete maiores negociações da história do Open Source

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Dizer que houve pouco barulho na Web quando a Sun comprou recentemente o MySQL por US$1 bi seria pouco, para dizer o mínimo. É o maior negócio envolvendo uma empresa open source da história, e o mais recente de uma série de aquisições de empresas open source.

Nós temos que compreender porque a Sun pensou que o MySQL valia todo o bilhão. Não é somente um bom software, ele é usado praticamente em todo lugar! Nós, no Pingdom, usamos MySQL como opção de banco de dados para o nosso serviço de monitoramento contínuo, armazenar configurações e milhares de resultados de testes todos os dias. Ele é altamente requisitado.

Sob os holofotes da aquisição do MySQL, nós decidimos encontrar os maiores negócios da história do open source. Muitas empresas de open source foram compradas nos anos recentes, com milhares de milhões de dólares envolvidos no processo.

Aqui estão os sete maiores negócios que nós conseguimos encontrar as cifras:

1. Sun compra o MySQL: US$1 bilhão (2008)
A Sun agora tem em suas mãos o banco de dados mais difundido mundialmente.

2. Red Hat compra a Cygnus Solutions: US$675 milhões (2007)
A Red Hat começou a corrida de aquisições cedo quando eles compraram a Cygnus Solutions, fornecedores de suporte para software open source.

3. Citrix compra a XenSource: US$500 milhões (2007)
Considerando o quanto a virtualização está em alta agora, nós podemos ver porque a Citrix comprou a XenSource, a empresa por trás do software de virtualização Xen.

4. Yahoo ! compra a Zimbra: US$350 milhões (2007)
O Yahoo! já tinha seu próprio serviço de email, e com a Zimbra ele conseguiu um email integrado, mensageiro instatâneo e colaboração em software.

5. Red Hat compra JBoss: US$350 milhões (2006)
A Red Hat reforçaram a sua oferta SOA comprando o servidor de aplicações Java JBoss.

6. Novell compra a SUSE: US$210 milhões (2003)
A Novell consegui a sua própria distribuição Linux comprando a SUSE.

7. Nokia compra a Trolltech: US$153 milhões (2008)
A Trolltech é a empresa por trás da plataforma gráfica QT que é usada pelo popular ambiente de desktop Linux KDE.

Há também várias negociações que não conseguimos achar os número (nem todas as negociações tem seus números publicados). Aqui vai alguns exemplo:

* SpringSource com a Covalent Tecnologies (2008)
* Apple com o CUPS (2007)
* Sourcefire com o ClamAV (2007)
* Oracle compra o SleepyCat (2006)
* Oracle com o InnoDB (2005)

Negócios Open Source estão em alta

De acordo com a empresa de analises 451 Group, o número de negócios open source tem crescido substancialmentenos últimos três anos. Em 2004 foram apenas 3 negociações significantes. Compare com as 15 negociações feitas em 2005, 22 em 2006 e incríveis 30 em 2007. Isso é um crescimento de 10 vezes em três anos. E como mencionamos, 2008 iniciou com a estrondosa negociação bilhonária entre Sun e MySQL.

Essa tendência continuará, ou a industria open source está passando por uma febre momentânea? Só o tempo dirá. 2008 será um ano interessante.

Fonte: Royal Pigdom

Como os usuários GNU/Linux serão afetados pela fusão Yahoo!-Microsoft?

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Artigos sobre a oferta da Microsoft provavelmente estão lhe matando de tédio, mas esse artigo discute um aspecto particular da potencial aquisição, saber seus efeitos sobre os usuários GNU/Linux e BSD. Aqui está uma análise ponto a ponto do impacto, abrangendo muitas das principais questões:

Financimento para o Open Source

A fim de melhorar a sua imagem, o Yahoo! organizou recentemente iniciativas como workshop direcionados para desenvolvedores de software open source. Pense neles como um equivalente distante do Google's Summer of Code, cujo provê financiamento para projetos de softwares livre como KDE, Wordpress, Drupal e vários outros projetos independentes - projetos que começam como nada mais que uma proposta de um aluno ambicioso de ciência da computação com tempo livre.

A Microsoft vende software para desktop, diferentemente do Yahoo!, que é mais focado em serviços que são fornecidos via internet. Se a Microsoft adquiriro Yahoo!, existirá ao menos um conflito de interesses ou uma situação onde projetos open source recebem finaciamento se, e somente se, eles se basearem na Microsoft, incluindo Windows. O Yahoo que conheciamos não oferecerá o mesmo tratamento para o Software Livre.

Duplicidade se torna convergência

O Yahoo! e a Microsoft oferecem muitos serviços e softwares similares. Há uma abundância de sobreposição. Não faz sentido manter dois produtos competitivos dentro da mesmo compania, então alguma convergência ou descarte é esperado.

Sob o "regime" da Microsoft, por assim dizer, os serviços e softwares do Yahoo! estão sujeitos de piorar para usuários GNU/Linux em vez de melhorar. Devido à escala da compania, há comlicados interesses em jogo. Para começar, pense sobre a a compatibilidade de software com multiplos sistemas operacionais.

Vamos explorar isso ainda mais nos pontos abaixo.

É o apagar das luzes para o LAMP e o BSD?

O Yahoo! é um tanto popular entre quem defende o BSD por que de orgulha se sua implementação, baseada no FreeBSD, em seus servidores. Curiosamente, o Hotmail também rodava FreeBSD em seus servidores antes de ser adquirido pela Microsoft. Acredita-se que o Hotmail foi migrado para tecnologias da Microsft depois da aquisição, mas rumores recentes tendem a negar isso.

A Microsoft pode estar usando Software Livre secretamente? Ela pode de fato esconder essa informação valiosa da opinião pública?

Um fato definitivo, vários sites da Microsoft dependem ou rodam sobre GNU/Linux. Equipamentos de rede, incluindo roteadores em Redmon, tem componentes que rodam Linux embutido. E, a aquisição de US$6 bi pela Microsoft da aQuantive foi um caso de compra de empresas cuja infra-estrutura é baseada em Software Livre. O mesmo vale para a Newsvine, que a Microsoft adquiriu no ano passado.

Então qual será o destino dos servidores próprios do Yahoo!? É difícil dizer, mas é possivel que a troca seja invevitável.

Suporte dos Navegadores

O Yahoo! tem história de ser relativamente hostil ao Linux e algumas vezes hostil com navegadores que não sejam o Internet Explorer. Essa é uma reputação que o Yahoo! simplemente ganhou por si mesmo. Isso nunca melhorará se a aquisição pela Microsoft se materializar? As coisas ficarão ainda piores? Essa última possibilidade parece mais provável.

Silverlight no Yahoo?

O Silverlight é uma nova tecnologia da Microsoft e ela compete diretamente contra o Flash, da Adobe. O Silverlight funciona em Macs, da Apple, e no Windows, mas não em outras plataformas. Um projeto da Novell chamado Moonlight se esforça para preencher essa lacuna para os usuários GNU/Linux e as vezes dá a iusão que o Silverlight é de fato suportado no GNU/Linux. Mas existe limitações na distribuição. Patentes de software também desempenham um papel.

Utilizando suas parceirias e suas próprias propriedades na Web, a Microsoft começou a espalhar lentamente o Silverlight através da Web. O Silverlight agora é até recomendado entras as atualizações do sistema para usuários Windows, juntamente com patches de segurança. O microsoft.com diz ter sido remodelado para Silverlight, cujo objetivo parece tornar essa tecnologia mais generalizada e, portanto, inevitável.

O Yahoo! irá seguir o exemplo se a Microsoft adquiri-lo? O Yahoo! é o site mais visitado da Wen, baseado no rank de tráfico Alexa.

É importante lembrar que o Silverlight pode ser usado para discriminar usuários GNU/Linux, deixando-os longe de alguns sites de várias maneias, ou tornando-os mais sensiveis às ameaças de patentes de software. O moonlight é, afinal, baseado no Mono, que é um clone do .NET, para cujo a Novell para royalties como uma forma de combertura legal.

Políticas de Moderação

Em várias ocasiões no ano passado, o Yahoo! foi acusado de censura contra o software Open Source. O Yahoo! Respostas, por exemplo, rejeitava ou deletava conselhos defendendo o uso de GNU/Linux ou BSD. O Yahoo! se manteve calado por muitos meses antes das reclamações se tornarem grandes. Então responderam a isso dizendo que não se tratava de questão política. Maus moderadores são possivelmente repreendidos.

Não podemos deixar de imaginar que, se o Yahoo! for povoado por empregados da Microsoft ou se o pessoal do Yahoo! servir à Microsoft, ameaças competitivas com o Software Livre serão mal-tratados como nunca.

De acordo com Mary Jo Foley, uma jornalista veterana especializada em negócios da Microsoft, a empresa pode ter sido pega alterando resultados de pesquisas para ajudar ou defender os objetivos do negócio. O Yahoo!, diferentemente da Microsoft, tem sua ferramenta de busca usada por várias pessoas difentes, então censura corporativa, em oposição a politica de censura, é um caminho duvidos para se aproximar. Tolerância e equilíbrio é o que torna a Web mais confável, euquanto o policiamento tem corroído a confiança.

Pistas e Conclusão

Em meio a novos rumores e relatórios não checados que Rupert Murdoch pretende lançar para o Yahoo!, alguém deve pensar sobre o perigo da consolidação. Quando duas empresas colidem ou se juntam, outras são muitas vezes marginalizadas. Isso foi visto justamente semana passada quando a Nokia adquiriu a Trolltech, prejudicando algumas de suas rivais no processo.

A principal vitima aqui, no caso do Yahoo! e da Microsoft se juntarem para ganhar parte do mercado, é o Google. Sendo um dos grandes apoiadores do Linux, o Google merece a defesa contra essa possível aquisição. Além disso, pelas razões listadas acima, os usuários GNU/Linux deveriam perceber que não há nada muito animador nas notícias da semana passada.

Fonte: Roy Schestowitz@linux.org

Primeiro update do KDE é lançado

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Em menos de um mês o pessoal do KDE lança o primeiro update para concertar alguns bugs. Vários bugs. Para quem já está com o novo KDE, atualize. Se não instalou ainda, faça como Linus Torvalds, espere a versão 4.1. Até lá já será bastante estável.

Fonte: KDE.News

Novo Tema para o Ubuntu 8.04 é adiado

O tema totalmente novo para o Ubuntu 8.04 foi adiado para o próximo lançamento. O projeto original era ter um novo tema a cada lançamento LTS, começando com o Ubuntu 8.04 Hardy Heron. Agora foi decidido adiar o redesign até o Ubuntu 8.10.

Aqui está a fonte, uma postagem de Kenneth Wimer:

"Muitas das questões básicas já foram respondidas e podemos começar a avançar seriamente - lembre porém, nós não iremos mudar o tema do Hardy radicalmente como é o ultimo do ciclo do LTS (afirmou anteriormente em emails, launchpad blueprints, irc, etc)"

Muitos conceitos de temas podem ser encontrados do wiki Ubuntu Artwork. Abaixo é um dos que foram populares, Gelatin:

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O tema do 8.04 não será exatamente o mesmo, existem planos para fazer pequenas melhorias. O trabalho no tema totalmente novo não parou por isso haverá tempo o bastante para torná-lo maravilhoso.

É frustrante não haver um novo tema, deveria ser um dos destaques do lançamento. Basta pensar sobre as muitas outras melhorias que estarão no Ubuntu 8.04, como Firefox 3, PulseAudio, Transmission e melhores efeitos do Compiz Fusion.

Fonte: Tombuntu

Players de audio CLI para Linux

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O que seria da vida sem música? Com os codecs apropriados, no Linux você pode tocar praticamente qualquer formato de audio digital. O Linux tem muitos aplicativos gráficos que podem fazer o trabalho, como Amarok, Rhythmbox, Audacious e XMMS, os quais fornecem uma interface intuitiva ao usuário, organizador de playlist, e muitas outras opções. Mas se você quer um baixo consumo de recursos para poder tocar música num hardware antigo? Aqui estão alguns tocadores alternativos para linha de comando.

No topo da lista vem o mp3blaster. De todos os tocadores CLI (Command Line Interface) que eu já trabalhei, o mp3blaster foi o mais intuitivo e completo. Ele tem uma interface com muitas opções, e uma vez familiarizado com as teclas você regeitará facilmente outros player de audio.

Você pode navegar pela interface com as teclas de setas, Enter e Backspace (apagar). F1 alterna entre o modo arquivo e playlist. Se quiser adicionar músicas na playlist, entre no modo arquivo, selecione o arquivo de audio usando a tecla "espaço", então aperte F1 de novo para adicioná-la na playlist atual. Aperte F3 se quiser selecionar automaticamente todos os arquivos. F2 inverte a seleção.

Com a tecla F você pode alternar o modo de exibição de arquivo. Pode ser mostrado o caminho completo dos arquivos, somente os nomes dos arquivos com o tamanho na esquerda ou a tag ID3. Isso é util quando você tem longos sub-diretórios na sua coleção de músicas e quer localizar rapidamente uma música.

Falando em localizar músicas, a pesquisa é feita com a tecla /, e é case sensitive. O mp3blaster procura apnas pelo nome do arquivo, mas ele pula automaticamente para o arquivo que você está procurando enquanto digita o nome. Pressione a tecla S para ordenar os arquivos alfabeticamente (case-sensitive ou não case-sensitive), por data (recentes primeiro ou antigos primeiro) ou pelo tamanho do arquivo.

Quer escutar uma rádio online? Aperte F7 e digite ou cole a URL no campo de texto.

O mp3blaster lhe permite criar lista especializado chamado grupo. Se quiser ordenar suas músicas de acordo com o gênero, por exemplo, selecione todos os arquivos e diretórios que quiser adicionar no grupo e aperte em F5 para adicionar os arquivos para o grupo sem nome. Aperte F5 de novo para definir um nome para o grupo.

Com o F6 e F7 pode-se alternar entre o modo Repetir e Shuffle (embaralhar). Aperte C para limpar a playlist atual ou F4 para salvar a playlist como um arquivo .LST em qualquer lugar do seu HD para usar mais tarde.

O controle do volume é feito usando a tecla T, que acessa o mixer. Você pode pausar e navegar através da música usando as teclas 1-6 e mudar o volume com as teclas <>.

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Screenshot do mp3blaster

O Melhor do Resto

Cplay é um front-end que permite tocar arquivos do música na linha de comando usando sox, xmp, madplay e outros decoders e conversores de audio CLI. A interface é muito mais simples que a do mp3blaster e oferece opções limitadas. Você altera entre o modo arquivo e playlist usando a tecla TAB e regula o volume usando a teclas 1-9. No modo lista de arquivo, use a tecla T para selecionar o arquivo e a tecla A para adicionar a música selecionada na playlist atual, ou U para desmarca-las. Pode usar Crtl-S para procurar por arquivos, ou S para fazer uma procura recursiva (de trás pra frente). Como pode ver, as teclas são dispostas intuitivamente: D para deletar, M para mover, W para escrever uma playlist. No geral, o cplay é uma alternaliva enxuta ao mp3blaster.

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Screenshot do Cplay

Outro interessante player CLI é o Cmus (C* Music Player). Ele também apresenta uma front-end com muitos recursos, mas terá que digitar um pouco para conseguir fazer as coisas. Quando abrir a aplicativo, a playlist estará vazia. Para adicionar uma pasta de música precisará digitar :add /caminho/para/a/pasta. Para procurar uma música, precione /, escreva o nome da banda ou música e mantenha pressionada a tecla N até encontrar o que estiver procurando. Controle o volume com + e -.

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Screenshot do Cmus

MOC (Music On Console) também apreenta uma front-end cm muitos recursos. Ele oferece uma interface de 2 painéis similar ao Midnight Commander, e pode tocar formatos de audio que são suportados pelo FFmpeg e pelo codecs instalados. Ele tem um mixer e suporta temas coloridos. A melhor parte sobre o MOC é que pode-se ouvir música e se decidir fechar o terminal, o servidor continuará rodando em background. Rode de novo o front-end se decidir mudar para outra música ou alterar o volume. Use a tecla TAB para mudar entre o modo arquivo e playlist, e <> para mexer no volume. Pressione T pra ir ao menu de seleção de temas e escolha um dos temas disponiveis, então utilize a tecla A para adicionar arquivos na playlist vazia.

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Screenshot do MOC

Existem muitos outros player CLI para Linux . O MPlayer, por exemplo, pode tocar arquivo de audio pela linha de comando. O Music Player Daemon tem muitos front-ends mas também pode ser usado pela linha de comando. Outros aplicativos notáveis que não precisam uma GUI são mpg123 e mpg321, mjs, jinamp, benmp3, xcplay, mcplay e ncxmms. Escolha a que lhe serve melhor, e aumente o volume!

Fonte: Linux.com

Vive la Ubuntu libre!

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O Linux em desktops pode estar avançando lentamente no Estados Unidos, mas a história é completamente diferente na Europa. Hoje, 30 de Janeiro, Chris Kenyon, diretor de desenvolvimento de negócios da Caninical, anuncia no blog da Canonical que a "Gendarmerie Nationale (força policial nacional Francesa) anunciou a migração de mais de 70.000 computadores para Ubuntu nos próximos 3 anos.Esse movimento é parte da progressão constante que a Gendarmerie Nationale vem fazendo do software proprietário para o software livre.

A Gendarmerie, que se equivale ao FBI americano, já mudou do Internet Explorar e Microsoft Office para o Firefox e OPenOffice.

Os computadores da Gendarmerie atualmente rodam Windows XP. O governo Francês, no entanto, decidiu que o Linux, antes mesmo que o Vista, é o caminho mais confortável para um upgrade. A Assembléia Nacional da França já está rodando Linux nos desktops.

Num relátório da AFP (Agence France-Presse), Cel. Nicolas Geraud, diretor-adjunto do departamento de TI da Gendarmerie, disse "Nós vamos introduzir Linux todos vez que tivermos que substituir um desktop, então esse ano esperamos mudar 5.000 a 8.000 PCs para Ubuntu e então 12.000 a 15.000 nos próximo 4 anos, para que todos desktops usem o sistema operacial Linux até 2013-2014."

Existem 3 razões específicas porque a Gendarmerie está fazendo a troca para Linux. São elas: livrar a agência de ser presa à um só fornecedor. A Microsoft; permitir que o departamente de TI da força tenha o controle total do sistema operacional, e, por último, não menos importante, reduzir gastos.

De acordo com o artigo da AFP, Geraud disse que a França economizará mais que 7 milhões de Euros, aproximadamente US$10,3 mi, em um ano de uso do Ubuntu em lugar do Windows.

Fonte: Steven J. Vaughan-Nichols@desktoplinux

A Red Hat da China

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A China é uma das nação de crescimento mais acelerado na Terra, e a Red Hat Inc. está levendo vantagem desse fato. A Red Hat, fornecedora de Linux e software livre, está focando no continente asiático, esperando ganhos de mais de 50% no crescimento. A compania Linux es´ta planejando abrir oito novos centros de teste na China nos próximos seis meses esprando capturar o rendimento do crescimento. Software Livre e Linux estão ganhando muito terreno ao redor do mundo; isto pode ser em detrimento dos Estado Unidos já que a compania basead na Carolina do Norte está se focando tão pesadamente no mercado Chinês.

A Red Har explandirá seus números de invertimetos na China para mais de 200 no próximo ano. Olhando para a próxima geração de desenvolvedores de software, a Red Hat é parceira com escolas de software chinesas para treinar mais de 2.000 engenheiros durante o próximo ano e meio. A Red Hat espera um crescimento de 30% no rendimento antes do fim do ano fiscal. A Red Hat tem um total de rendimento de US$400.6 milhões no ano fiscal de 2007.

A Red Hat está mudando seus recursos de Raileigh, Carolina do Norte para a China. Esse pode ser outro exemplo da relutancia dos Estados Unidos refletir que Linux atinge a economia eo mercado de PCs. Muitas nações estão vendo os benefícios da mudança para o mercado do software livre e utilizando Linux; a abordagem do software livre para desenvolver software resulta num código mais bem escrito que o software fechado e sistemas proprietários que empresas como a Microsoft empregam.

Muitas nações estão de afastando dos fornecedores de software proprietário. Está sendo provado cada vez mais que o software proprietário gera obstáculos ao progresso e à inovação. A China e outras nações estão olhando para o futuro, e está claro que se elas querem ser o futuro do software, é mais provável que o Linux seja esse futuro do que sistemas como Windows. A Red Hat Inc. está ciente disso e como muitas outras distribuições Linux, eles estão procurando fora dos Estados Unidos promover e vender seus softwares.

Fonte: linuxhow2

Kommando: Um menu flutuante para KDE

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Inspirado pela roda de comando no game online Neverwinter Nights, Kommando é um painel de comando flutuante para KDE. Embora o desenvolvivento do Kommado seja quase tão lento quanto o do Debian oficial, e esteja somente na versão 0.5.2, já é uma conveniente e configurável adição ao leque de painéis disponíveis no KDE.

O KDE oferece um variedade de painéis. Ao lado do painel padrão embaixo no desktop, o KDE inclui opções para uma barra lateral, uma barra de tarefas dedicada para janelas abertas, um dock de aplicações, e o Kasbar, que mostra a date e hora e as aplicações abertas. De todas essas escolhas, o Kommando é mais semelhante ao Kasbar, já que ambos podem flutuar e ser posicionados onde quer que eles sejam mais convenientes, fora do espaço em que você trabalha. A diferença é que o Kommando é um lançador altamente configurável, e aparece na última posição onde você clicou o mouse sobre a área de trabalho, em vez de exigir que o arraste para a posição. Essas diferenças são mais que suficientes para fazer o Kommando uma adição bem-vinda ao leque de painéis do KDE.

Diferentemente de muitos programas, o Kommando não adiciona itens ao menu quando é instalado. Por outro lado, apesar de todos os esforços para a compatibilidade entre desktops pela freedesktop.org, o Kommando é suportado no GNOME e XFCE - uma infeliz omissão se você é um desses que preferem escolher suas aplicações pela funcionabilidade em vez do ambiente gráfico a ser usado.

Além disso, você configura o aplicativo digitando "kommando" na linha de comando. O comando abre uma variação do editor de menu do KDE. De lá, você pode adicionar ícones e submenus ao Kommando, seja selecionando um ícone e manualmente adicionar o comando que ativará, ou selecionar o KMenu e selecionar um item que já esteja no menu. Você também tem a opção de reorganizar os ícones usando as teclas "Cima" e Baixo", embora o que essas teclas significam no contexto de um painel redondo é dificil descobrir (descobre-se que "Cima" significa mover no sentido anti-horário para o topo do menu flutuante e "Baixo" significa mover no sentido horário).

Se você adicionar mais que alguns botões ou menus, considere ir até a aba "Aparência" da ferramenta de configuração para ajustar o tamanho do menu flutuante. Você pode selecionar um esquema existente, ou - melhor ainda, se você adicionar um grande número de programas - definir o raio e o tamanho dos ícones manualmente.

Teoricamente, você também pode mudar a cor do painel, mas, na prática, o Kommando sempre padroniza para a mesma cor do fundo do seu desktop. Por esse motivo, você deve tirar vantagem da opção de transparência, de modo que o painel fique mais visível em sua área de trabalho.

Outra opção de configuração são os atalhos do teclado para mostrar o painel flutuante. Para abrir o Kommando, o atalho padrão é Ctrl+Alt+H. Se o último lugar que você clicou com o mouse é muito perto do limite que o seu desktop mostra o painel completo, o Kommando se reposicionará o maior próximo possível desse limite.

O painel é circular, com os ícones das aplicações dispostos ao longo desse perímetro. Ele não exibe texto, o que pode atrapalhar, especialmente se você tem muitos submenus, uma vez que eles são exibidos como pastas.

Uma vez que o painel está aberto, você pode clicar com o mouse para iniciar um aplicativo, ou navegar até um aplicativo usando tanto a seta ou as teclas numéricas e então pressionar a tecla Enter. O ícone inicial normalmente é o que se encontra no topo do menu, o segundo é o próximo ícone no sentido horário do topo, e assim por diante.

Atente-se, também, no ícone no meio do painel. Normalmente ele é um X vermelho para fechar o painel, mas ele muda para uma pastaquandoo item selecionado é um submenu. Uma vez que o ponto de vista muda para um submenu, você seleciona os itens nele exatamente como você faz no menu superior.

Quando você seleciona, o Kommando fecha automaticamente. Também muda se você mudar o foco da área de trabalho para outra janela.

If you can ignore its unfinished state, especially the inability to set its color independently or to add text to the panel's button, then Kommando is a welcome addition to KDE. Perhaps the rapidly approaching release of KDE 4 will give its developers the incentive to speed their pace, and to make Kommando more useful and less awkward.

Se você consegue ignorar o estado inacabado, especialmente a impossibilidade para definira cor independente ou adicionar textos aos ícones do painel, então o Kommando é uma adicão bem-vinda para o KDE. Talvez a rapida aproximação do lançamento do KDE 4 darão aosprogramadores o incentivo para acelerar o ritmo, e tornar o Kommando mais útil e menos desagradável.

Fonte: Linux.com

UNetbootin permite que você instale distros sem gravar discos

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UNetbootin é uma simples ferramenta open source que lhe permite instalar uma variedade de distribuições via internet, sem gravar um CD.

A ferramenta Wubi para instalar o Ubuntu tem feito dessa maneira pr enquanto, mas diferentemente do UNetbootin, o Wubi instala o Ubuntu em um arquivo armazenado em um ambiente Windows e não cria particões verdadeiras. UNetbootin criará um sistema dual-boot particionado como se você tivesse instalado com um CD. Isso é útil se você está trabalhando numa máquina sem drive de CD/DVD ou com um drive lento, ou se não tiver nenhum CD de sobra para gravar.

O UNetbootin funciona usando um instalador para adicionar uma entrada no bootloader em uso (como GRUB ou gerenciadores de boot do Windows, bcdedit ou boot.ini) que inicia um netbootdo kernel, que então baixará e instalará sua distribuição escolhida através da sua conexão de internet.

Celebridades dão conselhos de como manter o seu desktops Linux seguro

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Uma das razões principais que levam as pessoas do Windows para o Linux é a promessa da maior segurança contra malwares da internet. Todo mundo sabe que você precisa adicionar segurança extra para tentar manter um desktop Windows seguro, mas o que você tem que fazer para conseguir a mesma coisa no Linux? Para responder essa questão, nós perguntamos para alguns conhecidos hackers do kernel do Linux e um expert em segurança suas opiniões sobre o assunto.

Ted Ts'o, extraordinário hacker Linux, e um funcionário da IBM cuja ultima missão é liderar a plataforma estratégica na Linux Fundation, tem rodado Linux no seu desktop sem firewall por ano. Ele disse que ele sabe mais sobre rede e plataforma Linux que o usuário tipico, então ele se sente seguro mesmo sem um firewall.

Ts'o disse que se você está rodando um distribuição Linux moderna, fazendo uso do firewall padrão que vem com ele é tudo o que é necessário para manter seguro, embora com alguma preocupação em áreas especificas. Adicionar um roteador wireless ou um instrumento de Internet na LAN para o qual seu desktop se conecta pode aumentar sua vulnerabilidade. Você precisa se proteger de entradas desautorizadas de ambos. Ts'o também apontou que o OpenOffice.org tem feito assim como as aplicações Microsoft Office, que é possível abrir um documento ou arquivo e se infectar como resultado.

Andrew Morton, o homem número dois na hierarquia do kernel Linux, confessa a uma atitude cavalheira sobre a sua segurança no desktop. "Eu sou descuidado. Eu conto com o pequeno roteador NETGEAR não tendo nenhum bug nele, e tudo por trás desse routes é apenas o código de uma distro out-of-box com vários recursos desabilitados quando eles começam a me irritar."

Linus Torvalds defende uma abordagem mais cautelosa para a sua segurança de desktop. Embora ele recuse oferecer conselho de segurança para os outros, ele disse que sua abordagem é trancar tudo, com multiplos firewalls e regras restritas. Ele roda um firewall no seu roteador DSL e outro no seu desktop. Sua maquina de desenvolvimento se conecta à mesma LAN que seu desktop, e eles ficam atrás de outro router e firewall. Ele diz:

"Minhas regras de firewall também são bastante anal (não tenho a menor idéia do que é isso). Basicamente eu tento não deixar nada entrar. Nem mesmo SSH; quando estou viajando, eu simplesmente não posso logar nas minhas maquinas normais. E eu não escuto a SMTP; eu uso fetchmail para obte-lo a partir de uma máquina externa, e há filtros spams no lugar dessa maquina externa ( e eu também os tenho nas internas, mas isso é quase acidental).

Em outras palavras, basicamente eu tento definir minhas maquinas para eu sempre ter as conexões de saída, e o único tráfego de entrada é para as conexões que foram literalmente começadas por mim e, portanto, espera-se ser bastante confiável."

O que um profissional em segurança tem a dizer

Levando em conta a gentil dica de Torvalds sobre perguntar para pessoas erradas por conselhos, nós pedimos para Fyodor, criador do Nmap, talvez a mais conhecida ferramenta de segurança de rede de todos os tempos, o seu conselho sobre proteger o desktop Linux. Aqui estão suas sugestões:

"Atualize seu software frequentemente. A maioria das distribuições modernas facilitam a instalação de updates (incluindo patches de segurança) para pacotes instalados no seu sistema. Por exemplo, você pode escrever "yum update" no Fedora Core. Considere configurar seu sistema para fazer isso durante a noite. Tenha certeza que inclui os updates do navegador. Por exemplo, se você instalou a nova versão do Firefox com o tarball (nota minha: tar.gz) deles, seu SO não saberá atualiza-lo. Nesse caso, tenha certeza que você tem o Firefox configurado para checar updates sozinho. Tenha em mente que distribuições Linux muitas vezes encerram o suporte de segurança muito cedo depois de novas versões serem lançadas. Por exemplo, o Fedora Core 6 foi lançado em Outubro de 2006 e o projeto parou de prover updates em Dezembro de 2007. Então se você usa muito uma distribuição, você deve regularmente atualizar lançamentos como também atualizar os softwares incluídos.

Conecte seu computador em um roteador de banda-larga barato, então plugue sua conexão de rede (exemplo: cabo, modem DSL) nele. Tenha certeza que seus computadores têm um endereço privado (como 192.168.*.*) para assegurar que você está protegido pelo NAT. Muitas aplicações podem não funcionar corretamente fora do bat (também não sei a tradução) através do dispositivo NAT. Se você mexer com as regras de direcionamento de portas para suportar essas aplicações, tome cuidado para adicionar regras bem direcionadas. Dizer para o roteador direcionar toda porta para o seu computador derrota a principal vantagem de segurança do sistema.

Cuidado com scans de email. Usuários Linux as vezes são convencidos porque a maioris dos worms são especificos para Windows w não os afeta. Mas ataques à emails e websites são muitas vezes multi-plataforma. Usuários Linux são tão vulneráveis à ataques de phishing e fraudes de taxas antecipadas quanto usuários Windows. Então seja muito cuidadoso antes de clicar em links de emails, ou publicar dados privados em websites. Também considere escanear seu email com o SpamAssassin e o ClamAV."

Concluindo, é tão óbvio que usuários diferentes têm diferentes idéias sobre o que é necessário para manter uma boa segunrança no seu desktop Linux, mas há um pensamento que é digno de nota: Linux não é à prova de bala, e o seu desktop não é seguro porque simplesmente roda Linux. Deixe o bom senso ser o seu guia. Para muitos de nós, isso significa rodar o desktop atrás de um firewall e regularmente aplicar patches de segurança. Par outros, medidas defensivas podem estar em ordem.

Fonte: Linux.com

 
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