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Pois é.. Google.

Software Proprietário vs Software Livre no Desktop Linux

Quando muitas pessoas da área de TI pensam sobre Linux, elas imaginam um kernel do sistema operacional de código-fonte aberto, juntamente com outros software, se juntando para criar o sistema operacional de servidores e desktosp baseado em Software Livre. Essa imagem é precisa - e não há dúvidas que seu código-fonte aberto (e cooperação da comunidade) ajudou a torna-lo a potência que é hoje.

Mas em que momento nós vamos aceitar que - gostemos ou não - aplicações de código-fonte fechado terão de ser inseridas nesse outro mundo "livre"? Afinal, isso já acontece por anos, apesar dos Linuxistas puritanos batendo o pé o tempo todo.

Na realidade, software proprietário é usado todos os dias dentro do mundo Linux. E o que é engraçado: a maioria de nós nunca pensa duas vezes sobre isso.

Código-fonte fechado com Linux - não é um conceito novo

Enquanto o núcleo do sistema operacional Linux (independente da distribuição) é provido por código-fonte aberto, muitas vezes ele é usado por todos os cantos com códigos que recebem menos atenção - na verdade, muitos Linuxistas puritanos parecem se esquecer: Software e drivers com código-fonte fechado são usados com desktop Linux todos os dias por milhares de pessoas.

De firmware específicos adicionados por distribuições específicas para assegurar compatibilidade wireless até softwares de código-fonte aberto conhecidos como o WINE, que permite que usuários rodem aplicações Windows de código-fechado, os códigos proprietários têm espaço no desktop Linux.

Além disso, como a maioria dos notebooks inicialmente feitos para Windows teriam conexão wireless sem o NDISWrapper usando drivers proprietários projetados pra Windows? Software com código-fonte fechado era, é - e pode muito bem sempre ser - a principal parte na utilização do Linux no desktop.

Um acontecimento recente que, de novo, criou hostilidade entre usuários de código-fonte aberto e fechado foi o fracasso da NVIDIA em fornecer um código-fonte de seus drivers gráficos para Linux. Mas, ao contrários da ATI, nunca tive nenhum problemas usando os drivers fechados da NVIDIA. Todas questões que surgiram foram tratados rapidamente pela própria NVIDIA.

Então por que há um problema, de novo?

No passado, desenvolvedores do Linux manifestaram preocupação em ter "trabalho em torno" desses drivers fornecidos pela NVIDIA. Basicamente pensando no futuro, na forma como as coisas acabariam se um usuários optasse por instalar esses "binários bolhas", como os desenvolvedores gostavam de se referir a eles.

Apesar da preocupação deles, gostaria de observar que a NVIDIA tem um histórico bastante decente com controle de bugs e, misteriosamente, os desenvolvedores do Linux têm sido capazes de fazer as coisas funcionarem no final, apesar dessas questões com o licenciamento por trás do atual driver fechado da NVIDIA.

Independente da frustração de qualquer desenvolvedor sobre o licenciamento do driver da NVIDIA, o que importa é que o fornecimento de drivers fechados tem funcionado muito bem para todos os envolvidos - por muitos anos.

Não me entenda mal, adoraria ver a NVIDIA abrir os drivers tão quanto esses caras. Entretanto, vendo os puritanos pedir por boicotes contra um fabricante que está na verdade apoiando a plataforma Linux é simplesmente implorar por repercussões que ainda surgirão.

Sentimentos negativos expressados acima eventualmente apresentarão grandes problemas para qualquer empresa de código-fechado que queira dar um mergulho nas águas do desenvolvimento do Linux. Já que a maioria das empresas de software usam software proprietário e muitas empresas de hardware fazem o mesmo, a reação à decisão da NVIDIA vai marcar fortemente como os fabricantes de hardware, que buscam compatibilidade com Linux, optem seguir em frente.

O patético é que muitos deles irão resistir o máximo de tempo possível, já que os desenvolvedores do Linux são amplamente considerados uma dor de cabeça pelo mundo do software proprietário.

Coerência da aplicação, não política de código-fonte

Independente do como as pessoas se sentem sobre as escolhas de licenciamento de empresas com a NVIDIA, na verdade existem muitos software proprietários utilizados com Linux hoje que, por alguns motivos misteriosos, ninguém parece reclamar, apesar do fato do software ser um pouco restritivo na disponibilidade de seu código. O Skype me vem na cabeça como um exemplo primordial.

O Skype fornece um excelente cliente VoIP para usuários Linux, entre outras plataformas populares. Esse software VoIP faz de tudo, de chamada telefónica a transmissão de vídeo ao vivo. Então, apesar do acesso imediato a outras alternativas de código-aberto comparáveis como o Ekiga (disponível tanto para Linux quanto para Windows), a maioria das pessoas que usam um cliente VoIP em suas casas no Linux estão fielmente agarrados com o Skype.

Ainda que uma alternativa de código-aberto comparável, curiosamente chamada de "Ekiga", esteja instalada por padrão em distribuições Linux como Ubuntu, a maioria dos usuários que querem um cliente VoIP escolherão pelo Skype todas as vezes. Vários desses indivíduos não ligam como o Skype é licenciado. Tudo o que sabem é que isso é o que todos já estão usando em outras plataformas.

Além disso, o Skype pode rodarem praticamente qualquer plataforma que você imaginar. O Ekiga, por outro lado, foi primeiro criado para Linux e depois para Windows. Usuários OSX foram deixados de fora.

Entender que o Skype fornece a seus usuários com um senso de coerência é o fator chave. Dominando isso é a melhor forma de entender porque mais pessoas não irão se preocupar em procurar alternativas de código-fonte aberto, como o Ekiga. A opção do Ekiga talvez fornece mais "escolhas" do que a maioria das pessoas estejam procurando. O Ekiga suporta o SIP, dentre outros protocolos, considerando que o Skype suporta seu próprio protocolo - o period. Baseado no número de usuários, possivelmente devido ao marketing, os usuários do Skype realmente não se importam sobre o tipo de protocolo VoIP que está sendo usado para sua comunicação.

Mantendo o "caminho aberto"

É importante perceber como você lê esse artigo, ele não é um ataque ao Linux ou ao software livre de jeito nenhum. Em vez disso, considere esse artigo mais como uma sacudida no que diz respeito a utilização e disponibilidade de software.

Adoraria ver cada desafio apresentado a plataforma Linux ser alcançado por um software livre sempre que possível. Entretanto, quando você vive num mundo de MP3's patenteadas, DVD criptografados, módulos de drivers de aceleração 3D e adaptadores para drivers wireless proprietários para Windows, você logo percebe que software proprietário é bem presente - independente de qual plataforma você decida usar cada dia.

E há a barreira. Se existe valor na aplicação proprietária em determinada plataforma, os usuários pagarão por ele alegremente.

Talvez um dos mais fantásticos exemplos de usuários comprando software proprietário para Linux teria que ser uma aplicação específica de edição de vídeo. Uma aplicação atualmente descontinuada, conhecida como MainActor, fornece um benefício significante para os usuários Linux cansados de estarem limitados às alternativas de código-fonte meia-boca como o KDENLive.

Para o usuário normal, esse foi o caminho mais fácil. Isso permitiu que usuários de todos os níveis de habilidades editem vídeos de forma sensata e amigável. Então, mesmo existindo alternativas livres nesse segmento, elas não eram intuitivas o bastante para satisfazer as necessidades da massa Linux, e além disso, eram vistas como sendo simplesmente muito instáveis para o uso a sério.

O software proprietário é uma ameaça às distribuições Linux de hoje?

Quando envolver seus pensamentos em torno da questão de software proprietário no desktop Linux, uma coisa para se ter em mente é que o kernel Linux se manterá puro e, ao contrário do que se pensa, não está sob ataque.

Isso significa que nenhum código proprietário vai aparecer de repente nos altos níveis do desenvolvimento do kernel, violando assim o Linux como o conhecemos. Nunca será uma ameaça real ao Linux como o conhecemos.

O pedaço mais importante do código que compõe o sistema operacional tem garantias para assegurar que ele nunca cruzará com códigos que não sejam licenciados com licença open source. Não quer dizer que algumas distribuições não liguem para o kernel vanilla e adicionem aquilo que eles bem entenderem. Mas isso não tem nenhum efeito naqueles que escolhem não usar essas distribuições.

No final das contas, o código proprietário está ai para ficar. Como usuários Linux, para muitos de nós, ele é parte do nosso dia-a-dia em muitas tarefas básicas. E sim, ele certamente é parte significante do universo existente do desktop Linux - essa fato é difícil de negar. Como reagimos a esse fato, porém, é algo que cada usuário terá de lidar consigo mesmo.

Fonte: Matt Hartley@EarthWeb

O que Linus Torvalds pensa sobre os BSDs?

O que Linus Torvalds pensa sobre os BSDs? Não é muito agradável.

Linus Torvalds - o criados do Linus e seu atual mantenedor - é tido por todos como um brilhante ser humano. Ele também pode ser grosso e rude. O caso em questão é um post que ele fez ontem na lista de emails Linux Kernel, onde dá sua opinião sobre pesquisa de segurança e especificamente do sistema operacional OpenBSD (que é focado na segurança).

É tão rude que chega a ser "engraçado" - isso se você não for um desenvolvedor do OpenBSD ou tiver uma afeição particular por macacos.

Torvalds escreveu:

O pessoal da segurança quase sempre são pessoas do tipo preto-e-branco que eu não suporto. Acho que o pessoal do OpenBSD é um bando de macacos punheteiros, já que acham grande coisa se focar na segurança ao ponto admitirem que nada mais importa para eles.

A origem do argumento de Torvalds é que há mais bugs interessantes que somente bugs de segurança. Nesse ponto concordo totalmente com o Deus do Linux. Enquanto também sou um contribuitor para propaganda de bugs de segurança, focando em histórias que escrevo sobre essa questão, como um usuário sei muito bem que frequentemente os bugs "regulares" são os pontos que na verdade mais me afetam.

Fonte:

GPLv3: Um ano depois

Há um ano atrás, depois de 18 meses de ampla consulta à comunidade e interesses empresariais, as terceiras versões das licenças GNU General Public Licence (GPL) e GNU Lesser General Public Licence (LGPL) foram lançadas, em 29 de Junho de 2007. Em Novembro, elas se juntaram à GNU Affero General Public Licence (AGPL). Vendo essas licenças hoje, observadores do software livre e grátis (FOSS) as julgaram como um modesto sucesso, e as creditaram com a continuação de educar as pessoas sobre o software livre.

Os números da adoção da família GPL variam um pouco, dependendo com quem você fala. De acordo com Doug Levin, presidente em CEO da Black Duck Software, uma empresa que analisa o software livre, 2.476 projetos agora estão usando a terceira versão da GPL, 358 estão usando a LGPL e 72 a AGPL. Theresa Bui, vice-presidente de marketing da Palamida, uma firma com missão similar, apresenta números similares; 2.271 são GPL, 261 são LGPL e 100 AGPL. A diferença nos números é provavelmente explicada pelo fato que os números da Black Duck incluem transições planejadas para as licenças, enquanto os números da Palamida não. Os altos números da Palamida para a AGPL são provavelmente devidos ao recente interese da Palamida na licença, como evidenciado por esse blog.

Além do mais, a Palamida analisa números de projetos que usam a versão da GPL que contém uma cláusula que permite que contribuidores usem a versão 2.1 ou mais nova da licença (que inclui, logicamente, a verão 3.0). Esse números são: 6.467 para a GPL e 372 para a LGPL. Já que a AGPL não estava em uso amplo até a terceira versão, ela não está incluída nesses números.

Apesar da diferença nos números, ambas, Black Duck e Palamida, concordam com as tendências em geral. Ambas concordam que, tendo todas versões e variantes da GPL como única unidade, eles representam cerca de 70% de todas as licenças livres em uso. Além disso, ambas concordam que a taxa de adoção da terceira versão da GPL e LGPL permanece estável em cerca de 220 por mês, e que esse crescimento não parece ter chegado na expansão das segundas versões. Ambas esperam que essas tendências continuem com pequenas mudanças para o resto de 2008. Nem que as terceiras versões tomem o lugar das segundas versões tão cedo.

A principal diferença na taxa de adoção vem com a AGPL. Levin é cauteloso em dizer sobre as tendências da AGPL, observando que ela foi lançada a apenas seis meses. Ele apenas diz que "tem havido algumas escolhas na adoção da AGPL". Em contraste, Bui diz que a adoção da AGPL "está começando a decolar". Ela prevê outros 50 projetos estarão usando a licença em Agosto, e descreve esta estimativa como "incrivelmente conservadora". Ela vai além dizendo que a AGPL está de longe causando mais excitação que as últimas versões da GPL e LGPL, provavelmente porque receberam menos atenção no processo de consulta que produziu as terceiras versões, e, por isso, veio mais como uma surpresa.

Em contraste, Bui disse que a lenta porém estável taxa de adoção da GPL e LGPL era previsível. Em vez de se precipitar em mudar para novas licenças, els diz, "projetos de software têm apenas mantendo ao longo do antigo ciclo de vida e, quando nova versões forem lançadas, eles convertem para GPLv3".

Uma tendência notável na adoção das terceiras versões é que projetos e empresas que se opuseram ou eram neutras durante o processo de consulta não parecem que mudaram de opinião. "Parece que as pessoas que tinham dúvidas significativas sobre sobre ela [a licença GPLv3] uma ano atrás não as eliminaram", disse Bui. Como resultado, enquanto algumas empresas proeminentes e projetos foram movidos para as terceiras versões, incluindo o SugarCRM, Sun Microsystems e OpenOffice.org, outros, igualmente influente, não mudaram, incluindo o kernel Linux e o MySQL.

A resistência direta dos desenvolvedores do kernel Linux que era tão destacada durante o processo de consulta pode estar atrasando a taxa de adoção. "O fato que o kernel não tenha adotado a GPLv3 é uma parte significante de algumas decisões de grupos não adotarem", disse Bui.

Ainda assim, Bui e Levin vêem a terceira geração da família GPL como sendo estável, se bem-sucedida. "Não vemos nenhum sinal das tendências crescerem ou decrescerem pelo resto do ano", disse Bui. Como para a segunda geração, ele prevê que " ela não perderá, nos próximos dois anos, sua posição como a licença número um".

Similarmente, diz Levin, "Acredito que a GPL terá um crescimento normal de cerca de 10% por mês no próximo ano. Isso significa que haverá em torno de 6.000 projetos usando as licenças a partir de agora. Continuará crescendo que continuará a ser um fator na mescla das licenças, mas as outras licenças continuarão a ser usadas".

Outra medida de sucesso

Entretanto, estatísticas são apenas uma forma para medir o sucesso das licenças, como Peter Brown, diretor executivo da Free Software Foundation, enfatiza. Embora Brown diga que está "feliz com a taxa de adoção", sugestiona que a mais importante prova do sucesso das licenças é a sua habilidade de educar usuários de software livre e "prevenir que softwares livres se tornem proprietários. Nesse sentido, estamos felizes".

Brown também não está indevidamente preocupado que as segundas versões continuam dominantes, mesmo que elas ofereçam menos proteção que as versões recentes. "Não é como se tivessem saído da GPL", ele observa. "É a mesmo GPL, por um lado".

Em vez disso, Brown sugestiona que o processo de consulta e as próprias terceiras versões "ajudaram o diálogo sobre o progresso do software livre". O fato que grandes seções da comunidade FOSS foram consultadas sobre a escrita de novas licenças ajudou ambas a educar as pessoas sobre as questões em torno dele, e dar-lhes um papel relevante no processo.

Além disso, a Free Software Foundation fez consideráveis esforços para educar os usuários sobre as licenças, como sua página sobre as vantagens da terceira versão.

Essas sugestões são apoiadas pelas observações da Bui em sites de clientes de pessoas usando seus conhecimentos das licenças GPL para ajudar o planejamento do ciclo de vida do produto. "Isto é devido ao bom trabalho da FSF", disse ela. "Eles têm feito um ótimo trabalho educando as pessoas sobre a GPL e abrindo suas mentes".

Brown também opina que a falta de contestações legais das terceiras versões podem ser a medida de seus sucessos, embora admita que elas podem estar muito novas para serem contestadas, e que as segundas versões não receberam muitas contestações, ainda. Mas ele credita ao processo de consulta com melhorias da linguagem jurídica das licenças, assim como tornar claro a partir do número de pessoas envolvidas na consulta o tamanho de uma comunidade de possíveis violadores seria formada.

Ainda sim outro fator pode ser que os campos de tecnologia foram pegos com a licenças. Quando as licenças estavam sendo elaboradas em 2006-2007, tecnologias fechadas (DRM) estavam apenas começam a surgir, então a linguagem para preveni-las foram vistas como radicalmente desnecessárias. Agora, com exemplos como o iPhone, muitas adições estão começando a parecer longe de vista.

"O ponto principal é: estamos satisfeitos que as mudanças que fizemos parecem ter feito seu trabalho", disse Brown.

Futuras medidas de sucesso

Um ano após as terceiras versões começarem a ser lançadas, um julgamento absoluto de seus sucessos ainda é impossível. Nenhum comparação pode ser feita com o sucesso da segunda versão depois de seu lançamento em 1991, por que a comunidade do software livre e a pressão sobre ela mudou uma drasticamente desde então.

Por outro lado, as licenças continuam a ser uma obra em andamento. Uma das mudanças na terceira versão é uma maior aceitação para exceções - cláusulas especiais que fazem pequenas modificações à licença GPL básica. Brett Smith, engenheiro da FSF, ainda está trabalhando com a comunidade para modernizar e melhorar as exceções para a terceira geração. "A GPLv3 saiu na sexta-feira, e eu cheguei na segunda-feira e comecei a trabalhar nas exceções", disse Smith. Um ano depois, elas continuam ocupando muito do tempo dele, mas a eficiência será o principal fator em como avaliar as funções da própria licença.

Levará muitos anos para ver exatamente o bom trabalho que terceira versão faz da "futura proteção do software livre", como Brown denomina. Ele suspeita que o teste cabal será a habilidade da AGPL criar e proteger as aplicações livre de rede. Também não se exclui a possibilidade de uma eventual quarta geração das licenças em resposta a descobertas de novos pontos cegos.

Por enquanto, a única medida do sucesso é que a terceira geração da família GPL parece ser sólida. Ela não substituía segunda geração, como muitos admitiram que seria quando o processo de criação começou em 2006. Ainda sim, se contar separadamente da segunda geração, em um ano ela se tornou a sétima licença livre mais popular, de acordo com as estatísticas da Black Duck.

Como Brown observa, "a GPLv3 é provavelmente a licença mais adotada no último ano. E parece que alcançou seus objetivos por enquanto". Para qualquer outra licença, sua performance seria um sucesso disparado. Somente se comparar com a dominância da segunda versão da licença GPL que o sucesso da terceira versão pode parecer desapontador.

Mas o êxito final da terceira versão da GPL, e a questão de saber ela substituirá a segunda geração ou continuará coexistindo com ela, permanece quase tão incerto como era um ano atrás.

Fonte: Bruce Byfield@Linux.com

Entrevista com Jean-Philippe Guillemin, criador do Zenwalk

O Zenwalk é uma das mais promissoras distribuições Linux. Baseada no Slackware, a dstro é leve, simples e estável.

Decidimos fazer algumas perguntas à Jean-Philippe Guillemin, criador do Zenwalk, a respeito de planos e desenvolvimentos futuros desse "Sistema Operacional GNU/Linux".

Primeiramente, você poderia nos dizer algo sobre você, para uma breve introdução?

Tenho 36 anos, casado e trabalho como Engenheiro de Segurança para a Telindus Corporation. Quando iniciei o projeto Zenwalk costumava mexer com tudo, desde empacotamente, espelhamento, codificação e administração Web. Agora a maioria das tarefas são manejadas pelo time Zenwalk (incluindo projeto de gerenciamento regular). Meu trabalho no Zenwalk está reduzido ao desenvolvimento de ferramentas de administração, configuração do kernel, design do desktop e decisões envolvendo estratégia. Essa organização me permite gastar a maior parte do meu tempo livre em meu hobby principal: guitarra (sou membro dois trios de Jazz), assim como algumas leituras e cuidar da minha família.

Por que você decidiu desenvolver o projeto Zenwalk? O que há de errado com o Slackware?

Comecei o projeto Zenwalk (antigamente Minislack) como um modo de aprender as entranhas do GNU/Linux. Construir um sistema operacional é um ótimo modo para entender isso profundamente porque você fica por conta própria para resolver os problemas quando as coisas não funcionando como esperado.

Na minha opinião, o Slackware é a melhor "Distribuição" no mundo (uma "Distribuição" é uma coleção de aplicativos e ferramentas GNU, compilados em cima do kernek Linux e do Glibc). O Slackware é rápido, confiável, seguro, atualizado e construído com respeito ao espírio Unix. Agradeço ao Patrick Volkerding, o fundador e quem mantém o Slackware, pelo seu trabalho duro.

O Zenwalk realmente não é projetado para ser uma "Distribuição GNU/Linux", nem um "Sistema Operacional GNU/Linux". Quando você instala o Zenwalk, imediatamente você tem um aplicativo para cada tarefa, otimizada e pronta para uso, juntamente com uma ótima aparência. Os pacotes pré-selecionados são escolhidos cuidadosamente pelos desenvolvedores do Zenwalk para fornecer ao usuário somente os melhores e mais utilizados aplicativos.

Quais são, em sua opinião, as características mais importantes do Zenwalk?

Sensatez e performance! O Zenwalk é projetado para ser um sistema sensato fornecendo somente um aplicativo para a tarefa necessária. Os aplicativos que fornecem a maneira mais fácil e rápida para realizar a tarefa são escolhidas. Isso também tem um lado positivo na instalação: o Zenwalk pode ser instalado em rápidos 5 minutos em sistemas modernos. Desenvolvedores podem começar imediatamente um projeto já que o Zenwalk vem com editores e as bibliotecas mais comumente usadas. Usuários normais podem usar-lo eficientemente para processar textos (Gnome Office) ou tocar arquivos multimídia (todos os codecs do Mplayer estão incluídos) sem adicionar nada. Se quiserem adicionar, por exemplo, o OpenOffice ou Inkscape (uma ótima ferramenta de criação SVG), facilmente são instalados com o netpkg em poucos minutos se tiver uma conexão ADSL razoável.

A meta de performance é alcançada através do projeto do sistema global. ao contrário das grandes distribuições Linux, onde todos pacotes são fornecios com muitas bibliotecas gráficas, de kernel ultra-genéricos, o Zenwalk é projetado para performance da configuração do kernel (CPU e agendadores I/O, seleção de drivers, sistema de arquivos, etc) até o ajuste do ambiente gráfico. É por isso, na maioria das situções, que o Zenwalk é comumente citado como mais rápido que outros moderos sistemas Linux.

Você poderia nos dizer algo sobre os objetivo futuros do desenvolvimento do netpkg?

O netpkg foi reprojetado no Zenwalk 5.2. A nova inferface gráfica fornece uma nova maneira de gerenciamento de pacotes com somente um grande botão para pressionar para realizar praticamente qualquer manpulação. Acredito que esse layout stá perto de ser o melhor, então haverá muitas melhorias na interface gráfica. Duas novas características principais serão desenvolvidas: o "limpador do sistema" (resoluções de dependências órfãs para remover pacotes não utilizados) será adicionado e migração completa do GUI GTK para o ncurses como um modo opicional de operação.

E sobre o desenvolvimento futuro do Zenpanel?

O Zenpanel é mais como um shell para administrar applet com o Xnetconf, e se não tiver mais bugs reportados, ele parece ser estável então não irá evoluir tão tarde. Pr outro lado, os applets irão evoluir. A principal evolução técnica será um reprojetamente completa em gtk-perl. Do ponte de vista funcional: o principal desafio para o Zenpanel será a fusão entre o Xnetconf (GUI de configuração de rede Ethernet) e o Wicd (GUI de configuração de perfis de redes WiFi/Ethernet).

Você está planejando incluir o KDE 4 como um ambiente desktop alternativo para o Zenwalk?

Claro. Nosso mantenedor KDE já está trabalhand nisso. Assim que os pacotes KDE4 se mostrarem estáveis, a comunidade Zenwalk os colocarão no netpkg.

O que poderemos esperar depois do Zenwalk 5.2?

Férias de verão?

Fonte: Matteo Campofiorito@OneOpenSource

The Guardian: Entrevista com Mark Shuttleworth

"Linux é uma plataforma para todos, não somente para especialistas."



Mark Shuttleworth, Chefe Executivo da Canonical


Em 1999, o sul-africano Mark Shuttleworth vendeu sua empresa de internet, a Thawte, que fornecia certificados digitais para websites, por mais de US$500mi. Depois de gastar US$20mi numa viagem pelo espaço, ele iniciou o projeto Ubuntu - nomeado depois de uma palavra africana significar "Hummanidade para os outro", ou "Sou o que sou pelo que nós somos" - que se tornou a mais popular distribuição GNU/Linux.

Technology Guardian: Quanto a sua viagem ao espaço inspirou o Ubuntu?


Mark Shuttleworth: Ir ao espaço e ver a Terra à distância deixou muito claro quão independente nós somos. Então quis fazer algo que fosse realmente global; software livre é um fenômeno que é realmente global.


TG: Quais são as implicações de escolher esse nome?


MS: Essa é uma plataforma para o povo. O Linux veio de uma tradição de ser uma plataforma para especialistas. Deixamos muito claro o desafio em nosso nome: "Vamos fazer disso algo que possamos dar orgulhosamente às pessoas que não são apaixonadas por tecnologia."


TG: Como a sua empresa, a Canonical, se encaixa nisso?


MS: [O Ubuntu] tem seu próprio ciclo de lançamento. Ele tem a sua própria estrutura de direção. A Canonical tem um papel significante nisso, e nós somos o maior parceiro em todo trabalho que é feito. Damos certeza que o lançamento será na data prevista; que estará disponível mundialmente; que satisfaça as expectativas; que funcione atrevés de uma certa quantidade de hardware que terceiros nos pedem para certificar. Mas não levamos crédito por todas as idéias inteligentes que aparecem no Ubuntu. Na verdade, em quase todos os lançamentos houve alguma idéia que veio de um voluntário e que se transformou num recurso profundamente importante nesse lançamento.


TG: Percebi que você tem uma forma pouco comum para escolher as pessoas que você empregou originalmente na Canonical.


MS: Simplesmente li um grande número de correspondências entre os desenvovedores de um dos projetos que é fundamental para o modo como fazemos o Ubuntu, o projeto Debian. É impressionante a diversidade de como as pessoas pensam, a profundidade de suas experiências. Portanto, o software livre não é somente um modo maravilhoso para desenvolver seu próprio talento e habilidade, mas também é uma ótima maneira de conseguir um trabalho e um ótimo jeito de conhecer pessoas.


TG: Qual é o modelo de negócios da Canonical?


MS: Nosso modelo de negócios é totalmente baseado em serviços em torno do nosso software. Como a Canonical faz um papel fundamental no Ubuntu, mesmo não monopolizando o acesso a ele, somos um parceiro preferencial do Ubuntu. Seja no suporte técnico, achamos que as pessoas são mais propensas a comprar de nós do que qualquer outra empresa, seja em sua engenharia, customização ou habilitação de plataforma em um hardware em particular. A Canonical tem uma posição privilegiada.


TG: Você está mesmo perto de falir?


MS: Não perto. Precisará de tempo e investimento. Nos posicionamos pelo o que vemos como o futuro do software - sem licenciamento de software, pessoas tendo acesso ao software que quiserem na hora que desejarem. O ecosistema de serviço em torno do software irá financiá-lo. E se somos a empresa que melhor tem se antecipado a esse futuro, então estaremos melhor posicionados para se beneficiar dele.


TG: Como aconteceu o acordo para colocar o Ubuntu nos PC's da DELL?


MS: Descobrimos sobre ele depois de ser um fato consumado. [A DELL] é uma empresa com muitas entregas. Eles perguntaram a seus usuários o que eles queriam. Eles tinham muitas informações e essas informações apontaram para nós. Foi um pouco inquietante porque não tinhamos qualquer relação. Mas foi um significante passo à frente em nosso perfil corporativo. Será muito interessante ver o que somos capazes de fazer com empresas como a DELL, que são aclamadas por uma grande audiência. Esse é o meu desafio número um: Como fazer do Linux algo que você queira manter em seu computador.


TG: Você lançará uma versão adaptada do Ubuntu para o setor de ultra-portáteis?


MS: Estamos anunciando ela na primeira semana de Junho. É chamada de Netbook Remix. Estamos trabalhando com a Intel, que produz chips customizados para esse setor.


TG: Você acha que o GNU/Linux se tornará algum dia uma força importante em desktops?


MS: Acho que isso depende de como as pessoas definem desktop. Se as pessoas continuam definindo um desktop com a coisa em que elas rodam o Microsoft Word, então o Windows manterá sua posição. Minha impressão, contudo, é que as pessoas estão cada vez mais definindo o desktop como uma coisa que elas tem acesso à internet. Nesse caso, há uma possibilidade real que somos capazes de mudar as pessoas para plataformas diferentes. Creio que é o crescimento da internet como a assassina de aplicações desktop, o que descreve o que você quer de um computador, que abrirá as portas para nós.


TG: Recentemente você publicou uma crítica à ISO pela maneira como ela lidou com a votação sobre o OOXML da Microsoft; Quanto você acha que a credibilidade da ISO foi danificada nesse episódio?


MS: Muito seriamente para qualquer pessoa que é apaixonada pelos padrões abertos. O processo da ISO vem tradicionalmente funcionando muito bem; quase um processo acadêmico, mas ela realmente não foi projetada para lidar com um lobby corporativo muito, muito vigoroso e uma enorme quantidade de dinheiro sendo gasta para tentar conseguir um resultado particular. E relembrando, houve uma quantidade de falhas muito sérias no processo.


TG: Com o Ubuntu ganhando importância, você não sente uma grande responsabilidade falando dessa maneira?


MS: Acho que todos nós temos a responsabilidade de contribuir com o debate público. Tenho um nível de independência econômica, que talvez seja uma coisa boa e ruim, mas pelo menos minha opinião não pode ser comprada facilmente.


Fonte: Glyn Moody@The Guardian

Negócios Linux da Novell crescem 31%

Sim, a Novell tem um longo caminho até chegar na Red Hat, mas com outro forte quadrimestre fical fica evidente que o mercado de Linux empresarial é, de novo, uma corrida com dois competidores. E é importante salientar, a Novell está competido muito mais fortemente sem a proteção da Microsoft.

A Novell viu seu mercado Linux de US$29 milhões, no segundo quadrimestre fiscal de 2008 (totalizando US$30 milhões em receita de solução de plataforma aberta), crescer 31% sobre o mesmo período do ano passado, com outras unidades de negócios também tendo um crescimento sustentável. Somente a unidade de Workgroup continua a cair, caindo 1% no periodo que terminou em 30 de abril.

O mais importante (para mim): Perguntei a Justin Steinman, diretor de Marketing para Linux e Plataformas Aberta da Novell, quanto disso é ligado à parceria da Novell com a Microsoft. Afinal a Novell está começando a realmente crescer com o próprio negócio com Linux, embora ela ainda olhe a Microsoft como uma forte parceira para interoperabilidade:

O núcleo de negócios Linux da Novell está crescendo. "Núcleo", pois são os nossos negócios Linux não relacionados com a Microsoft que estão crescendo. São os pedidos do Suse Linux Enterprise vendidos diretamente pela equipe de vendas da Novell ou pelo nosso canal de parceiros, sem qualquer certificação Microsost ou vendores da Microsft envovidos.

Entretando, o importante é que o total de nossas receitas do Suse Linux Enterprise está crescendo, assim como nossos clientes cada vez mais não fazem distinção. Como falamos anteriormente, a Microsoft oferece uma via alternativa para pedidos de comprar, mas estamos focados no crescimento de toda uma categoria.

Estas são notícias muito, muito boas, mesmo se Novell recusar a total conexão com seu tio de Redmond. Crescer independentemente da Microsft é bom para a Novell no longo prazo e é bom para a verdadeira competição no mercado Linux. Significa que a Novell pode competir por méritos próprios, não apenas no Linux.

O Gerenciamento de Segunrança e Identidade cresceu para US$31 milhões no segundo quadrimestre, 13% mais que o mesmo período do ano passado. O Gerenciamento de Sistemas e Recursos atingiu US$41 milhões, 15% acima que o mesmo período do ano anterior. O Workgroup continua sendo a maior unidade de negócios, porém a mais fraca, caiu 1% para US$92 milhões.

A Novell pode gostar da receita do Workgroup, mas é pouco provável transformar magicamente em inovação e em um segmento rentável tão cedo. Isso é ruim, afinal a Novell é realmente uma liderança inovadora em partes de seu negócios Linux (retail, desktop, virtualização) e no gerenciamento de marca. Curativos como o Sitescape não vão salvar os negócios do Workgroup, ainda. É hora de descartá-lo ou investir nele.

Mas isso é um ponto a ignorar em um forte quadrimestre, dos quais a Novell deve se orgulhar. Venho sendo um crítico da Novell por muitos anos, mas ela está começando a ganhar meu respeito. Não que ela estivesse esperando para ganha-lo. Ela fez por onde.

Fonte: Matt Asay@CNETNews.com

Distro gNewSense liberta o Ubuntu

Os amantes do software livre podem se alegrar este mês com o lançamento do gNewSense 2.0 (pronuncia-se "gui-niu-sense"), a mais nova versão da popular distribuição baseada no Ubuntu Hardy Heron. Chamada de DeltaH, este sistema operacional inclui somente softwares em que os usuários têm o direito de rodar, estudar, adaptar, redistribuir e melhorar todo o software e o código. Afinal, o gNewSense é apoiado e patrocinado pela Free Software Fundation (FSF). A exigência da liberdade de software exclui uma grande quantidade de software, incluindo drives proprietários para redes sem fio (wireless) e placas de vídeo, deixando a maioria dos usuários com uma distro menos funcional - embora menos problemática - derivada do Ubuntu 8.04.

O gNewSense é uma maravilhosa alternativa ao Gobuntu, a distro derivada do Ubuntu patrocinada pela Canonical. De acordo com a wiki, a versão 8.04 do Gobuntu não foi lançada devido a reação abaixo da expectativa da comunidade. O Gobuntu usava o mesmo repositório do Ubuntu, e o Ubuntu LiveCD pode realizar a mesma instalação do Gobuntu pela simples seleção da opção free-software-only no instalador (aperte F6 duas vezes no menu do boot). Além disso, Mark Shuttleworth, o fundador do Ubuntu, indicou que ele prefere se focar no gNewSense porque o trabalho nessa distribuição pode ajudar a comunidade Ubuntu como um todo.

Ubuntu sem software proprietário

O gNewSense remove mais de 100 partes de código e firmware proprietário do kernel do Ubuntu, incluindo o suporte para chipsets gráficos ATI e Nvidia e drivers de rede sem fio. Na versão atual, as extenções proprietárias da OpenGL para o X foram removidas do servidor X padrão. O Firefox foi substituido pelo Epiphany para evitar problemas em torno das reivindicações de marcas registradas Mozilla. O Epiphany tem uma boa performance, como também é baseado em bibliotecas GNOME e se integra muito bem ao desktop.

A distribuição é baseada em pacotes pré-complilados, assim como o Ubuntu, e fornece seus próprios repositórios para instalação e update de software. O repositório de software proprietário do Ubuntu, o Restricted, não está incluso e não pode ser adicionado facilmente, como pode no Gobuntu. O repositório Universe do gNewSense, que inclui softwares que não fazem parte da instalação normal, é habilitado por padrão. Toda documentação não-livre e artwork (temas, ícones, papéis de parede, etc) incluso no Ubuntu foi removido, embora o papel de parede e ícones na versão DeltaH foram refeitos para embelezar o desktop um pouco. A mais nova versão também inclui suporte para os pacotes source do Debian.

A maioria do usuários escolherão instalar o gNewSense pelo LiveCD. Quando os usuários estiverem prontos para particionar seus discos e instalar a distribuição para seus discos rígidos, eles podem fazer isso usando o instalador Ubiquity pelo ambiente gráfico.

Todas aplicações que você encontra no Ubuntu também está incluida no gNewSense, com exceção do Firefox. Os pacotes build-essential e gcc - que fornecem suporte para compilar software via código-fonte - estão inclusos, assim como o editor de texto Emacs e aplicações como OpenOffice.org, Pidgin e GIMP. Os usuários têm um conjunto completo de aplicações desktop juntamente com algum suporte para desenvolver e instalar aplicação pelo código-fonte.

Com o script Builder incluido no gNewSense, você pode criar sua própria distribuição Linux usando somente software livre. Isso é perfeito para pessoas que não querem adicionar ou distribuir software com licenças de uso restrito ou limitado. É fácil de usar: os desenvolvedores da distro só precisam colocar as informações básicas, como o nome da distribuição e a lista de pacotes inclusos, no arquivo de configuração e o script criará o repositório e as imagens de CD para você. A única desvantagem é que isso requer o download de cerca de 40GB de pacotes, assim como uma conexão de internet rápida é extremamente recomendado. Essa abordagem pode ser melhor que usar algo como o AptOnCD para sua distribuir a amigos ou usar como um backup de segunrança.

Por que se preocupar com o gNewSense?

Então por que alguém iria instalar um clone menos robusto do Ubuntu que muito provavelmente não funcionará com alguns dos hardwares mais usados? Para ser muito honesto, a maioria dos usuários não vão usar o gNewSense no uso diários, se muito. Ainda, há alguns benefícios para desenvovedores. Colocando os benefícios ideológicos da software livre de lado (embora eles possam ser bastante persuasivos), o gNewSense é a distribuição perfeita para programadores usarem para testar seus hardware para a compatibilidade com o software livre. Há um benefício substancial para fabricantes de hardware fornecerem suporte nativo ao Linux sem instalação de nenhum módulo de kernel ou driver proprietário, e usando o gNewSense é uma ótima maneira de se fazer isso. Além disso, o gNewSense pode funcionar como um "exemplo modelo" para outros desenvolvedores de software e de distribuições. Afinal, constatemente sacrificam a praticidade e usuablidade pela conformidade, e isso dá ao mundo a realidade de como um sistema operacional livre parece. É a atualização de um ideal que foi anteriormente difícil de por em prática. A FSF pode também colher benefícios pela existêcia do gNewSense: por uma coisa, agora ela tem uma distribuição que pode ser sinceramente recomendada, patrocinada e endosada.

O argumento mais persuasivo para o gNewSense é algo como um paradoxo, porque ele pousa na fraqueza das distribuições. Cada problema, bug e questões decorrentes do uso individual do software livre é uma sugestão viva para os desenvolvedores sobre areas que eles devem se focar. Esse trabalho - a descoberta de pacotes problemáticos e a criação de solução viáveis de software livre - é central para a lógica referida por Shuttleworth. Ao descobrir os erros no suporte de software e corrigi-los e encorajar fabricantes de hardware para corrigir e desenvolver melhores drivers e firmwares livre, os desenvolvedores estão criando um benefício para toda a comunidade.

O gNewSense pode ser um incômodo para usar, mas ele pode ser o fator chave na evolução do Linux.

Fonte: Kurt Edelbrock@Linux.com

Famelix e os perigos da luta contra o Windows

Davi e Golias, de Caravaggio

Um dos debates perenes sobre desktop GNU/LInux é o quanto ele deve se parecer com o Windows. Normalmente, o debate é em torno de como o desktop deve parecer familiar a novos usuários, ou ser desenvolvidos de maneira que pareça mais lógico. Entretanto, se a expreriência da distribuição brasileira Famelix é alguma indicação, imitando o Windows e o ultrapassando, isso também pode abrir brechas para ameaças, como acusações de pirataria e mudanças de política por gerenciamento "Windows-centrico".

Famelix está registrado pela Faculdade Metropolitana de Guaramirim (FAMEG) em Santa Catarina, onde é desenvolvido. A distribuição é baseada no Debian e usa o KDE como desktop, com papel de parede e outras modificações projetadas para aumentar a semelhança com o Windows XP, ou, como na última versão, chamada de Hasta la Vista ("Adeus" em espanhol), com o Windows Vista.

A distribuição é comandada por David Emmerich Jourdain, um professor alemão de nascimento que mora no Brasil desde 1992. Jourdain se tornou um defendor do software livre depois de ouvir um discurso de um grupo de usuários locais enquanto cursava seu mestrado em Stanford. Quando a FAMEG ofereceu-lhe o emprego, a faculdade possuia somente uma única sala de computadores que rodavam cópias ilegais do Windows. Jourdain disse que aceitaria a vaga somente se ele pudesse implantar software livre por toda faculdade e tivesse tempo de provar suas vantagens. "Minha principal intenção não era trabalhar com software proprietário, fosse legal ou não", disse ele.

Quando a FAMEG concordou com as condições dele, Jourdain imediatamente foi à fonte do problema: Ele era a única pessoas na faculdade com conhecimentos de software livre. Como resultado, ele teve de treinar seus alunos assistentes para compilar e aplicar patchs no kernel, assim como programar em Qt, PyQt, C++, Kdialog e linguagens script.

No início, ele também percebeu que uma interface muito diferente do que ele esnoba como "Terra dos Teletubbies" (presumidamente uma referência ao tema padrão do Windows XP) seria uma barreira para a aceitação, e decidiu fazer o desktop o mais similar possível do Windows.

Ao longo dos 5 anos de existência do Famelix, cerca de 70 estudantes foram envolvidos em seu desenvolvimento. Atualmente, a distribuição é mantida e desenvolvida por sete estudantes, com ajuda ocasional de outros 18. Durante esse tempo, Jourdain viu a distribuição do Famelix de suas máquina privada para os laboratórios da faculdade e máquinas administrativas. Além do mais, "muitos alunos estão usando o Famelix em seus computadores pessoais", disse ele, "e eles têm espanhado sua utilização pelo seus locais de trabalho após a graduação".

Assim como qualquer distribuição GNU/Linux, a adaptação é difícil para migrar para o Famelix. Entretanto, outros usuários da distribuição incluem 62 unidades militares, escolas e centros de inclusão digital por toda América Latina. Em seu site, a distribuição tem mais de 22 milhões de downloads - ao menos 14 milhões deles nos últimos 12 meses, principalmente graças aos primentos lançamentos com suporte ao alemão, inglês e italiano, além dos já suportados espanhol e português.

Problemas com a Microsoft

Mas esse sucesso parece que atraiu o tipo errado de atenção. Em 2005, Jourdain e o diretor de infraestrutura da FAMEG receberam a visita de dois representante da Microsoft, na qual ofereceram a "maravilhosa" chance de comprar o Windows para a faculdade pelo custo de alguns milhares de dólares.

"Minhas primeiras perguntas foram sobre a liberdade que devemos ter para desenvolver e aplicar no sistema", recorda Jourdain. "Claro que sabiamos as respostas. Nesse momento, terminei a conversa com "Como pode ver, nossos interesses não são os mesmos. Queremos criar desenvovedores. Vocês querem vender. Acredito que uma proposta nisso nos interessa.""

Os representantes da Microsoft disseram que, se a faculdade não comprasse as licenças, a única solução seria o uso de cópias piratas do Windows. "Minha resposta foi muito direta", disse Jourdain. "Nós usamos GNU/Linux. Assim, se temos ou não o seu sistema não faz a menor diferença. Tenham um bom dia."

Se os representante da Microsoft confundiram o Famelix com o Windows ou estavam agindo maliciosamente é incerto, mas, duas semanas depois a faculdade recebeu uma notificação que ela estava sendo investigada por uso ilegal de software. Um representante de justiça brasileiro, dois oficiais de polícia e uma técnico em computadores logo chegariam na faculdade.

De acordo com Jourdain, um dos oficiais de polícia era aluno da FAMEG e estava familiarido com o Famelix. Ele disse ao representante de justiça que a investigação era perda de tempo, mas ela iria continuar de qualquer maneira.

Depois de checar todos os computadores da FAMEG, o representante de justiça se desculpou e preencheu os relatórios necessários na investigação. E quando estava saindo, ele pediu: "Você pode instalar esse Famelix para mim?".

Depois disso, lembra Jourdain, "nunca mais tivemos problemas com nossos amigos da Microsoft de novo".

Mas ele ainda continua

Infelizmente, a Microsoft não é a única parte do mundo Windows que pode causar dificuldades para a bem sucedida distribuição. No mês passado, Jourdain recém chegado de uma conferência ouviu que a faculdade estava sendo vendida para a Uniasselvi, um grupo de educação privada cuja imagem, de acordo com fontes brasileiras, não é "muito boa".

Jourdain imediatamente ficou preocupado, pois, a Uniasselvi usa somente windows, e ele acredita que a maioria das cópias não são licenciadas. Como se não bastasse, o primeiro ponto levantado foi se o Famelix deveria ser continuado.

A questão sobre o futuro do Famelix continua incerta, e a falta de resposta fizeram Jourdain hesitar sobre ser entrevistado para esse artigo. No entanto, no final, aconselhado por Alexandre Oliva, um membro do fórum do FPF Latino Americano, Jourdain concordou em participar, esperando que a publicidade possa influenciar a diretoria da faculdade, e, talvez, trazer ajudar e sugestões para juda-lo a proteger o futuro da distribuição.

Se esta última ameaça é independente é incerto, e realmente não importa. De qualquer maneira, o Famelix se provou que uma alternativa para o Windows parece ser apenas a primeira batalha em sua luta pela existêcia.

Fonte: Bruce Byfield@Linux.com

[Open Music!] Antarhes - Breathin' Again


Artista: Antarhes
Música: Breathin' Again
Album: Breathin' Again
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A praga da proliferação de Licenças Open Source

Ainda me lembro quando a grande discussão sobre open source era se um pedaço de software era realmente open source, significando que ele era lançado sob uma licença certificada pela OSI. As marés estão mudando, os debates agoram se concentram em torno de qual licença open source usar. Adicionando complexidade ao debate a proliferação de licenças certificadas pela OSI. Agora, discussões estão crescendo sobre quais licenças open source são melhores para todas as partes envolvidas em um projeto open source. No caso de trabalhos de software coletivo, há também as complexidades adicionadas da compatibilidade da licença.

Parte do problema é que as empresas estão tentando conduzir suas próprias licenças vaidosas que reforçam suas macas e alavancam a boa vontade associada ao selo open source de aprovação. A SugarCRM uma vez montou uma ofensiva pedindo pela aprovação de sua Sugar Public Licence (derivada da licença Mozilla Public Licence, certificada pela OSI) que por um tempo ganhou popularidade entre desenvolvedores comerciais open source. A licença foi rejeitada e a Sugar desde então passou para GPLv3. Ironicamente a Common Public Attribution Licence (CPAL) apresentada pelo Social Text, que tem muitas semelhanças com a Sugar Public Licence, foi aprovada pela OSI. Atém mesmo a Microsoft teve sucesso pressionando o fórum da OSI para aprovação de duas licenças. A Microsoft Public Licence (M-PL) e a Microsoft Reciprocal Licence (Ms-RL), que são muito similares às licenças BSD e GPL.

O número de projetos open source tem crescido consideravelmente nos últimos dez anos, na verdade de modo exponencial, de acordo com uma notícia dada por Amit Deshpande e Dirk Riehle em março deste ano.

De acordo com a base de dados da Black Duck Software, a licença mais comum usada por projeto open source é a GPL versão 2.0. E de acordo com a mesma fonte, 94% dos projetos open source usam 10 licenças.

Licença % de uso
GNU General Public License (GPL) 2.0 58.69%
GNU Lesser General Public License (LGPL) 2.1 11.39%
Artistic License (Perl) 7.46%
BSD License 6.50%
Apache License 2.0 2.92%
MIT License 2.58%
GNU General Public Liense (GPL) 3.0 1.64%
Mozilla Public License (MPL) 1.1 1.37%
Common Public License 0.83%
zlib/lippng License 0.64

93.92%

Aualmente a decisão de passar de GPLv2 para GPLv3 está sendo altamente debatida por muitos projetos open source. De acordo com a Palamida, uma fornecedora de software de acordo de IP, houve cerca de 2489 projetos open source que passaram da GPLv2 para a última versão.

(Fonte: Palamida)

Aparentemente há muitas pessoas pensando em usar a AGPL por que, diferentemente da GPL, ela extende sua exigência da redistribuição de software para serviços de rede, como estes fornecidos pelas ASPs (veja a seção 13 da licença - Remote Network Interaction):.

No entanto qualquer outro fornecimento desta Licença, você tem permissão para unir ou combinar qualquer obra coberta com uma obra licenciada sob a versão 3 da Licença Pública Geral GNU Affero formando uma única obra, e fornecer a obra resultante. Os termos desta licença continuarão a aplicar-se à parte da obra que é uma obra coberta, mas as exigências especiais da Licença Pública Geral GNU Affero, seção 13, a respeito de interação através de uma rede se aplicarão à combinação como tal.

A SpringSource está causando um pequeno rebuliço dentro da comunidade Java lançando sua Spring Application Plataform sob a licença GPLv3 (Comentário pelo fundados da JBoss, Mark Fleury).

O Ubuntu está considerando usar a AGPL para o seu serviço Lauchpad, mas o debate ainda está aberto.

No caso do Launchpad, vemos você como sócio da informação, então a resolução deste problema é importante para nós. Como você observou, realmente não há uma prática clara que trabalhe bem e tenha se mostrado comercialmente sustentável. Isso é diferente da GPL (até mesmo a v3). Creio que a Affero GPL é uma forte candidata para a linha de frente no debate do assunto, e é por isso que estou inclinado a usar-la quando publicarmos os códigos abertos do Launchpad.

O Google se recusou a aceitar a licença AGPL no Google code, citando a proliferação de licenças como motivo.

De fato não damos suporte à AGPL no code.google.com. Estamos tentando lutar ativamente contra a proliferação de licenças que são consideradas open source, e a AGPL tem muito pouco mercado e não foi certificada como open source pela OSI.

No entanto, as disposições da AGPL para hospedagem de serviços não se opoem exatamente a seus negócios. Por exemplo, qualquer modificação que o Google faça ao código AGPL poderia obrigá-los a fornecer o código fonte quando fornecido como serviço.

O licenciamento de software é complexo, open source ou não. Suspeito que a maioria dos usuários não esta por dentro da licença do software em que estão baixando. Acho isso um pouco desanimador, sinto fortemente que o desenvolvimento open source é superior e o licenciamento do software open source na maioria não é fácil de entender ou aplicar.

Fonte: Mark R. Hinkle@SocializedSoftware

[Open Music!] Josh Woodward - Revolution Now


Artista: Josh Woodward
Música: Revolution Now
Album: The Simple Life
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Ubuntu 8.10: Upgrade ou Instalação Limpa?

Qual caminho você deve seguir? Você deve tirar vantagem do gerenciador de pacotes do Ubuntu e usá-lo para atualizar seu sistema para o último lançamento, o 8.04 Hardy Heron, ou você deve baixar uma imagem ISO de CD ou DVD e fazer uma instalação limpa? O senso comum diz que fazer uma instalação limpa é melhor, um caminho mais seguro. Pode haver um pequeno trabalho extra envolvendo configurar tudo de novo, já que as novidades e maravilhas estão instaladas, mas isto não é nada comparado à dor de um upgrade que deu errado, de acordo com pensamento comum. Mas essa abordagem cautelosa pode não ser necessária.

Recentemente fiz uma instalação limpa do Ubuntu 8.04 em minha máquina de desenvolvimento. Foi um processo rápido e fácil. Fiz um backup dos dados e arquivos de configurações do meu diretório /home, instalei o novo lançamento, então copiei meus dados salvos para o mesmo lugar. Tudo normal, e tudo funcionava como antes.

Porém, quando o genrenciador de pacotes do Ubuntu 7.10 recentemente me ofereceu o upgrande para o 8.04, enquanto me mostrava as últimas atualizações de segurança, decidi que era hora de tentar o upgrade também.

Fiz isso, apesar do conselho que ouvi no canal #ubuntu no irc.freenode.net. A opinião unâmime que recebi no canal, de três pessoas que responderam, era de fazer uma instalação limpa, embora um dos três disse que pessoalmente usava o upgrande porque isto deixa-o com menos coisas a fazer depois. Os motivos para recomendar uma instalação limpa incluem menos riscos, melhores resultados para configurações complexas e velocidade. Um dos três notou que a maioria dos problemas de instalação do 8.04 que ele viu no canal vieram de possoas que escolheram a opção de upgrade.

Salve antes e depois

Quando você faz uma instalação limpa, sabe de antemão que perderá tudo que não salvou especificamente para então restaurar depois da instalação. Quando você faz um update, espera que tudo ainda estará lá e ainda funcionará quando estiver terminado. A coisa mais importante para lembrar quando fizer um update é a mesma quando você faz uma instalação limpa: salve tudo antes de começar.

Tenho dois discos rígidos em meu desktop principal. Um é quase completamente dedicado a guardar meus emails, fotos, vídeos e arquivos de textos do meu diretório /home. Isto tem ocupado grande espaço ao longo dos anos. Antes de começar o processo de upgrade para o Ubuntu 8.04, me certifiquei que meus backups foram completamente atualizados.

Iniciei o upgrade às 11:00am e finalmente terminei o processo às 6:30am do dia seguinte. Sim, tirei um tempo para dormir, mas ainda é um tempo muito longo. Em comparação, fazendo uma instalação limpa levou apenas uma hora no meu desktop secundário.

O processo começou baixando a ferramenta de upgrade. Seguido por algo chamado "configurando novos canais de software", que parece ser a identificação de quais repositórios você precisa para deixar todas as aplicações atualmente instaladas atualizadas. Estas duas tarefas combinadas levaram menos de meia hora para terminar.

A maior parte do tempo - cerca de 12 horas - foi baixando novos pacotes. Tenho certeza que o motivo para a baixa velocidade pode ser atribuido ao fato de muitos outros usuários estarem fazendo a mesma coisa no mesmo momento que eu, com a banda disponível repartida para atenter a demanda. Baixar e gravar uma imagem ISO do 8.04 levou menos de uma hora poucos dias antes. Como levou muito tempo para baixar os novos pacotes, rodei outro backup dos arquivos de meus emails, e quando estava pronto para aplicar as mudanças fechei o aplicativo de email - só para garantir.

O próximo passo foi instalar e configurar os novos pacotes. Isto, também, demorou mais para fazer do que iniciando do zero com uma instalação limpa - cerca de uma hora em minha máquina. No início, a barra de progresso avisou que faltava 33 minutos, mas o tempo restante mostrado aumentou conforme passava. No final, fui para cama e deixei rodando o upgrande sozinho. Algumas das aplicações (CUPS e PostgreSQL) requerem participação interativa, então, quando retornei para o computador na manhã seguinte, tive que escolher entre manter a velha configuração ou substituí-las.

Os passos seguintes do upgrade (remoção de arquivos da instalação e reinicialização) correram bem, e finalmente me encontrei sentado a frente do teclado com o Ubuntu 8.04, quase 24 horas depois de minha jornada começar. Mas minhas contas de email e arquivos estavam lá de imediato, minha barra de ferramentas do navegador e favoritos estavam presentes também.

Qual é melhor?

Tendo instalado o Ubuntu 8.04 de ambas maneiras, por upgrade e também com uma instalação limpa, qual eu prefiro e qual deveria recomendar? As respostas não são as mesmas.

Depois de utilizar ambas, sou solidário com o lado da "instalação limpa". Foi de longe mais rápida, e não apenas pareceu ser o caminho mais limpo, com várias oportunidades para refazer um passo, mas oferece um ótimo controle sobre como a nova instalação operará, desde qualquer e todo controle de decisões que surgirem durante o processo.

Porém, a instalação limpa pode não ser a escolhe certa para você. Na minha opinião, o fiel da balança na decisão é seguinte: se você é um experiente usuário do Ubuntu mais interessado em ter um sistema pronto para usar e o mais idêntico possível ao da instalação anterior, considese um upgrade em vez da instalação. Se você não está confiante em suas habilidades com o Ubuntu, ou está mais interessado em ter os últimos e maravilhosos pacotes em vez de um sistema que imediatamente se comporta como era, vá com a instalação limpa.

A boa notícia é que ambos processoas parecem funcionar bem para mim.

Fonte: Joe Barr@Linux.com

[Open Music!] Ruth Theodore - Nothing On


Artista: Ruth Theodore
Música: Nothing On
Album: Worm Food
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O Linux deveria ser padronizado numa única distro?

Quando demonstro programas para o Linux Journal, costumo usar o Ubuntu como meu sistema operacional. O motivo é simples, afinal o Ubuntu é extremamente popular, mas isto origina a questão: o Linux deveria ser padronizado numa única distribuição? Vamos analisar alguns dos prós e contras:

Vantagens de uma única distribuição Linux:

  • O suporte Linux seria simplificado, assim a pergunta "qual distribuição" não seria relevante.
  • Os produtores de software poderiam lançar um único pcote que instalaria em todos desktops Linux.
  • A guerra entre apt/rpm/yum/up2date/synaptic acabaria.
  • A certificação Linux seria mais fácil de se definir.
  • O Tux seria o logo de todo mundo :)

Tenho certeza que chegaria a muitas outras vantagens que a idéia "Uma Distro para Arrasar com Todas as Outras" proporcionaria. O problema é que as desvantagens são muito profundas, penso que elas negam qualquer validade à primeira lista. Apenas algumas:

Desvantagens da distribuição Linux padronizada:

  • Um seleto grupo de indivíduos controlaria a direção presente e futura do Linux.
  • Não haveria competição interna na comunidade Linux. Quanto isto seria triste se tivéssemos somente o Windows e OSX para serem comparados conosco?
  • Perdemos a capacidade de escolher, que é a parte fundamental de tudo que o Linux defende.
  • Nós tornamos um sistema operacional monolítico, pesado, de mente fechada, improdutivo, sem esperança de renovação e sem motivação de pensar diferente.

Ok, admito, o último ponto chega a ser evangelizador. É importante perceber que é da nossa diversidade que tiramos nossa força. É a comunidade que nos dá poder. É a liberdade de escolha que nos permite achar soluções que melhor se encaixam às nossas necessidades, em vez de pegar qualquer solução fornecida por produtores.

Então, sim, eu tendo a usar Ubuntu. Para meu propósito, ele faz mais sentido. Felizmente, você tem o direito de escolher o que quiser. E é assim que deve ser. Obrigado Linux.

Fonte: Shawn Powers@LinuxJournal.com

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Não concordo muito com o fim do artigo por um motivo. Pode ser contado e forma de piada.

Era uma vez um administrador de rede, que perguntado pelo chefe "Por que você não coloca Linux em nosso servidores?" ele responde: "- Não posso deixar minha rede nas mãos de um fórum."

[Open Music!] Sleeping Sky - I Will Always Love You


Artista: Sleeping Sky
Música: I Will Always Love You
Album: Home Recordings 2001 - 2006
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O progresso do X.org 7.4

Se tudo ocorrer como planejado, o X.org 7.4 será finalmente lançado este mês. Essa versão não é tão elaborada quanto o X.org 7.3, cuja versão introduziu a entrada hot-pluggin (reconhecimento imediato de adição/remoção de hardware), aprimoramentos EXA e RandR 1.2 só para citar alguns recursos, mas o X.org 7.4 é outro update melhorando esse servidor X. Nesse artigo, estamos apresentando uma visão geral dos resursos que serão encontrados no X.org 7.4, que está atrasado, e como este lançamento está sendo criticado duramente.

O X Server 1.5.0 / X.org 7.4 estava originalmente agendado para lançamento em março de 2008, mas a data chegou e passou. Não era assim até fim de fevereiro quando Adam Jackson, da Red Hat, reforçou a equipe como gerente de lançamento e começou o planejamento do lançamento do X.org 7.4 devido à Red Hat querer distribuir o X.org 7.4 no Fedora 9. O Fedora não será distribuido com a versão final do X.org 7.4 / X Server 1.5, mas, em vez disso, uma versão pre-release em desenvolvimento. Poe enquanto o driver Intel é o único que suporta esta característica a tempo para o X.org 7.4 e o Fedora é a primeira distribuição distribuída com suporte mode-setting no kernel.

A última versão do X Server no momento é a 1.4.99.901, cuja contém mais de 100 mudanças desde o X Server 1.4.0. Entretanto, este lançamento apareceu em março e está atrasado sem nenhum release candidate ou development freeze a ser alcançado. Como observação: o X Server 1.4.1, que estava planejado para lançamento em novembro de 2007, ainda não foi lançado!

O X.org 7.4 está atrasado e está rodando com muito menos recursos do que estava planejado. O plano original era ter suporte Multi-Pointer (MPX), mas isto foi adiado assim como XGE (X Generic Events), RandR 1.3, e também foi tirado deste lançamento o que Daniel Stone descreveu como "input hotness", ou XKB 2 e Xi 2. O que também parece que foi mandado para o espaço é o Glucose. O Glucose não tem sido muito comentado ultimamente comparado ao Gallium3D ou ao TTM, mas ele é uma arquitetura de aceleração OpenGL que está para ser acoplado no servidor X e acelera renderizações primitivas comuns num estilo parecido ao do XGL. Esperamos que estes itens estajam na agenda para o X.org 7.5, que deve chegar como um lançamento atrasado de 2008 - permitindo o fim do X.org 7.4 no primeiro semestre de 2008.

O que é novo, entretanto, no X.org 7.4 é, sobretudo, a soluçãodo problema (de longa data) do PCI rework com mais drivers que usam libpciaccess, atualizações para Mac OS X, testes de compositing para x11perf, rápida inicialização/desligamento do X e suporte para um socket namespace abstrado sob Linux com o xtrans. Também adicionado é o suporte DRI2 de renderização direta, mas como o suporte mode-setting do kernel, ele está limitado atualmente ao driver Intel. As atualizações do Mac OS X no X.org 7.4 incluem reparos no Xquartz, suporte launchd e outros recursos. O x11perf 1.5 adiciona testes de compositing (pelos argumentos compwinwin* e comppixwin*) para merdir a performance de compositing de vários tamanhos de janelas, de janela a janela e de pixmap a janela.

Talvez o que é mais importante no X.org 7.4 do que somente o X Server 1.5 são alguns dos drivers encontrados como parte deste lançamento, o X.org 7.4 terá o xf86-video-ati-6.8.0 (o driver open-source "radeon"), que adiciona suporte para as GPUs ATI R500/600 através do AtomBIOS, suporte de aceleração Render inicial para R300/400, melhorou a interação Driver/BIOS e um monte de outras melhorias. Sentado ao lado do xf86-video-ati está o driver xf86-video-radeonhd, que para o X.org 7.4 será a marca RadeonHD 1.2. Este é o primeiro lançamento do X.org desde que o driver RadeonHD tem sido abrilhantado com o suporte para R500/600 assim como aceleração inicial de 2D EXA/XAA e suporte RandR 1.2.

No lado dos gráficos Intel está o xf86-video-intel 2.3.0, que possui suporte XvMC, muitos bugs consertados e um novo suporte ao produto desde que o último lançamento do X.org. Finalmente, no lado da NVIDIA está o lançamento do xf86-video-nv 2.1.8 que entrega um suporte 2D open-source para a GeForce 9600GET. Para aqueles que usam o VMware, o driver xf86-video-vmware ganhou o suporte para extenção X-Video na versão 10.16.0 e foi migrado para usar o libpciaccess. Por último mas não menos importante, o X.org 7.4 incluirá um driver beta para o driver open source XGI XP10 desenvolvido por Ian Romanick. Esse driver tem suporte mode-setting nativo e funções RandR 1.2, mas atualmente é limitado à saída VGA analógica.

À cerca da atividade em torno do X.org 7.4. No momento, existem mais de 40 bugs bloqueam este quarto lançamento. Nenhuma palavra oficial apareceu ainda, mas não fique surpreso se este lançamento para maio se transformar em junho ou julho. No ano passado, Alan Coopersmith, da Sun, manifestou preocupação sobre a degradação da qualidade dos lançamentos do X.org e, infelizmente, quase nada mudou desde então, entretano, Adam Jackson tem feito um verdadeiro trabalho com o X.org 7.4.

Fonte: Michael Larabel@phoronix.com

Clientes Twitter para Linux

O Twitter é uma popular rede social que está ganhado popularidade como uma ferramenta de micro-blog. Usuários registrados podem postar mensagens - também chamadas de Tweets - via interface Web, mas muitos preferem usar aplicações desktop que oferecem funcionalidades adicionais e tiram o Twitter totalmente do navegador.

O Qt Twitter Linux é um cliente leve para KDE desenvolvido em QT e C++. Desde que ele foi construído usando API's do Twitter, mensagens enviadas através dessa ferramenta aparecem instataneamente na página do Twitter como se elas fossem enviadas diretamente da interface Web (todos os Tweets mostram qual aplicação o remetente usa como padrão). Enquanto o Qt Twitter Linux não vem com características úteis, como busca e arquivo, ele é ótimo para rápido envio de mensagens.

Screen do QT Twitter Linux

O Twitux é um cliente Twitter especialmente projetado para o desktop GNOME. Ele tem várias características básicas, incluindo envio direto de mensagens, notificação de updates dos amigos, auto-update do timeline e um ícone na barra de notificação.

Screen do Twitux

O gTwitter é uma aplicação GTK+ que lhe permite ler timelines públicas e de seus amigos, e claro, postar no Twitter. Você pode ajustar a taxa de atualização, salvas imagens dos outros e escolher como você quer que os Tweets serão mostrado. Planos futuros para esta aplicação incluem a capacidade de salvar seu histórico, receber notificações de novos Tweets e escrever mensagens para seus amigos.

Screen do gTwitter

O Spaz é um excepcional cliente cross-plataform que usa o Adobe Air. Ele suporta múltiplos temas, eventos sonoros e CSS sobrepostos definidos pelo usuário. Com o Spaz, você pode deletar os Tweets que você enviou, favoritar os Tweets de suas amigos, enviar mensagens diretas ou responder para qualquer usuário do Twitter. O Spaz mantém o registro de quem você acompanha, como também de quem acompanha você, atualizações automáticas para manter você a par de todas as mensagens que chegam diretamente ou pelo timeline. O Spaz ganhou um prêmio no outono passado no AIR Developer Derby, e com boas razões. Ele limpo, fácil de usar e é maravilhoso.

Screen do Spaz

Se você não quer deixar o seu editor de texto favorito só para "Twittar" seus amigos, confira os plugins do Twitter para o Vim e Emacs. Ambos permitem somente as funções mais básicas, como atualizar seu status e ler os Tweets de seus amigos, mas eles são perfeitos para enviar um Tweet rápido sem abrir uma nova aplicação.

Se está longe de seu desktop, você pode tentar o jibjib, um cliente Twitter J2ME de código aberto para telefones celulares com Java. A aplicação tem um tamanho pequeno, cerca de 30KB, e é projetado para o uso com uma das mãos, como também para telefones com rodas de rolagem ou botões. Ele tem vários atalhos, incluindo recurso de resposta rápida e multileitura para uma leitura de Tweets mais facilitada.

Se nenhuma dessas aplicações para Linux faz exatamente o que você quer, existe vários outros projetos que você pode experimentar no SourceForge.net, incluindo o cliente baseado em Java, jTwitt; o twitterl que envolve com Java a API do Twitter; e o Pwytter, um cliente cross-plataform escrito em Python.

Fonte: Linux.com

[Open Music!] The Heaven - If You're Lost For Somewhere Else To Be


Artista: The Heaven
Música: If You're Lost For Somewhere Else To Be
Album: The Heaven
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Usando o GnomeVFS para manipular arquivos

Enquanto os usuários KDE têm o KIO slaves para fácil acesso ao sistema e recurso de rede, os humildes usuários GNOME podem realizar feitos similares com o seu sistema virtual de arquivos, denominado GnomeVFS, que é uma extenção do sistema de arquivos físico de um disco. Usando o GnomeVFS, os usuários podem trabalhar com dados remotamente que podem vir de diferentes lugares, como de dentro de arquivos comprimidos em gzip.

O GnomeVFS é parte integrante do GNOME. Ele é composto de vários módulos que trabalham em segundo-plano e dão ao GnomeVFS sua funcionabilidade. Em distribuições Fedora e Ubuntu esses módulos estão listados sob o diretório /usr/lib/gnome-vfs-2.0/modules/. Alguns dos módulos comumente incluídos estão http:, ftp:, tar:, ssh:, fonts: e burn:. Você pode adicionar mais módulos via gerenciador de pacotes das distros. Por enquanto, no Ubuntu, o pacote libgnomevfs2-extra adiciona os módulos bzip2: e smb:.

Você pode usar o GnomeVFS dentro do gerenciados de arquivo Nautilus ou via linha de comando. Os módulos GnomeVFS usados mais comumente são http: e https:, que acessam dados armazenados em um servidor Web. Você também pode usar o ftp:// para acessar dados de um servidor FTP e o smb:// para acessar dados de um compartilhamento Samba.

Um módulo interessante do GnomeVFS é o burn://. Você pode usa-lo dentro de uma janela do Nautilus e arrastar e soltar arquivos para a janela para grava-los em um CD ou DVD, dependendo da mídia na sua máquina.

Mas a verdadeira graça do GnomeVFS vem do seu uso via linha de comando. O comando eog file:///tmp/stuff.tar#tar:bookmarks.png abrirá o arquivo bookmarks.png no visualizador de imagens do GNOME. O comando usa dois módulos do GnomeVFS. O módulos file:// especifica o local do arquivo (/tmp/stuff.tar). A parte do comando "#tar:bookmarks.png" diz ao GNOME que qualquer coisa antes disso é um arquivo tar, e ele deve fazer o que for preciso para mostrar o arquivo bookmarks.png sob ele. Você não tem que se preocupar em desempacotar o arquivo e limpar depois.

Da mesma forma que você pode ler arquivos de um arquivo comprimido sem descomprimi-lo antes. Se você tem um arquivo .tar.gz, você terá que combinar dois módulos do GnomeVFS para extrai-lo. Por exemplo, eog file:///tmp/stuff.tar.gz#gzip:#tar:forum.png irá tratar primeiramente do arquivo (/tmp/stuff.tar.gz) como um arquivo comprimido e descomprimi-lo, e então tratará do arquivo resultante (stuff.tar) como um arquivo tar e descomprimi-lo para exibir a imagem (forum.png).

O GnomeVFS também pode manipular arquivos bzip2 e também ler os arquivos sob diretórios. Em gedit file:///tmp/old-docs.tar.bz2#bzip2:#tar:020207/writeup.txt nós pedimos ao GNOME para exibir um arquivos de texto de um sub-diretório depois de extrai-lo de um arquivo bzip2.

Também existem algumas ferramentas do GnomeVFS projetadas especificamente para o uso em linha de comando, como gnomevfs-cat, gnomevfs-copy, gnomevfs-ls, gnomevfs-mkdir e gnomevfs-info. Essas ferramentas são versões "GnomeVFSadas" de ferramentas em linha de comando comuns e são semelhantes em funções, com uma vantagem: a habilidades de trabalhar em arquivos remotos.

Por exemplo, gnomevfs-cat http://www.example.net.net > /tmp/index.html realiza a mesma função de cópia que o comando cat faria, mas em uma arquivo localizado remotamente. Do mesmo modo, gnomevfs-ls smb://192.168.2.2/D/ exibe o conteúdo de um diretório Windows remoto na sua rede.

Usando o GnomeVFS, você também pode ver arquivos em Websites via FTP. O comando gnomevfs-ls ftp://username:password@ftp.example.net/public_html lista o conteúdo de um diretório remoto juntamente com o tipo, tamanho, e permissão dos arquivos, neste formato:

.               (Directory, x-directory/normal)        size 4096
.. (Directory, x-directory/normal) size 4096
.htaccess (Regular, application/octet-stream) size 413
.smileys (Directory, x-directory/normal) size 4096
WysiwygPro (Directory, x-directory/normal) size 4096
_private (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_bin (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_cnf (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_inf.html (Regular, text/html) size 1754
_vti_log (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_pvt (Directory, x-directory/normal) size 4096
_vti_txt (Directory, x-directory/normal) size 4096
contact.htm (Regular, text/html) size 2390
favicon.ico (Regular, image/x-ico) size 1406
images (Directory, x-directory/normal) size 4096
index.htm (Regular, text/html) size 2977

Você também pode enviar um arquivo para um site remoto via FTP usando o GnomeVFS. O comando gnomevfs-copy /tmp/moi.jpg ftp://username:password@ftp.example.net/public_html/images/ usa o gnmevfs-copy para enviar um arquivo local (/tmp/moi.jpg) para o local especificado (/public_html/images) no site. Você também pode usar ftp://username:password@ftp.example.net dentro do Nautilus e copiar e colar arquivo para o site.

Uma vez que ele foi enviado, você pode checar o aquivo usando o gnomevfs-info. O comando gnomevfs-info ftp://username:password@ftp.example.net/public_html/images/moi.jpg resulta na seguinte saída:

Name              : moi.jpg
Default app : eog.desktop
Size : 4321
Blocks : 9
I/O block size : 32768
Local : NO
SUID : NO
SGID : NO
Sticky : NO
Link count : 1
UID : 1000
GID : 1000
Access time : Tue Mar 8 00:00:00 2008
Modification time : Tue Mar 8 00:00:00 2008
Change time : Tue Mar 8 00:00:00 2008

Usar o GnomeVFS para ver arquivos remotos e arquivos em subpastas compactadas pode ser uma verdadeira economia de tempo.

Fonte: Mayank Sharma@Linux.com

 
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